O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os preços tiveram alta de 8,8% em abril, em linha com o esperado pelo mercado, que estimavam um avanço de preços entre 8% e 9%
O tratamento de choque de Javier Milei para a Argentina tem sofrido críticas por seus métodos, que enfrentam forte resistência da população e consequências políticas severas. Ao mesmo tempo, os resultados vêm aparecendo nos últimos meses.
Na mais recente publicação do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), o equivalente ao IBGE da Argentina, a inflação do país registrou alta de 8,8% em abril, em linha com o esperado pelo mercado, que estimava um avanço de preços entre 8% e 9%.
O resultado representa uma desaceleração, após a alta mensal de 11,0% vista em março, e ficou abaixo de 10% pela primeira vez desde outubro de 2023, quando havia sido de 8,3%. Para maio, a expectativa é de uma alta de 4% a 6%, representando uma desinflação ainda maior.
Na comparação anual, porém, a inflação em abril acelerou: saiu de 287,9% em março para 289,4%, se consolidando mais uma vez como a maior inflação do planeta. No acumulado de 2024, os preços sobem 65% no país, segundo o Indec.
O dado inflacionário do país permitiu que o Banco Central da República Argentina (BCRA) baixasse novamente a taxa de juros, conforme comunicado após uma reunião dos membros do Conselho da instituição. O anúncio foi feito logo após a publicação dos números do Indec.
O quinto corte em mais de dois meses veio maior do que o esperado: a taxa de juros foi reduzida em 10 pontos percentuais, para 40%, de acordo com o comunicado publicado pela instituição presidida por Santiago Bausili.
Leia Também
Além de afrouxar a política monetária, a estratégia também busca aumentar o interesse das instituições financeiras nos títulos do Tesouro do país. Em linhas gerais, quando os juros sobem, o preço desses ativos tende a se desvalorizar.
Com isso, a estratégia de Bausili, juntamente com o ministro da Economia, Luis “Toto” Caputo, é elevar as reservas do Banco Central do país, melhorando seu balanço patrimonial, e potencializar a oferta de crédito.
Após o anúncio, o dólar blue — cotação paralela e mais próxima daquela praticada no mercado — teve alta de 2,39%, fechando no patamar de 1.070 pesos argentinos.
O avanço da moeda norte-americana pode parecer bastante, mas não representa uma alta tão vertiginosa para o mercado argentino.
Além disso, no fechamento da última terça-feira (14), o índice Merval, o Ibovespa da Argentina, registrou forte avanço de 2,39% em pesos, encerrando o pregão em 1.409.885 pontos.
No ano, o mercado acionário argentino já superou até mesmo a alta da Nvidia, uma das favoritas entre as teses de tecnologia.
Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano
Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias
A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro
Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses
Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração
Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil