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Mesmo se desacelerar, IBC-Br de outubro não altera sinalizações de alta dos juros para as próximas reuniões
O ex-ministro Pedro Malan disse certa vez que, no Brasil, até o passado é incerto. Em determinados assuntos, porém, parece preciso acrescentar: até a morte é incerta.
O fato de hoje ser uma sexta-feira 13 é mera coincidência para a temática de gosto duvidoso.
A questão é que, vez por outra, nos deparamos com “obituários” de políticos, de artistas ou de atletas abalados por crises aparentemente incontornáveis — mas ainda vivos, acrescente-se.
Eis que a pessoa se recupera, dá a volta por cima, protagoniza um retorno triunfal e queima a língua de todos aqueles que atestaram a suposta “morte”.
Mas não são apenas as editorias de política, cultura e esportes que estão sujeitas a precipitações do gênero. Também acontece nos cadernos de economia e finanças.
Não faz nem cinco anos que a taxa básica de juros no Brasil encontrava-se a 2,00% ao ano. A Selic nunca esteve tão baixa quanto no período entre 5 de agosto de 2020 e 17 de março de 2021.
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Havia fila de gente para atestar a suposta morte da renda fixa. No entanto, era um momento extremo. A pandemia provocava incerteza em múltiplos aspectos.
Além disso, o Brasil não é um país com histórico de juros baixos. Mais cedo ou mais tarde, a Selic iria subir. E assim aconteceu, numa velocidade poucas vezes vista antes.
Agora, mesmo com os juros altos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) encontra-se no meio de mais um ciclo de aperto monetário.
A Selic acaba de subir para 12,25% ao ano — e mais duas altas de um ponto porcentual estão contratadas para as próximas reuniões.
Isso tem feito muita gente fugir do mercado de ações.
Mas antes que alguém apareça para agora atestar a morte da renda variável, o colunista Ruy Hungria adverte: diante da Selic em alta e da disparada do dólar, é hora de ajustar sua carteira, sim, mas sem exageros.
Meteorologistas antecipam uma mudança repentina do clima em São Paulo.
Depois de uma semana de intenso calor, o tempo já começa a virar hoje à noite e deve chover durante todo o fim de semana na capital paulista, entrando pela segunda-feira.
Nem dá para culpar a sexta-feira 13. Dizem que essa coincidência de dias calor durante a semana com chuva no finde é rara, mas acontece com frequência.
Para além da previsão de chuvas, esse movimento de mudança repentina do clima vem atrapalhando quem produz moda.
O jeito é se adaptar.
Em entrevista exclusiva à Tatiana Vaz, o CEO da Veste, Alexandre Afrange, contou como a dona de marcas como Le Lis, Dudalina e John John está se adaptando às mudanças climáticas e avisou: “Não vamos tomar atalho na estratégia só para agradar a qualquer custo”.
A íntegra da entrevista você confere aqui.
Enquanto isso, em dia de agenda econômica fraca, o Ibovespa reage hoje ao IBC-Br de outubro. A expectativa é de desaceleração.
MENOS RISCOS, MAIS DIVIDENDOS?
AQUISIÇÃO
BTG Pactual vai às compras e leva para casa 100% da Clave Capital — negócio muda o comando de uma titã do banco na América Latina. O banco já tinha 30% da gestora com R$ 6 bilhões em ativos e agora assume o controle total em uma operação estratégica.
RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Oi (OIBR3) confirma Marcelo Milliet, ex-presidente da Paranapanema (PMAM3), como novo CEO da operadora. A nomeação do novo CEO da empresa foi oficializada após a assembleia geral de acionistas realizada na quarta-feira (11), que elegeu a nova diretoria.
VEM TICKER NOVO POR AÍ?
Após 15 anos — e muito juro pela frente —, IPO do Bradesco Seguros pode finalmente sair do papel? Bancões têm altas expectativas que sim. Oferta colocaria banco ao lado de outras instituições que já tem seus segmentos de seguros com capital aberto em bolsa
DECISÃO À VISTA
Martelo (quase) batido: STF forma maioria para isentar PGBL e VGBL de ITCMD, o imposto sobre heranças, após morte do titular. Considerada inconstitucional por 6 dos 11 ministros da Corte, cobrança não poderá mais ser feita por estados.
EM XEQUE
Dólar vai acima de R$ 7 ou de volta aos R$ 5,20 em 2025: as decisões do governo Lula que ditarão o futuro do câmbio no ano que vem, segundo o BTG. Na avaliação dos analistas, há duas trajetórias possíveis para o câmbio no ano que vem — e a direção dependerá quase que totalmente da postura do governo daqui para frente.
NEM PRECISA DE BOLA DE CRISTAL
Depois do adeus de Campos Neto com alta da Selic, vem aí a decisão dos juros nos EUA — e o mercado diz o que vai acontecer por lá. Novos dados de inflação e emprego da maior economia do mundo deixam mais claro qual será o próximo passo do Fed antes da chegada de Donald Trump na Casa Branca.
CONFLITO DE INTERESSES
Trump, Witkoff e Justin Sun: a ligação entre as criptomoedas e a política dos EUA no Oriente Médio. Reportagem da Reuters destacou ligação de token criado por Trump com criptomoeda utilizada por grupos terroristas.
UMA ESCOLHA 'FÁCIL'?
Um retorno histórico? Por que Donald Trump foi nomeado a Pessoa do Ano da revista Time pela segunda vez. Publicação justificou a escolha do republicano por ter liderado “um retorno de proporções históricas”.
LEVANTAMENTO
‘Morte política’ de Bolsonaro e Lula forte em 2026? Veja o que a pesquisa Quaest projeta para a próxima eleição presidencial. Da eleição de 2022 para cá, 84% dos entrevistados não se arrependem do voto, mostrando que a polarização segue forte no país.
ELA ESTÁ CHEGANDO
Mais um passo: Senado aprova texto-base que regulamenta a reforma tributária com benefícios à Zona Franca de Manaus e ampliação do cashback. Como foram feitas modificações pelos senadores, o projeto retornará à Câmara para nova apreciação dos deputados.
FALHA DE SEGURANÇA
Dogecoin (DOGE) escapa por um fio — hacker explora falhas e derruba 69% da rede após alerta na rede X. O ataque poderia ter derrubado toda a rede da criptomoeda, mas o hacker tinha outros objetivos.
DEPOIS DO COPOM
Ninguém escapa da Selic a 12,25%: Ações do Carrefour (CRFB3) desabam 10% e lideram perdas do Ibovespa, que cai em bloco após aperto de juros pelo Copom. O desempenho negativo das ações brasileiras é ainda mais evidente entre as empresas cíclicas e companhias que operam mais alavancadas.
PAPEL E CELULOSE
Suzano (SUZB3) revisa estimativas de custos devido à alta do dólar e da inflação e ações caem na B3 durante Investor Day. O CEO da empresa de papel e celulose, Beto Abreu, disse que investidores não deveriam esperar por uma grande aquisição da companhia nos próximos anos.
ENERGIA
Na mira da privatização, Cemig (CMIG4) divulga plano de investimento bilionário para os próximos cinco anos. Segundo a companhia mineira de energia, a maior parte do montante anunciado será direcionada para o segmento de distribuição
CRESCIMENTO DO VAREJO
Acionistas da Lojas Renner (LREN3) aprovam incorporação de administradora de cartões e aumento de capital em meio bilhão de reais. A incorporação da Renner Administradora de Cartões de Crédito (RACC) não acarretará em emissão de novas ações ou impacto financeiro para a varejista, por se tratar de uma subsidiária.
SAÚDE!
Happy Hour garantido para os acionistas da Ambev (ABEV3): Gigante das cervejas vai distribuir R$ 10,5 bilhões em dividendos e JCP. A chuva de proventos da Ambev deve pingar em duas datas. Os JCP serão pagos em 30 de dezembro deste ano, enquanto os dividendos serão depositados em 7 de janeiro de 2025.
DIVIDENDOS MELHORES?
Alupar (ALUP11) anuncia recompra de ações: o que isso significa para investidores da empresa de energia elétrica? Programa de aquisição de units representa a 1,17% do capital social da empresa.
QUEM DÁ MAIS
Desconto de 26,6% garante vitória da CCR (CCRO3) em leilão do Lote 3 de pedágio em rodovias do Paraná. A concessão abrange quatro rodovias estaduais e três federais, que atravessam 22 cidades, com um prazo de 30 anos.
VAI PINGAR NA CONTA
Fim do BCFF11: Fundo imobiliário vai pagar amortização de R$ 113 milhões aos cotistas; confira os próximos passos do FII. A amortização do caixa do BCFF11 faz parte da operação de incorporação do fundo imobiliário ao BTG Pactual Hedge Fund (BTHF11).
ATENÇÃO, ACIONISTA!
Dividendos e JCP: Localiza (RENT3) e Neoenergia (NEOE3) pagam juntas mais de R$ 700 milhões em proventos — mais empresas pagarão uma bolada. A Isa Energia Brasil (ISAE3) aprovou o pagamento de R$ 1,56 bilhão em Juros Sobre Capital Próprio, correspondente a R$ 2,36 por ação.
FUSÕES E AQUISIÇÕES
Negócio da China? Ação da Aeris (AERI3) dispara na B3 após oferta da Sinoma Blade pelo controle da fabricante de pás eólicas. Embora tenha havido interesse, a companhia destacou que, até o momento, não existem negociações avançadas sobre a transação.
AS TOP PICKS DO TURISMO
Planejando a próxima viagem? Revista especializada elege os melhores destinos e companhias aéreas de 2024. Leitores da Travel Weekly escolheram os vencedores em mais de 90 categorias dentro da indústria do turismo.
A NOVA ERA DO TURISMO
Turismo de luxo não é Paris: viajantes endinheirados buscam autenticidade e destinos fora do padrão. Anuário de Tendências de Luxo 2025 mostra o que os turistas de alto padrão estão buscando e priorizando nas viagens; veja os destaques.
ALÉM DE BOLSAS
Depois de adquirir a dona do Copacabana Palace, LVMH dá mais um passo no segmento de hotelaria de luxo. Grupo de hotéis boutique já tem presença na França, Espanha e Itália com ‘hotelaria de experiência’.
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