O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O assunto voltou à tona na resposta a um ofício da CVM, que solicitou esclarecimentos sobre as recentes declarações de José Luciano Eduardo Penido
Mais de um mês após a carta de renúncia do cargo de conselheiro da Vale (VALE3) causar barulho no mercado — especialmente por conta da acusação de "nefasta influência política" no processo sucessório da companhia —, o empresário José Luciano Eduardo Penido alegou que o documento não tinha o objetivo de "apontar irregularidades no processo de definição do presidente da empresa.
O assunto voltou à tona na resposta a um ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que solicitou esclarecimentos sobre as declarações de Penido.
O empresário entregou o cargo no conselho de administração da mineradora em 11 de março. No dia seguinte, uma carta enviada por ele ao presidente do CA, Daniel Stiler, e a dois diretores executivos da companhia, começou a circular pela imprensa.
Penido foi voz contrária a da maioria do colegiado em reunião realizada em 8 de março, que discustiu a abertura do processo do atual CEO, Eduardo Bartolomeo.
"Apesar de respeitar decisões colegiadas, em minha opinião o atual processo sucessório do CEO da Vale vem sendo conduzido de forma manipulada, não atende ao melhor interesse da empresa, e sofre evidente e nefasta influência política", dizia o documento divulgado na época.
Agora, o empresário afirma que, ao mencionar a existência de vazamentos, manipulações e influências políticas, referia-se a fatos de que tomou conhecimento via notícias veiculadas nos principais meios de comunicação do país. "Não disponho de elementos comprobatórios do que a imprensa vem publicando".
Leia Também
Vale relembrar que as discussões sobre uma possível troca no comando da mineradora geraram ruído no mercado e pressionaram as ações da companhia.
A nomeação de um novo ocupante para a cadeira de CEO foi alvo de uma batalha onde estavam, de um lado, a japonesa Mitsui — que detém 6,31% da mineradora — e a Cosan. Do outro, a Previ — com 8,71% — e o Bradesco. E, no meio de todos, o governo.
Os nomes do ex-CEO da Suzano, Walter Schalka; da Cosan, Luís Guimarães e; o ex-presidente do Banco do Brasil e da Cielo, Paulo Caffarelli, eram cotados.
No início do ano, até o nome do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, apareceu como opção do governo, mas a forte penalização pelo mercado, por meio das ações, inviabilizou a indicação.
No final das contas, nada muda por enquanto: o mandato de Bartolomeo foi estendido até 31 de dezembro de 2024 e o novo processo de sucessão só deve começar no próximo ano.
O executivo também deve apoiar a transição para a nova liderança no início de 2025. Bartolomeo atuará como advisor da mineradora até 31 de dezembro de 2025.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas