O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com resultados robustos e o otimismo em relação à China, a Vale se tornou a ação queridinha para este mês; veja o ranking com indicações de 12 corretoras
O trono de ferro do mercado de ações brasileiro, até então dominado pelo Itaú (ITUB4), tem um novo dono. Ultrapassando as muralhas da fortaleza do bancão, agora é a Vale (VALE3) que ergue a bandeira sobre o campo de batalha da B3 como a ação mais recomendada para investir na B3 em outubro.
Em uma batalha acirrada pela preferência dos analistas, desta vez, a gigante da mineração acumulou cinco recomendações das 12 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro. Já o Itaú ficou com três indicações.
Apesar de ser considerada figurinha repetida no ranking de papéis mais indicados para o mês, trata-se da primeira vez desde março deste ano que a Vale consegue assumir a liderança entre as ações favoritas dos analistas.
Confira as principais apostas dos analistas de cada corretora para outubro:
Entendendo a Ação do Mês: todos os meses, o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para descobrir quais são as apostas para o período. Dentro das carteiras recomendadas, normalmente com até 10 papéis, os analistas indicam os três prediletos. Com o ranking nas mãos, selecionamos os que contaram com pelo menos duas indicações.
Com resultados trimestrais robustos, a Vale (VALE3) sobrevoou a competição e se tornou a ação queridinha do mercado para outubro.
Leia Também
O otimismo dos analistas é também, em boa parte, atribuído à melhora de duas variantes cruciais para o futuro dos negócios da Vale: as cotações do minério de ferro e a situação econômica da China.
Para o Santander, a Vale está bem posicionada dentro da indústria global de minério de ferro — a divisão mais importante da companhia — e deve ser beneficiada pela demanda de alta qualidade no curto prazo.
Em relação ao minério de ferro no mercado internacional, os analistas mantiveram visão construtiva sobre os preços da commodity no médio prazo em meio a perspectivas de restrição de oferta.
A expectativa do banco é de que os persistentes desafios de suprimento devem sustentar os preços do minério de ferro acima de US$ 100 por tonelada por mais tempo.
Segundo o Santander, a visão construtiva para a Vale é baseada em quatro pilares:
Segundo a Planner Investimentos, a Vale deve entregar mais um resultado forte no terceiro trimestre, com lucro líquido de R$ 14,6 bilhões, em meio à ajuda do câmbio nas exportações da empresa.
Para Mario Mariante, analista chefe da Planner, o anúncio de novos estímulos da China à economia pode se refletir na demanda por produtos da mineradora.
O BTG Pactual, que estava há meses pessimista com a tese de investimento da Vale, se tornou mais construtivo com as ações depois das recentes medidas de estímulo anunciadas na China.
Entre os incentivos lançados pelo Banco Popular da China (PBoC) para “ressuscitar” a economia do país, estão a redução do compulsório bancário e o corte de taxas de juros, inclusive para financiamentos imobiliários e para a compra de um segundo imóvel.
O BC chinês anunciou que vai reduzir as taxas de hipotecas que foram formalizadas antes do dia 31 de outubro.
Os bancos comerciais devem fazer a redução para, no mínimo, 30 pontos-base abaixo da taxa básica de empréstimos (Loan Prime Rate), que é a referência para empréstimos hipotecários. Atualmente, esta taxa está em 3,35% a.a.
“Embora ainda tenhamos dúvidas sobre o impacto de longo prazo dessas medidas, e as forças especulativas estejam claramente contribuindo para a alta do preço do minério de ferro, acreditamos que a abordagem prudente agora é ajustar os portfólios e cobrir posições vendidas”, afirmou o banco.
Para além do cenário macroeconômico, as expectativas de um acordo sobre a tragédia em Mariana, previsto para ser concluído ainda em outubro, reforçam o otimismo dos analistas.
“Na frente micro, as negociações da Samarco estão progredindo bem, a empresa tem um novo CEO e o valuation é decente”, escreveu o banco.
O desempenho operacional continua como uma preocupação fundamental para os investidores, mas a projeção do BTG é que a administração continue a reduzir os riscos, com a Vale até mesmo atualizando o guidance de produção de minério de ferro — a primeira vez em anos.
“Vemos alguns sinais de melhoria no horizonte da empresa, o que, juntamente com o posicionamento leve dos investidores, deve ser um bom presságio para o desempenho das ações no curto prazo”, escreveram os analistas.
Na avaliação do BTG, o valuation da Vale é razoável, com a ação VALE3 atualmente sendo negociada a 4 vezes a relação valor de firma sobre Ebitda (EV/Ebitda) para 2025 e com retorno com dividendos (dividend yield) entre 7% e 9% projetados para o próximo ano.
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras