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Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

PASSA-SE O POSTO

Grupo Pão de Açúcar (GPA) quer vender redes de postos de gasolina e pode levantar até R$ 450 milhões com operação

Em comunicado enviado à CVM, a companhia busca reduzir essa alavancagem por meio da venda de ativos “non core” — isto é, que não fazem parte do negócio principal do GPA

Renan Sousa
Renan Sousa
23 de fevereiro de 2024
11:08 - atualizado às 11:09
Fachada da sede do Grupo GPA, dono da rede Pão de Açúcar (PCAR3)
Imagem: Divulgação

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) está em busca de voltar a ser uma das estrelas entre as maiores varejistas do país.

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Assim, a companhia informou nesta sexta-feira (23) que pretende vender sua rede de postos de gasolina, visando a redução da alavancagem financeira. No total, são 66 pontos de operação.

O plano de reestruturação parece ter dado frutos, “apesar de estar apenas na metade do trabalho”, segundo o CEO. Na noite da última quarta-feira (21), a rede varejista reportou seu balanço do quarto trimestre de 2023, que ainda apresentou prejuízo, mas bem inferior às estimativas dos analistas.

Os resultados do Pão de Açúcar (PCAR3) foram bem recebidos por analistas e inicialmente também pelo mercado.

Esse otimismo se refletiu nas ações PCAR3, que chegaram a subir quase 1% no início do pregão do dia seguinte.

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Pão de açúcar vende postos de gasolina

Em comunicado enviado à CVM, a companhia busca reduzir essa alavancagem por meio da venda de ativos “non core” — isto é, que não fazem parte do negócio principal do GPA. 

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Nesse contexto, o grupo informou que a avaliação interna estima que a venda desses ativos possa atingir montantes de até R$ 450 milhões.

Os postos estão localizados em diversas regiões do Brasil e a aquisição também inclui a sede administrativa da rede, na cidade de São Paulo.

No entanto, a empresa esclarece que, até o momento, não celebrou qualquer acordo para a venda desses ativos.

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Houve apenas uma antecipação na submissão de documentos junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a venda dos postos.

Os termos e condições mais específicos ainda estão em negociação e a conclusão depende do cumprimento de certas condições, incluindo a celebração dos contratos definitivos.

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