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A petroleira informou também que suas estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural resultaram em 10,9 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2023

“Nós não vamos colocar uma meta. Nós vamos deixar uma meta aberta. Quando a gente atingir a meta, nós dobramos a meta” — essa é uma das frases ditas por Dilma Rousseff enquanto era presidente e que virou até meme nas redes sociais, mas que também pode ilustrar o último feito da Petrobras (PETR4).
A estatal atingiu 2,78 milhões de barris por dia (boed) na produção total de óleo e gás natural em 2023, um desempenho 3,7% acima do registrado em 2022.
Já a produção comercial de óleo e gás natural alcançou 2,44 milhões de boed e a produção de óleo somou 2,24 milhões, segundo a companhia.
Os números superaram o planejamento do Plano Estratégico E23-27 e ficaram em linha com as projeções de produção revisadas em novembro de 2023, dentro da faixa de 2,0%, para cima ou para baixo.
Como destaque de 2023, a Petrobras atingiu recorde anual de produção total própria de óleo e gás natural no pré-sal, com 2,17 milhões boed, superando o recorde anterior de 1,97 milhões de boed, em 2022, e representando 78% da produção total.
A companhia também atingiu o recorde de produção total operada de óleo e gás natural com 3,87 milhões de boed, superando o recorde anterior de 3,64 milhões boed, de 2022.
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A Petrobras informou ainda que entraram em operação no ano passado quatro novas plataformas, que contribuíram para o resultado operacional — em maio entraram o FPSO Anna Nery e o FPSO Almirante Barroso; em agosto, o FPSO Anita Garibaldi, e, em dezembro, o FPSO Sepetiba.
Ao longo do ano de 2023, segundo a estatal, foram alcançadas as capacidades máximas de produção de óleo das plataformas P-71, no campo de Itapu, do FPSO Guanabara, no campo de Mero e do FPSO Almirante Barroso, no campo de Búzios.
Este último, ocorrido em outubro de 2023, menos de 5 meses após o 1º óleo, um recorde no pré-sal.
A Petrobras informou também que suas estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, segundo critérios da SEC (US Securities and Exchange Commission), resultaram em 10,9 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2023. Deste total, 84% são de óleo e condensado e 16% de gás natural.
"Em 2023, a Petrobras manteve sua trajetória de adição significativa de reservas (1,5 bilhão de boe), com foco em ativos rentáveis e em alinhamento com nossa busca por uma transição energética justa", disse a empresa.
O índice de reposição orgânica de reservas (IRRorg), isto é, desconsiderando efeitos dos desinvestimentos, alcançou 168% da produção de 2023, tornando o triênio de 2021 a 2023 o de maior IRRorg da história da companhia, atingindo o valor de 207%.
Já a adição de reservas ocorreu, segundo a Petrobras, em função do bom desempenho dos ativos, com destaque para os campos de Búzios, Tupi e Atapu, na Bacia de Santos, e da declaração de comercialidade dos campos não operados de Raia Manta e Raia Pintada, na Bacia de Campos.
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