O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No total, o Santander atraiu R$ 56 bilhões em dinheiro novo de clientes, mais que o dobro do ano passado, contra R$ 60 bilhões da XP
O Santander Brasil (SANB11) passou longe de empolgar com os resultados de 2023, que saíram ontem. Mas pelo menos em algumas frentes o banco esboçou uma reação em relação à concorrência.
Foi o caso, por exemplo, da disputa com as plataformas de investimento — lideradas pela XP — pelo dinheiro dos investidores.
Depois de sofrer nos últimos anos, o Santander equilibrou o jogo e praticamente empatou com a XP na captação líquida de recursos em 2023.
No total, o bancão atraiu R$ 56 bilhões em dinheiro novo de clientes, mais que o dobro do ano passado. Enquanto isso, a XP captou aproximadamente R$ 60 bilhões, uma queda de quase 60%.
Quem notou a evolução foi o JP Morgan, que publicou um relatório com a comparação na captação de recursos de investidores pessoas físicas.
Para fazer a conta, os analistas excluíram tanto os números da Modalmais, que a XP passou a consolidar no ano passado, como da Toro, corretora que agora pertence 100% ao Santander.
Leia Também
Além da aquisição da Toro, uma das plataformas independentes que surgiram nos últimos anos, a estratégia do Santander para enfrentar os novos concorrentes envolveu a criação de uma espécie de "mini XP".
Em 2022, o banco lançou a rede AAA, com a contratação de assessores de investimento, em um modelo semelhante ao da XP.
Hoje são 1,4 mil profissionais nessa frente, mas a pretensão é chegar aos 2 mil nos próximos meses, de acordo com Mario Leão, CEO do Santander Brasil.
A dúvida do mercado agora é o quanto do avanço foi fruto desses esforços e o quanto se deveu à conjuntura de mercado. Afinal, o ambiente de juros altos dos últimos dois anos favoreceu os grandes bancos.
A expectativa do JP Morgan é que a XP volte a ganhar força na disputa com o processo de corte da taxa básica de juros (Selic).
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta