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O podcast Touros e Ursos recebe Gustavo Heilberg, sócio-fundador da HIX Capital, que fala sobre as suas apostas fora da caixa na bolsa brasileira
Os estímulos à economia anunciados pelo governo chinês animaram os mercados globais nos últimos dias, incluindo a nossa bolsa. Mas acumulado do ano, o Ibovespa ainda bambeia e ainda apresenta uma leve queda, em meio a um novo ciclo de alta dos juros e temores em relação ao fiscal.
Para a maioria dos investidores pessoas físicas, a Selic elevada e as incertezas acabam tornando a renda fixa muito mais atrativa e fácil de investir, especialmente quando conta com isenção de imposto de renda. Investir em bolsa num contexto desse para quê?
Mas, se o investidor olhar para fora do Ibovespa e dos nomes mais óbvios, ele pode ter bons motivos para comprar ações brasileiras. Que o diga Gustavo Heilberg, sócio-fundador da HIX Capital, gestora responsável por quase R$ 2 bilhões e que costuma ter posições mais "fora da caixa" na bolsa brasileira.
Desde sua estreia em agosto de 2012, o principal fundo de ações da gestora, o HIX Capital FIA, rendeu 258,2%, contra 132,8% do Ibovespa.
Heilberg foi nosso convidado na última edição do podcast Touros e Ursos, e falou um pouco sobre os critérios da gestora para selecionar ações e sobre algumas das suas apostas mais vencedoras, como a geradora de energia termelétrica Eneva (ENEV3) e a empresa de tratamento de resíduos Orizon (ORVR3).
Você confere o bate-papo na íntegra neste link ou então no tocador abaixo:
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