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ÁGUA NO CHOPE

Após queda de 19% no ano, XP rebaixa recomendação para ações da Ambev (ABEV3)

Corretora cita “riscos baixistas” para a ação da Ambev, como insumos mais caros e potencial limitado de crescimento de lucro

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18 de junho de 2024
13:00 - atualizado às 13:28
ambev abev3 balanço 2t22
Imagem: Freepik/Montagem: Julia Shikota

Quem não gosta de uma pechincha, não é mesmo? Quando se trata de ações, comprar papéis baratos pode ser uma janela de oportunidade. No caso da Ambev (ABEV3), a queda de 19% no acumulado do ano nos papéis da companhia deu um “brilho nos olhos” dos investidores.

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No entanto, essa atratividade não convenceu os analistas da XP Investimentos. Nesta semana, a corretora rebaixou a recomendação de compra para as ações da fabricante de bebidas para neutra. O motivo? "Riscos baixistas", como o potencial limitado de crescimento de lucro.

A XP projeta um preço-alvo de R$ 13,90, o que representa um potencial de valorização de 23% em relação ao fechamento do papel no pregão de ontem (17).

Em relatório, a corretora destacou o desempenho aquém do esperado nas operações internacionais da Ambev, especialmente na Argentina. Esse fator, entre outras motivações, comprometeu as projeções de lucros da companhia, mudando a visão da XP.

Cerveja mais cara?

De acordo com a análise do relatório, o potencial operacional robusto do Brasil manteve um certo grau de otimismo entre os investidores, devido à recuperação da margem que reflete os custos mais baixos das commodities e o desempenho positivo da receita. 

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No entanto, no caso da Ambev, a corretora estima que os preços dos principais insumos da fabricante de cerveja "ultrapassaram os níveis de 2023". E isso deve se repetir em 2025, já que o CPV/hl, o custo dos produtos vendidos, deve aumentar para a Ambev no ano que vem.

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Demanda fraca e cenário desfavorável

Segundo a corretora, o setor de bebidas no país estava apresentando um desempenho promissor, aumentando o otimismo do mercado em relação à dinâmica de curto prazo. 

Entretanto, o cenário mudou de figura nos últimos dois meses, de acordo com a corretora. Agora, a projeção é de risco de queda no consumo de cereja para o restante do ano. "Isso provavelmente limitará a alavancagem operacional da empresa", afirma a XP. 

Além disso, é preciso colocar na conta o período desfavorável no setor e uma competição mais acirrada no mercado de bebidas.

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Somando todos estes fatores, a expectativa é de melhorias mais modestas nas linhas abaixo do Ebitda – soma dos lucros da empresa antes de subtrair os juros, impostos, depreciação e amortização –, o que pode limitar o crescimento dos lucros. 

Apesar do relatório, os papéis da ABEV3 subiam 0,80% nesta terça-feira, cotados a R$ 11,33.

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