O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas veem potencial de queda limitado para Cogna após queda de quase 60% no ano
Na expectativa de que o setor de educação tenha um crescimento sólido nos lucros ainda em 2024, os analistas do Bank of America (BofA) elevaram a recomendação das ações da Cogna (COGN3) de “underperform”, equivalente à “venda”, para neutra.
Apesar da melhora, o grupo de educação ainda não foi “aprovado” entre as ações analisadas pelo banco. Isso porque o BofA reduziu o preço-alvo para os papéis COGN3, de R$ 2,5 para R$ 1,7 — que representa um potencial de valorização de apenas 19% em relação ao preço da ação no fechamento anterior, quando os papéis foram negociados a R$ 1,43.
Segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira (12), a mudança na perspectiva do banco reflete as melhores tendências operacionais e potencial de queda limitado das ações da empresa. Os papéis da companhia acumulam uma forte queda de quase 60% desde o início do ano.
“A Cogna apresentou crescimento consistente da receita bruta, expansão da margem Ebitda [lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação] e geração de caixa operacional aprimorada, refletindo uma redução recente nos campi e uma reviravolta em seu portfólio de cursos”, afirmam os Flavio Yoshida, Mirela Oliveira e Gustavo Tiseo.
Entretanto, a projeção de lucro por ação (LPA) do próximo ano foi cortada pelo banco americano em 16%, levando também ao ajuste no potencial de valorização dos papéis.
Para os analistas do Bank of America, ainda não é possível perceber as contribuições significativas na receita bruta da companhia de investimentos recentes, como a rede de franquias Anglo-Start e a Vasta B2G, que também fazem parte do grupo educacional.
Leia Também
Embora os analistas tenham melhorado as perspectivas para a Cogna (COGN3), o grupo Ânima (ANIM3) é o favorito do BofA no setor brasileiro de educação, segundo o relatório.
Com valuation descontado e momento positivo dos lucros, a Ânima também tem outras qualidades. Entre elas, os analistas destacam “a expansão da margem Ebitda impulsionada pelo aumento das mensalidades e controles de custos rigorosos”.
Além disso, a companhia é beneficiada pela desalavancagem bem-sucedida e riscos regulatórios limitados devido à sua baixa exposição a cursos de ensino à distância.
Diante disso, o banco tem recomendação de compra para as ações ANIM3, com preço-alvo ajustado de R$ 5,5 para R$ 6 — equivalente a um potencial de valorização de 83%.
Veja projeção de rendimento de R$ 5 mil em um ano. Ferramenta te ajuda a simular a melhor estratégia de investimentos para sua carteira. Confira aqui
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir