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IPO da Moove cancelado: o que esse episódio ensina para os investidores sobre a compra e a venda de ações?

Se tem uma lição que podemos aprender com a Cosan, controladora da Moove, é que este não é o momento de vender ativos

11 de outubro de 2024
6:03 - atualizado às 14:19
Montagem com um semáforo na luz amarela e a palavra "IPO" escrita nas três cores; ideia de dificuldade para as estreantes na bolsa e que fizeram seus IPOs desde 2020
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock/ako photography

Se você gosta de IPOs (as famosas ofertas iniciais de ações), já devia estar contando as horas para ver a estreia da Moove nos Estados Unidos. 

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Infelizmente, a companhia optou por cancelar a operação na última hora, e o jejum de ofertas de companhias brasileiras continuará por mais algum tempo. 

No entanto, isso não é tão ruim quanto parece. 

O motivo da desistência

Segundo fontes próximas da companhia, a oferta de ações da Moove acabou perdendo interesse de grandes fundos na reta final por um motivo que todos nós já conhecemos muito bem: o receio fiscal.

O governo ainda não parece ter entendido a necessidade de equilibrar as contas, o que tem afugentado investidores. Isso fica claro ao olharmos para a alta recente do dólar…

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Fonte: TradingView

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… e também para a forte elevação da taxa do Tesouro IPCA+2029 – quanto maior a taxa, maior a percepção de risco dos investidores. 

Fonte: Tesouro Direto

IPO nos Estados Unidos, para atrapalhar ainda mais

Para piorar as chances do IPO, a Moove tentou fazer sua oferta de ações na Bolsa de Nova York em busca de uma base acionária mais globalizada. 

Agora, se os investidores brasileiros, que conhecem bem como as coisas funcionam por aqui, já não estão muito confortáveis, imagine o gringo?

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Justamente por conta do aumento dos ruídos, os fundos de maior qualidade decidiram sair da operação, o que fez a Cosan (controladora da Moove) desistir do IPO, pelo menos por enquanto.

Mas afinal, por que isso é assim tão ruim?

Curto prazo difícil, mas bons sinais para o longo prazo

Nem preciso dizer que o sentimento não é dos melhores neste momento. Mas precisamos nos afastar um pouco para conseguir enxergar o quadro inteiro com maior clareza. 

No Brasil, apesar dos receios fiscais, o Produto Interno Bruto (PIB) tem crescido bem, o mercado de trabalho continua forte e a inflação segue relativamente comportada.

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Além disso, há um aspecto importantíssimo para a nossa Bolsa. Depois de alguns anos duríssimos, os resultados corporativos finalmente pararam de piorar, e várias empresas já começaram a ver lucros crescentes no 2T24. 

Aliás, a expectativa é que os lucros aumentem tanto para as empresas do Ibovespa como para as do índice Small Cap.

Fonte: Bloomberg. Elaboração: Seu Dinheiro

 

Além disso, as eleições municipais deixaram um sinal importante para o mercado e, principalmente, para o governo. 

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A grande vitoriosa das urnas no último domingo foi a centro-direita, o que além de empurrar o governo atual para uma agenda menos populista, também começa a sinalizar que as chances de um candidato mais ao centro do espectro político ganhar as próximas eleições presidenciais aumentaram bastante, o que é boa notícia para o mercado (que não lida muito bem com extremos populistas).

Ações: a solução é voltar só em 2026?

O problema de ficar "de fora" até as coisas estarem melhores em 2026 é que elas podem melhorar muito antes. 

Basta um ou dois acenos do governo em prol do ajuste das contas públicas e, pronto, a Bolsa voa. Basta uma pesquisa eleitoral com o candidato preferido do mercado liderando as intenções de voto para o Ibovespa subir 5% em um dia.

Infelizmente, não temos como saber nem quando, nem se essas coisas vão acontecer. 

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O que eu posso dizer é que a bolsa está muito barata nos patamares atuais – e o fato de ela não ter desabado, mesmo com toda a piora recente, é uma amostra de que muito pessimismo já está embutido no preço. 

Fonte: Bloomberg. Elaboração: Seu Dinheiro

Não é hora de vender as ações

Se tem uma lição que podemos aprender com a Cosan neste episódio é que este não é o momento de vender ativos, os preços estão muito baixos. 

No futuro, quando as condições estiverem melhores, a companhia voltará ao mercado para tentar vender ações da Moove novamente, mas provavelmente, pedindo valores bem maiores também. 

Acredite em mim, quando esse e muitos outros IPOs estiverem acontecendo ao mesmo tempo e os investidores estiverem desesperados para comprar qualquer porcaria que aparecer pela frente é que você precisará se preocupar com as suas ações.

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Enquanto esse momento não chega, eu gosto da ideia de carregar algumas Vacas Leiteiras na carteira, que além de poderem se aproveitar de uma melhora do ambiente, também pagam ótimos dividendos para te ajudar a esperar pelo longo prazo. 

Aliás, a Cosan é uma das empresas presentes na série e, se você quiser conferir todas as outras, deixo aqui o convite.  

Um abraço e até a próxima semana

Ruy

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