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A bolsa brasileira vem de seis sessões positivas em sequência, acumulando uma alta de quase 6% nesse intervalo; dólar começa o dia abaixo de R$ 5,45
O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, está afiando o facão. A frase é meramente ilustrativa, mas é como os participantes do mercado financeiro têm imaginado a figura do mais poderoso banqueiro central do mundo.
Crescentes sinais de uma forte desaceleração da economia dos Estados Unidos reacenderam o alerta quanto aos riscos de uma recessão na maior economia do mundo.
Isso ocorre porque a taxa de juros nos EUA encontra-se há mais de um ano no nível mais elevado desde o início do milênio.
A freada da economia norte-americana, portanto, já era esperada. Mas os participantes do mercado agora temem que a dose de juros altos tenha sido exagerada.
É nesse contexto que os analistas tentam antecipar a extensão do corte das taxas nos EUA na reunião de política monetária de setembro.
O alívio nos juros é dado como certo. A dúvida é se o corte será de 25 ou 50 pontos-base. Isso vai depender dos indicadores econômicos que vierem à tona nas próximas semanas.
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Depois da desaceleração do índice de preços ao produtor, ontem, os analistas esperam estabilidade na inflação ao consumidor norte-americano em julho, com leve arrefecimento dos núcleos na comparação anual.
Se as projeções se confirmarem, o Ibovespa ganha espaço para dar continuidade ao rali desta primeira quinzena de agosto.
A bolsa brasileira vem de seis sessões positivas em sequência, acumulando uma alta de quase 6% nesse breve intervalo. Ao mesmo tempo, o dólar começa o pregão de hoje abaixo de R$ 5,45.
Enquanto Powell afia o facão, o Ibovespa também repercute nesta quarta-feira a reta final da temporada de balanços.
Hoje pela manhã, por exemplo, o banco BTG Pactual reportou mais um resultado recorde.
Já a queda do minério de ferro lá fora pesa sobre os ADRs da Vale em Nova York.
Os investidores também monitoram o trâmite de itens da pauta econômica em Brasília, entre eles a renegociação da dívida dos Estados, a desoneração da folha e o Refis das dívidas previdenciárias dos municípios.
BALANÇO DO SEGUNDO TRIMESTRE
Nubank: lucro dobra no segundo trimestre e retorno supera Itaú, mas inadimplência cresce. Banco registrou lucro líquido de US$ 487,3 milhões, o que representa uma alta de 116% na comparação com o segundo trimestre do ano passado.
‘VITÓRIA’ DOS SHORTS?
Ambipar desaba mais de 30% em meio à disputa entre comprados e vendidos nas ações na bolsa. É o fim da disparada histórica? Mesmo com a derrocada, as ações da Ambipar ainda acumulam valorização de 718% em apenas dois meses na B3.
TÁ MORNO...
Ibovespa não sobe e dólar não baixa: pesquisa do BofA com gestores vê bolsa ‘andando de lado’ até o fim do ano. Apesar de não projetarem uma guinada do mercado de ações, os entrevistados ainda veem o Brasil como destaque na economia.
TEM RESERVA PARA CHUCHU
Campos Neto vai intervir no dólar? O que o presidente do BC disse sobre o câmbio após disparada da moeda a R$ 5,86 — e sobre um novo corte de juros. RCN afirmou que a autoridade monetária trabalha com a expectativa de desaceleração da economia dos Estados Unidos.
NÃO DEU CERTO
Porto Seguro encerra serviço de carro por assinatura e preocupa clientes. Usuários do Carro Fácil da Porto Seguro reclamam de demora nos atendimentos e das mensagens para a devolução dos veículos.
Uma boa quinta-feira para você!
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