O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo informações da Bloomberg, a próxima geração da assistente virtual será alimentada por modelos de linguagem avançados (LLMs)
A Apple quer entrar de vez na corrida pela inteligência artificial (IA). Depois de lançar o Apple Intelligence no iPhone 16, a gigante de Cupertino está intensificando seus esforços para lançar uma versão mais interativa da assistente digital Siri, segundo a Bloomberg.
De acordo com o site, a próxima geração da assistente será alimentada por modelos de linguagem avançados (LLMs). Trata-se de um mecanismo que permite a aplicações baseadas em inteligência artificial reconhecer e gerar conteúdo em texto, basicamente.
Com as novas tecnologias integradas à Siri, a assistente poderá processar comandos complexos de maneira ágil e permitir interações mais naturais com os usuários.
A reformulação da Siri, que está no mercado há 13 anos, representa mais um passo estratégico para posicionar a Apple como uma das líderes em inteligência artificial.
No mês passado, a big tech lançou o Apple Intelligence, parceria da empresa com o ChaGPT da OpenAI. É importante lembrar que a tecnologia ainda está em versão beta, portanto, a maioria das funcionalidades prometidas devem chegar só em 2025.
Mesmo assim, a IA já permite resumo de anotações, mudar o tom das mensagens para torná-las mais profissionais ou mais informais, e transformar textos em tabelas ou listas.
Leia Também
A nova assistente aprimorada da dona do iPhone, apelidada internamente de “LLM Siri”, está sendo desenvolvida com o objetivo de melhorar a experiência do usuário.
Segundo a Bloomberg, a tecnologia está em fase de testes em dispositivos como iPhones, iPads e Macs, funcionando inicialmente como um aplicativo separado.
No futuro, no entanto, a ideia é que a nova ferramenta substitua a interface atual da Siri.
Ainda segundo a Bloomberg, a previsão é de que a reformulação seja anunciada oficialmente pela Apple em 2025, como parte das atualizações de software do iOS 19 e macOS 16.
Entretanto, a nova Siri só deve ser disponibilizada ao público em 2026, embora esse cronograma possa ser ajustado conforme o avanço do projeto.
A nova Siri será alimentada por novos modelos de inteligência artificial desenvolvidos pela Apple, proporcionando interações mais humanas e uma capacidade de realizar tarefas que se aproximam do que plataformas como ChatGPT e Gemini oferecem. Também será possível acessar funcionalidades da Apple Intelligence, como escrever e resumir textos.
Apesar de a Apple ter anunciado “uma nova era” para a Siri em junho deste ano, quando apresentou sua plataforma de IA, as mudanças até agora foram mais estéticas.
Enquanto desenvolve sua própria IA, a Apple deve integrar o ChatGPT ao Apple Intelligence já no próximo mês e, posteriormente, adicionar outras opções de chatbots, como o Gemini.
A ideia central da nova Siri é incorporar essas capacidades de IA diretamente nos serviços da Apple, com foco em garantir a privacidade dos usuários.
No entanto, a empresa continuará oferecendo acesso a sistemas de inteligência artificial de terceiros para casos que demandem funcionalidades ou informações específicas.
*Com informações da Bloomberg
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese