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Grupo SBF (SBFG3) passa por aceleração das vendas de seu estoque e alívio da dívida líquida; segundo banco, há espaço para ainda mais crescimento até 2026
O banco de investimentos UBS BB elevou seu preço-alvo para as ações do Grupo SBF (SBFG3), controlador de marcas como Centauro e das lojas Nike no Brasil. As projeções estão em um relatório divulgado ontem (3).
O preço-alvo foi elevado de R$ 17 (próximo do valor negociado atualmente) para R$ 21, com recomendação de compra.
O Grupo SBF divulgou uma performance muito acima da esperada pelo mercado no 2T24, com destaques para o aumento da receita líquida em 7,6% na comparação anual e uma margem bruta de quase 50%.
A Centauro e a Fisia (detentora da marca Nike no Brasil) foram as principais colaboradoras do resultado positivo.
A empresa melhorou as projeções para seu capital de giro, com geração de maior fluxo de caixa e diminuição da alavancagem financeira.
Isso principalmente por conta de uma aceleração no sell-through (redução do nível dos estoques) e vendas a preço cheio.
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Segundo o UBS BB, o grupo SBF está em uma posição de retomada do crescimento, aproveitando-se de fatores como a experiência omnichannel dos clientes da Centauro e a imponência da marca Nike.
Os bons resultados recentes fizeram com que o UBS BB elevasse não apenas o preço-alvo das ações do grupo, mas também sua projeção de receita para os próximos dois anos.
Somente para o resultado final de 2024, a expectativa do banco é de um aumento em 22% na receita ajustada. Para 2025 e 2026, a projeção é de aumento de 16%, podendo chegar a R$ 572 milhões ao final desses dois anos. “Acreditamos que há ainda mais espaço para melhorias”, afirma o relatório.
“Enquanto aumentamos as expectativas de receita, continuamos a ver um valuation atrativo [para as ações], em 10 a 8x a razão P/L [preço sobre lucro] ajustado entre 2024 e 2025”, afirma o UBS BB.
A SBF atualmente negocia seus papéis em 11x seu índice P/L – bem abaixo de sua média histórica de 19x.
Uma razão preço/lucro mais alta costuma apontar para ações consideradas caras e/ou mais arriscadas, enquanto valores mais baixos, somados a expectativas de crescimento da empresa, podem ser sinais de papéis mais saudáveis para investir.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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