O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O montante inclui novas fábricas, centros de armazenamento e avanço tecnológico
O ano de 2024 ainda não terminou, mas algumas empresas já estão anunciando planos bilionários de investimentos para os próximos anos. A Solar Bebidas, fabricante do Sistema Coca-Cola no Brasil, é uma delas.
Em fato relevante ao mercado nesta sexta-feira (29), a empresa anunciou que vai investir R$ 5 bilhões nos próximos cinco anos, sendo R$ 1,5 bilhão já no ano que vem.
Segundo a companhia, o montante será usado na modernização, fortalecimento e expansão das operações, incluindo a ampliação da capacidade produtiva e dos centros de armazenagem e transporte, a abertura de novas fábricas e investimentos em tecnologia.
A empresa também afirmou que mira a possibilidade de uma oferta pública inicial (IPO) de ações, como parte de seu plano de investimento para os próximos anos.
“O plano de investimentos considera, ainda, potenciais aquisições para os próximos anos, bem como a possibilidade de realização da abertura de capital da companhia”, afirmou.
A companhia pondera que os valores do plano de investimentos e as iniciativas a ele relacionadas consideram as informações atualmente disponíveis e está sujeito a diversos fatores de risco e incertezas, como condições de mercado, do cenário econômico do Brasil e do setor em que a Solar atua”, afirmou a fabricante da Coca-Cola em comunicado.
Leia Também
“Qualquer alteração na percepção ou nos fatores acima descritos pode impactar em resultados concretos distintos das intenções de investimento ora apresentadas.”
A empresa também esclareceu que até o momento não há proposta vinculante assinada ou definição sobre operações de aquisição ou outras operações no mercado de capitais.
LEIA MAIS: Advogado carioca libera acesso ao plano que gerou R$ 100 mil durante 74 meses consecutivos
A Solar Bebidas se coloca como a segunda maior fabricante do Sistema Coca-Cola no Brasil e um dos 15 maiores fabricantes da gigante de bebidas no mundo.
O Sistema Coca-Cola no país é composto por 37 fábricas. Além da Solar, a Andina, Bandeirantes, Brasal, Femsa, Sorocaba e Uberlândia também são franqueados.
A história da Solar começou nos anos 1970, quando as empresas Refrescos Cearenses e a Renosa iniciaram a operação de engarrafamento da marca nas regiões Norte e Nordeste. A formação oficial da Solar ocorreu em 2013, com a fusão da Refrescos Guararapes.
Atualmente, a companhia conta com 13 fábricas, 120 centros de distribuição (próprios e parceiros) e uma equipe de 19 mil colaboradores. Sua área de atuação abrange 70% do território brasileiro, atingindo 80 milhões de pessoas em mais de 2.500 municípios.
A companhia afirma ter capacidade para produzir cerca de 5 bilhões de litros de bebida por ano distribuída e uma rede de aproximadamente 400 mil pontos de venda nas regiões Norte, Nordeste, Mato Grosso e parte de Goiás e Tocantins.
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco