O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco digital foi a única empresa latino-americana da categoria Titãs do ranking global em 2024, ao lado de nomes como Amazon e Nvidia
Depois de fechar o último pregão como banco mais valioso da América Latina pela primeira vez em dois anos, ultrapassando o Itaú (ITUB4), o Nubank (ROXO34) foi incluído na lista das 100 empresas mais influentes do mundo da revista Time pela terceira vez.
O banco digital aparece na lista TIME100 Most Influential Companies de 2024 na categoria Titãs, ao lado de gigantes globais como Amazon, Nvidia, Microsoft e Disney. O Nu é a única empresa latino-americana da categoria, que inclui ainda Pfizer, Bank of American, TikTok, BYD e Saudi Aramco.
A revista americana destaca que o Nubank é o banco digital mais valioso do mundo e que, numa economia cada vez mais digitalizada, as 1,4 bilhão de pessoas desbancarizadas ficam para trás.
"Você é completamente marginalizado", disse David Vélez, CEO do Nu, à publicação. "Você acaba basicamente impedido de participar do desenvolvimento econômico."
A Time destaca ainda o fato de que o banco digital bancarizou 22 milhões de pessoas, foi o primeiro neobanco fora da Ásia a atingir mais de 100 milhões de clientes e atingiu US$ 1 bilhão de lucro em 2023, um feito "inédito para qualquer banco ocidental exclusivamente online."
O Nubank integrou a lista de empresas mais influentes da Time pela primeira vez em 2021, na categoria Líderes, e depois novamente em 2022, na categoria Titãs.
Leia Também
A TIME100 reúne as 100 empresas que geram um impacto extraordinário no mundo, segundo a revista Time, a partir de indicações de editores e correspondentes da revista, além de especialistas em diversas indústrias. Os critérios para a lista final envolvem relevância, inovação, impacto, liderança e sucesso.
Na última quarta-feira (29), o Nubank fechou o pregão como banco mais valioso da América Latina pela primeira vez em dois anos, ultrapassando o Itaú.
O banco digital terminou a sessão com um valor de mercado de US$ 58 bilhões, o equivalente a R$ 299,2 bilhões, enquanto o rival fechou avaliado em US$ 56 bilhões, cerca de R$ 288,6 bilhões.
O Nubank estreou na bolsa, em 2022, em primeiro lugar entre os bancos latino-americanos, mas acabou se desvalorizando, perdendo a coroa. Porém, recentemente as ações do banco roxo engataram uma forte alta, recuperando o valor de mercado perdido. No ano, os papéis da fintech acumulam valorização de quase 47%.
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional
Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais
Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes
A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012
A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto
Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE
A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto
Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado