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O feriado nos Estados Unidos reduziu a liquidez do dia, contribuindo com a volatilidade, além da aversão ao risco em relação à expectativas com o fim da reunião do Copom
O dólar à vista estava sendo negociado em alta de 0,52% nesta quarta-feira (19), fazendo a cotação da moeda norte-americana atingir os R$ 5,4752 por volta das 11h.
A escalada da divisa com o real nas últimas semanas aconteceu devido às falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao não cumprimento da meta fiscal.
Também contribuiu para a força do dólar os questionamentos do chefe da Alvorada à neutralidade política de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central.
Na semana, a moeda norte-americana avança 1,90%, enquanto a alta acumulada em 2024 e nos últimos 12 meses são de 12,68% e 14,46%, respectivamente.
Contudo, não é exatamente o presidente da República que dá combustível para a subida do dólar hoje. No mesmo horário, o Ibovespa operava em queda de 0,44%, aos 119.100 pontos.
Uma junção de fatores fez o dólar subir nesta quarta-feira, mas o principal deles é a baixa liquidez do dia — em virtude do feriado do Juneteenth, nos Estados Unidos, que mantém as bolsas por lá fechadas hoje.
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A baixa liquidez tende a aumentar a volatilidade de ativos de risco, como bolsas e criptomoedas. O movimento se repete em países como a Argentina, onde o dólar blue voltou a registrar máximas históricas recentemente e segue com tendência de alta hoje.
Também contribui para a cautela do mercado o desfecho da reunião do Copom, que decidirá o futuro dos juros no Brasil no fim desta quarta-feira, após às 18h.
Mais do que a manutenção ou redução da taxa Selic — atualmente em 10,50% ao ano — o mercado aguarda com grande expectativa o placar da votação. Um racha recente no colegiado após ruídos recentes preocupou os investidores.
A agenda fiscal corre em paralelo à decisão do Copom. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve receber os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e os líderes do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), para um almoço nesta quarta-feira.
Os dois principais pontos em discussão são a busca por uma compensação para a desoneração dos 17 setores e das prefeituras e a proposta de renegociação de dívidas dos Estados.
Na semana passada, a Casa Alta do Congresso chegou a apresentar uma lista de medidas que poderiam servir a esse propósito (entre elas, a repatriação de recursos mantidos no exterior, o uso de depósitos judiciais esquecidos e um "refis" de multas de agências reguladoras).
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, porém, indicou que cálculos preliminares da Fazenda indicam que essas sugestões não são suficientes para alcançar os cerca de R$ 17 bilhões necessários para cobrir a renúncia fiscal da desoneração.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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