O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ambev não detalhou quais seriam os motivadores da mudança, mas há de se levar em conta algumas hipóteses e fatos recentes
2025 será um ano de mudanças estratégicas também na Ambev (Abev3). A empresa anunciou que, a partir de 1º de abril de 2025, Guilherme Fleury de Figueiredo Ferraz Parolari assumirá o cargo de Diretor Vice-Presidente Financeiro, de Relações com Investidores e de Serviços Compartilhados.
O novo CFO da Ambev entra no lugar de Lucas Machado Lira, que ocupa o cargo até o final de março de 2025. O mandato do novo diretor será válido até 31 de dezembro de 2027.
Parolari vem diretamente da AB InBev, onde hoje é Vice-Presidente Financeiro de Fusões e Aquisições. Sua experiência sugere que a Ambev esteja em busca de um alinhamento maior mais com a estratégia global da controladora, especialmente em áreas como fusões, aquisições e gestão financeira integrada.
De acordo com o fato relevante divulgado pela empresa, "a transição reforça o compromisso da Ambev com a continuidade e a inovação em sua gestão financeira, alinhada às práticas globais do grupo AB InBev, do qual a companhia faz parte".
A Ambev não detalhou quais seriam os motivadores da mudança, mas há de se levar em conta algumas hipóteses e fatos recentes para tanto.
Primeiro, Fleury pode fortalecer a confiança com investidores e deixar a empresa no Brasil mais alinhada com a controladora, graças a bagagem de anos no mercado financeiro, em grandes bancos de investimentos e empresas de consumo. Por lá, ele usou também sua experiência em desenvolvimento de novos negócios e governança para liderar principais operações de desalavancagem feitas globalmente pela Ab Inbev, desde 2020.
Leia Também
Além disso, ele também foi um dos responsáveis por criar a área financeira de bebidas Não-Alcoólicas da companhia, primeiro no Brasil e depois na controladora global. Um domínio financeiro e estratégico em transações complexas que o deixaria potencialmente mais alinhado com os próximos passos globais da gigante de bebidas.
Não é pouca coisa quando se leva em conta a complexidade também dos desafios atuais dos negócios, que englobam mudanças de comportamentos de consumidores, flutuações cambiais e juros altos.
No caso da Ambev, não tem sido diferente. No 3T34, a companhia registrou um grande aumento de despesas com impostos, receita líquida de R$ 22,096 bilhões, um incremento de 8,8% em relação ao mesmo período de 2023, e queda no lucro líquido de 11,4%, no comparativo anual, atingindo um total de R$ 3,566 bilhões no período.
Para uma empresa cujos números apresentam melhorias recorrentes, os resultados passaram a refletir nas ações, que acumulam uma queda de 5,46% nos últimos 12 meses.
Hoje, por volta das 11h30, os papéis estavam sendo negociados a R$ 12,97 na B3, uma queda de 0,99%.
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026