O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A fabricante de chips alcançou US$ 3,34 trilhões em valor de mercado nesta terça-feira (18), superando também a Apple (AAPL34)
Poucos dias após entrar para o "clube do trilhão", a Nvidia (BDR: NVDC34 / Nasdaq: NVDA) saiu do posto de segunda empresa mais valiosa do mundo e alcançou uma nova marca histórica nesta terça-feira (18).
Impulsionada pela demanda por seus chips usados para ferramentas de inteligência artificial (IA), a companhia fechou o pregão com alta de 3,56%, cotada a US$ 135,64 na Nasdaq. Com isso, a gigante da IA alcançou US$ 3,34 trilhões em valor de mercado, tornando-se a empresa mais valiosa do mundo.
Nos últimos dias, a empresa já havia superado o valor de mercado combinado da Amazon (AMZO34) e da Tesla (TSLA34). Depois, deixou para trás a Apple (AAPL34) e ficou atrás apenas da Microsoft (MSFT34) como a mais valiosa.
Nesta terça-feira, a ação da Microsoft, agora no posto de segunda empresa mais valiosa do mundo, fechou em queda 0,45%, cotada a US$ 446,34 — colocando o valor de mercado da big tech em US$ 3,32 trilhões.
Já a Apple ficou em terceiro lugar no "clube do trilhão", fechando em queda de 1,10%, cotada a US$ 214,24. A dona do iPhone agora vale US$ 3,28 trilhões.
A alta das ações ocorre na esteira do aumento do otimismo dos investidores com a inteligência artificial. A expectativa do mercado é que a Nvidia forneça a maior parte dos chips necessários para que a tecnologia rode.
Leia Também
Fundada há 31 anos para construir placas gráficas de PC para jogadores de videogame, a Nvidia hoje fabrica chips, semicondutores, softwares e hardwares. A empresa teve alta de 600% no lucro no primeiro trimestre, com as ações saltando quase 170% desde o início do ano.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital