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Além do acordo com a Brasol, a Raízen também reduzirá sua operação de Mobilidade no Paraguai
A Raízen (RAIZ4) anunciou a venda de até 31 projetos de usinas de geração solar distribuída (UFVs) para a Brasol Sistemas de Energia Solar 18.
Os projetos têm capacidade nominal instalada agregada de até 128 megawatt-pico (MWp).
O montante bruto de caixa referente à diferença entre o valor da venda das usinas e os dispêndios restantes para o desenvolvimento dos projetos é de aproximadamente R$ 475 milhões.
A companhia receberá os valores referentes a estas operações à medida que os projetos forem desenvolvidos, construídos e transferidos ao comprador
Segundo a Raízen, a previsão é que os projetos comecem a partir de janeiro de 2025, com previsão de conclusão até março de 2027.
A operação, inclusive, já foi submetida à avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e aprovada sem restrições, de acordo com o comunicado.
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A Raízen informou que, mesmo após a venda dos projetos, seguirá atendendo clientes, sendo a contraparte adquirente da energia gerada dos ativos alienados aos compradores.
A empresa também anunciou que fechou um acordo com os acionistas da Raízen Paraguay para diminuir sua participação na operação de Mobilidade no Paraguai, de 50% para no máximo 27,4%.
Com essa mudança, a companhia deixará de gastar até US$ 54 milhões até novembro de 2026.
As mudanças ocorrem pouco tempo depois da saída de Ricardo Mussa do conglomerado de Rubens Ometto, onde ocupava os cargos de CEO da Cosan Investimentos e membro do conselho da Raízen (RAIZ4) e da holding Cosan (CSAN3).
“Obrigada” a arrumar a casa, a companhia anunciou uma reestruturação na diretoria executiva, órgão que é responsável pelo “gerenciamento dos negócios, bem como pela implementação das políticas e diretrizes gerais estabelecidas periodicamente pelo conselho de administração”, segundo a página de RI da empresa.
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
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