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Para o banco, ainda que o spread de preços entre os papéis ON e PN tenha caído, essa diferença de valuation deve retornar aos níveis históricos
No exercício de adivinhação futurística, nem todas as bolas de cristal do mercado financeiro revelam as mesmas profecias — e dois bancões de investimento acabam de provar isso. Uma semana após o BTG Pactual projetar que o prêmio das ações da Petrobras (PETR3 e PETR4) continuaria estreito no futuro, o Itaú BBA chega nesta terça-feira (16) com uma visão contrária.
Na visão dos analistas, a “queridinha” PETR4, que possui maior liquidez na bolsa brasileira em relação a PETR3, deve perder espaço para os papéis ordinários.
Segundo o banco, ainda que o spread de preços atuais dos papéis tenha caído para o menor patamar em uma década, essa diferença de valuation deve retornar aos níveis históricos.
Nos últimos 10 anos, a diferença de preços entre as ações ordinárias da petroleira (ON, PETR3) e os papéis preferenciais (PN, PETR4) ficou próxima da média de 16%.
“Historicamente, o spread entre ON e PN tende a ficar acima da média em períodos de maior percepção de risco para o histórico de investimentos da empresa”, afirmam os analistas, em relatório.
Isso aconteceu durante a investigação da Operação Lava Jato, entre os anos de 2014 e 2016, e a greve dos caminhoneiros, em 2018.
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Nos últimos meses, porém, esse spread diminuiu para aproximadamente 4%. Mas, para o BBA, essa tendência deve se inverter daqui para frente.
O Itaú BBA manteve uma recomendação de “market perform” (equivalente a “neutro”) para os papéis PETR4, com um preço-alvo de R$ 38 por ação para o fim de 2024 — o que implica em uma leve desvalorização de 1,5% em relação ao último fechamento.
Para o Itaú BBA, a diminuição de prêmio das ações ordinárias da Petrobras em relação aos ativos preferenciais acompanhou duas notícias corporativas envolvendo a estatal.
A primeira delas foi o anúncio da nova política de remuneração aos acionistas da companhia, em julho de 2023, que manteve os mesmos níveis de distribuição de dividendos para os papéis ON e PN.
Vale lembrar que os papéis PETR3 garantem direito de voto em assembleias, enquanto as ações PETR4 dão prioridade para a distribuição de dividendos.
A segunda foi o início do programa de recompra de ações exclusivamente para ativos preferenciais, que começou em agosto do ano passado.
Acontece que, na visão dos analistas, o principal impulsionador da valorização de PETR3 em relação a PETR4 deve ser justamente o fim do programa de recompra.
No ano passado, a companhia anunciou a intenção de adquirir até 157,8 milhões de papéis preferenciais (PETR4) em circulação no mercado — e já completou 66% do programa até o fim de dezembro de 2023, acelerando a valorização das ações PN da petroleira.
Nas contas do banco, se a estatal mantiver esse ritmo de recompra, o programa poderia ser concluído até fevereiro, seis meses antes da data de fechamento prevista inicialmente — o que tornaria a ação PETR4 menos atraente do que os papéis ordinários.
Além disso, o spread entre PETR3 e PETR4 pode ser afetado pelos fluxos comerciais, segundo o Itaú BBA.
De acordo com os analistas, o maior apetite de investidores estrangeiros tende a ter maior impacto nas ações ordinárias, enquanto os investidores locais tendem a gerar um efeito maior sobre as ações preferenciais.
É importante ressaltar que a visão do Itaú BBA vai diretamente na contramão do último relatório do BTG Pactual sobre o spread entre PETR3 e PETR4.
Para os analistas do BTG, com as menores probabilidades de qualquer privatização da estatal atualmente, os investidores deveriam estar menos inclinados a comprar as ações ordinárias da Petrobras.
Segundo o banco, apesar de a vantagem relativa do investimento de PETR4 ser menor agora, os investidores não devem preferir a PETR3 com base apenas no desempenho histórico.
Além disso, o diretor financeiro da petroleira, Rodrigo Araujo Alves, abriu a possibilidade de estender o programa de recompra de ações, também baseado em papéis PETR4, o que proporciona um respaldo técnico adicional aos ativos preferenciais.
Outro pilar da tese do BTG para as ações da Petrobras é o nível de retorno com dividendos esperado para 2024. Nas projeções do banco, as duas classes de papéis podem entregar dividend yields muito semelhantes neste ano.
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