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Segundo Jean Paul Prates, a discussão sobre eventuais reajustes está sempre no radar
A alta do petróleo no mercado internacional costuma ser uma boa notícia para quem investe em nomes do setor de óleo e gás, como a Petrobras (PETR4). Por outro lado, o encarecimento da commodity também pode levar a uma conta maior na hora de encher o tanque do investidor.
O presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates, afastou, porém a necessidade de aumentar o preço dos combustíveis no curto prazo, apesar da alta do petróleo nos últimos dias.
A discussão sobre eventuais reajustes dos combustíveis está sempre no radar, com "um acompanhamento minuto a minuto dos mercados", afirmou o executivo nesta terça-feira (20) após lançamento do piloto do projeto Hisep, que separa petróleo do gás no fundo mar.
"Vamos resguardar o mercado brasileiro de oscilações desnecessárias", disse. "Essa alta (do petróleo) é de apenas uma semana, talvez seja um período curto ainda", completou Prates.
Ele explicou que no ano passado ocorreu o mesmo e não há razão para se pensar em reajuste agora. "Por enquanto, não", disse.
Vale relembrar que o aquecimento do petróleo ajudou, entre outros fatores, a Petrobras a quebrar um recorde na semana passada.
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O valor de mercado da estatal atingiu inéditos R$ 569 bilhões no fechamento da B3 na última sexta-feira (16). Desde outubro do ano passado, a empresa bateu nove recordes em valor de mercado.
Segundo Prates, o desempenho é resultado da volta da confiança dos investidores, que percebem a importância do trabalho feito na companhia, que indica lucratividade do portfólio, fortemente composto por projetos de petróleo e gás, principal área de atuação da empresa, além do reforço com responsabilidade em áreas de novas energias.
“O que nos parece é que o mercado, mais uma vez, mostra que compreendeu o nosso plano estratégico e as diretrizes que o presidente Lula colocou no seu plano de governo, que também balizam a nova gestão”, afirmou ele em um texto divulgado pela empresa.
Pelos dados da Petrobras, em 2023, o valor de mercado cresceu mais de R$ 150 bilhões e, nos últimos 12 meses, em torno de R$ 200 bilhões.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Agência Brasil


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