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No ano, a desvalorização dos papéis da Oi supera a marca de 85% na bolsa brasileira, com a operadora de telefonia atualmente avaliada em pouco mais de R$ 681,71 milhões
Quem conferiu as maiores altas e quedas da bolsa brasileira nesta terça-feira (12) tomou um susto ao se deparar com a derrocada das ações da Oi (OIBR3). A empresa de telecomunicações perdeu mais da metade do valor de mercado em um só pregão.
Os papéis caíam 60% fora do Ibovespa, cotados a R$ 1,00. Mais cedo, no entanto, as ações voltaram à condição de penny stock (ativos cotados abaixo de R$ 1,00), quando chegaram a recuar 63% e serem cotadas a R$ 0,93.
No ano, a desvalorização da companhia em recuperação judicial na bolsa supera a marca de 85%. Outrora uma titã da telecomunicação, atualmente, a operadora de telefonia é avaliada em pouco mais de R$ 681,71 milhões.
Há alguns eventos recentes que poderiam explicar a queda livre das ações hoje.
Entre eles, estão um ajuste ao aumento de capital, a eleição de novos conselheiros no mês que vem, um balanço mais fraco no 3T24 e mais uma venda de ativos.
Mas vamos por partes.
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A primeira das possíveis razões por trás do forte pessimismo e queda das ações OIBR3 vem na esteira da injeção bilionária na companhia.
No início do mês, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o aumento de capital de aproximadamente R$ 1,39 bilhão na Oi, em mais um passo em direção ao fim da crise financeira.
A injeção de recursos aconteceu mediante a emissão de cerca de 264 mil novas ações ordinárias OIBR3 na bolsa brasileira, ao preço de R$ 5,26 por papel.
Uma das possibilidades é que os investidores estejam se antecipando à estreia das novas ações na bolsa para vender parte dos papéis.
Basicamente, a ideia seria se desfazer das ações para fazer uma espécie de ajuste de valor a mercado entre o preço da emissão de ações e a quantidade, na tentativa de reduzir um pouco o prejuízo que já tiveram com a Oi.
Os novos papéis resultantes da injeção de capital serão entregues aos investidores nesta terça-feira, depois do fechamento dos mercados. Vale destacar que 99% das novas ações irão para os credores da Oi na recuperação judicial em troca do abatimento de dívidas.
Com o aumento de capital, os acionistas atuais enfrentam uma diluição de aproximadamente 80%, ficando com uma participação minoritária na Oi. Já os credores financeiros passam a assumir uma participação significativa na empresa.
No novo quadro acionário da Oi, a gestora de recursos Pimco passará a deter 36,48% do capital. O SC Lowy terá 12,27% e a Ashmore ficará com 9,53%. Outros acionistas ficarão com 39,71%.
Na última segunda-feira (11), a Oi também convocou uma assembleia geral extraordinária (AGE) para eleger novos conselheiros.
Os acionistas deverão votar em 11 de dezembro o estabelecimento de sete membros no conselho de administração e eleger os novos conselheiros para um novo mandato unificado até a próxima Assembleia Geral Ordinária sobre o balanço do quarto trimestre de 2024.
Entre os tópicos da assembleia também está uma reforma do Estatuto Social da Oi para refletir o aumento de capital da empresa.
Na semana passada, a Oi entregou mais resultados fracos no terceiro trimestre de 2024, ainda sob a pressão da reestruturação, com queima de caixa, receitas em queda e lucratividade em xeque.
Veja os destaques:
Na tentativa de equalizar as finanças, a Oi continuou a vender ativos na estratégia prevista no plano de reestruturação de dívidas da tele.
Desta vez, a companhia fechou mais uma transação envolvendo torres e imóveis de uma unidade produtiva isolada (UPI) para a SBA Torres Brasil.
A venda foi acertada por R$ 40 milhões. Mas como a SBA é credora da Oi, poderá usar créditos detidos contra a companhia como forma de pagamento.
Esse, no entanto, é mais um passo previsto na recuperação judicial — a possibilidade de transferir imóveis para as empresas de torres e satélites foi um acordo firmado com os credores em março.
Mas isso não deixa de significar que a operação, no fim, representará um ativo a menos no portfólio da já desidratada Oi.
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