O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O pedido já foi pré-acordado com os principais credores, que detêm 54,5% dos débitos do Grupo
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) entrou com pedido de recuperação extrajudicial para dívidas que somam R$ 4,1 bilhões. O comunicado foi enviado à CVM na noite do último domingo (29), ainda que a decisão tenha sido tomada em reunião do Conselho de Administração na última quinta-feira (25).
Assim, houve uma renegociação com os principais credores para o aumento do prazo das dívidas relacionadas às 6ª, 7ª, 8ª e 9ª séries de debêntures da varejista, passando de 22 meses para 72 meses. O pedido já foi pré-acordado com os principais credores, que detêm 54,5% dos débitos do Grupo.
Como contrapartida, os principais bancos credores ganham o direito de converter 63% dos valores que lhes são devidos em ações da varejista.
É esperado ainda que a mesma oferta seja aplicada também aos demais credores pulverizados — dentre eles, pessoas físicas.
Segundo o comunicado da empresa, o custo médio dessas debêntures era de CDI + 2,7% e passou a ser de CDI + 1,2% para o novo prazo. Nos cálculos da empresa, o novo perfil da dívida preservaria R$ 1,5 bilhão somente em 2024 e um acumulado de R$ 4,3 bilhões de caixa até 2027.
O acordo inclui uma carência de 24 meses para pagamentos de juros e 30 meses para pagamento de principal.
Leia Também
Em outras palavras, antes da renegociação, a empresa teria que desembolsar R$ 4,8 bilhões até 2027. Agora, a empresa terá de arcar com apenas R$ 500 milhões no mesmo prazo.
A operação inclui apenas dívidas financeiras sem garantias, como debêntures e CCBs emitidas junto aos bancos.
Vale lembrar que o Bradesco (BBDC4) possui R$ 953 milhões em debêntures, e o Banco do Brasil (BBAS3), R$ 1,272 bilhão, o que representa 54,5% do total das emissões contempladas no plano.
O Grupo Casas Bahia reportou prejuízo líquido de R$ 1 bilhão no quarto trimestre de 2023. Trata-se de um número mais de quatro vezes pior do que o prejuízo de R$ 163 milhões no último trimestre de 2022.
O Ebitda (sigla para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado do trimestre também foi negativo. Ele ficou R$ 163 milhões no vermelho, uma piora de 74% ante um ano antes.
As linhas de receita também mostraram piora. A receita bruta foi de R$ 8,8 bilhões no trimestre, uma queda de 15,5%. Já a receita líquida baixou de R$ 8,8 bilhões para R$ 7,4 bilhões no mesmo recorte.
A Casas Bahia também fechou 17 lojas no quarto trimestre, elevando a 55 o número de estabelecimentos desativados desde o início da reestruturação. Além disso, quatro centros de distribuição foram readequados.
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.