O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os acionistas que tiverem ações da SYN (SYNE3) na carteira em 6 de dezembro terão direito ao pagamento
Os mercados já estão em clima de comemorações natalinas e quem vai receber uma visita antecipada do Papai Noel são os investidores da SYN (SYNE3). Isso porque a incorporadora listada na B3 anunciou nesta terça-feira (3) que concluirá o processo de redução de capital social no valor de R$ 560 milhões.
O montante corresponde a R$ 3,6686562684937500 por ação emitida pela própria empresa. O pagamento será realizado em 18 de dezembro, porém, para ter direito ao benefício, o acionista deve ser titular de ações SYNE3 em 6 de dezembro.
Já a partir de 9 de dezembro, os papéis passarão a ser negociados ex-direitos da redução de capital.
O processo já havia sido aprovado em Assembleia Geral Extraordinária em 2 de outubro. Já nesta segunda-feira (2), foi encerrado o prazo para oposição de credores à redução de capital, sem o registro de objeções.
Após o anúncio, as ações da empresa do segmento imobiliário passaram a ser negociadas em alta de 1,37%, por volta das 11h30.
VEJA MAIS: carteira que rendeu 470% acima do Ifix aponta 5 fundos imobiliários para buscar superar o índice
Leia Também
De acordo com o comunicado feito à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta manhã, o processo de redução de capital social da incorporadora não ocorrerá com cancelamento de ações
A SYN afirmou, através do documento, que considera o procedimento excessivo. Assim, sem o cancelamento de papéis, a estrutura acionária da companhia deve se manter inalterada.
O anúncio da redução de capital veio em meio ao pagamento de R$ 440 milhões em dividendos aos acionistas, em setembro.
Apesar da distribuição de proventos, o saco do Papai Noel da SYN ainda está cheio. Isso porque a antiga Cyrela Commercial Properties recebeu R$ 1,85 bilhão da XP Malls pela venda de participações de seis shoppings da companhia.
O valor da transação é um dos maiores no setor imobiliário.
LEIA TAMBÉM: XP Malls (XPML11): o que esperar da compra da participação em 6 shoppings da Syn (SYNE3)?
Além disso, no terceiro trimestre deste ano, a SYN registrou lucro líquido de R$ 22,6 milhões, um aumento de 534,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Segundo o comunicado, os investidores que possuem ações depositadas na B3 receberão o pagamento através de agentes de custódia.
Já os acionistas com papéis através do Banco Bradesco terão o valor depositado em conta. Vale ressaltar que é necessário estar com os dados cadastrais atualizados para receber o montante.
Para os acionistas que não são residentes do Brasil, o imposto será retido na fonte.
VEJA MAIS: como buscar um ‘desconto’ de até 63% em parte da sua declaração de Imposto de Renda em 2025
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil