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O contrato com a Petrobras vem da época da privatização da Vibra, em 2019, quando a antiga BR Distribuidora garantiu direito de uso da marca por dez anos
O posto de gasolina da imagem acima e outros 8 mil em todo o país que fazem parte da Vibra Energia (VBBR3) terão de mudar de marca. Isso porque a Petrobras (PETR4) decidiu não renovar o contrato de licença com a empresa.
Mas a Vibra terá tempo para promover a mudança na rede, já que o compromisso com a Petrobras vai até junho de 2029.
Já do lado da Petrobras, a não renovação da licença permitirá a "eventual avaliação de novas estratégias de gestão de marca e oportunidades de negócios", de acordo com a estatal.
O contrato de uso da marca vem da época da privatização da Vibra, em 2019. Na ocasião, a antiga BR Distribuidora garantiu o direito de estampar o nome da Petrobras por dez anos.
Aliás, a venda da rede de postos sofreu críticas do presidente Lula ainda na época da campanha eleitoral. Com a vitória do petista, o mercado chegou a especular a possibilidade de a Petrobras fazer uma oferta para reestatizar a empresa.
Não por acaso, as ações da Vibra (VBBR3) acumulam valorização expressiva de mais de 50% nos últimos 12 meses na B3. No pregão de hoje, os papéis reagiam em queda de 0,67% por volta das 10h15, a R$ 22,35. A rede vale aproximadamente R$ 26 bilhões na bolsa.
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A Vibra diz que a possibilidade de perder a marca Petrobras já fazia parte dos planos de médio e longo prazo da empresa. O contrato previa que as partes poderiam comunicar o interesse de não renovar o acordo até 24 meses antes do fim do prazo.
"Tal comunicação não gera qualquer mudança na estratégia da companhia em relação aos seus revendedores e clientes em geral", ainda de acordo com a Vibra.
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Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen