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MERCADOS HOJE

Ibovespa hoje: Bolsa retoma os 132 mil pontos com NY após dados nos EUA, mas fecha primeira semana em queda; dólar cai a R$ 4,87

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5 de janeiro de 2024
7:17 - atualizado às 14:43

RESUMO DO DIA: Com o dia agitado no mercado internacional e os olhos dos investidores voltados para a economia norte-americana, a bolsa brasileira acompanhou o apetite ao risco e encerrou o quarto pregão do ano em tom positivo.

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O Ibovespa fechou a sessão com alta de 0,61%, aos 132.022 pontos. Mas, a primeira semana foi negativa, com baixa acumulada de 1,61%.  

O dólar encerrou o dia a R$ 4,8722, com queda de 0,73%, no mercado à vista. Na semana, porém, a moeda norte-americana avançou 1,02%.

Por aqui, o destaque do dia foi o saldo da balança comercial. Em 2023, o país alcançou resultado recorde de US$ 98,8 bilhões e 60,6% maior do que o registrado no ano anterior.

As atenções do mercado, porém, ficaram concentradas na divulgação de dados econômicos dos Estados Unidos. O relatório de emprego mais importante do país, o payroll, reportou uma abertura de postos de trabalho maior do que o esperado para dezembro.

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Por outro lado, a revisão da criação de empregos em outubro e novembro do ano passado e a desaceleração do setor de serviços em dezembro deram fôlego aos índices de Wall Street, que encerraram o dia no azul.

Leia Também

No acumulado da semana — marcada por PMIs e pela ata da reunião de dezembro do Federal Reserve (Fed) —  Nova York interrompeu a sequência de nove semanas consecutivas de alta.

Confira a seguir o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (5):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DA SEMANA

Na semana, o Ibovespa acumulou queda de 1,61%.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
CIEL3Cielo ONR$ 4,885,40%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 7,804,70%
PETR4Petrobras PNR$ 38,723,97%
PETR3Petrobras ONR$ 40,393,62%
UGPA3Ultrapar ONR$ 27,102,23%

E as maiores quedas do Ibovespa na semana:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
AZUL4Azul PNR$ 13,83-13,62%
MRVE3MRV ONR$ 9,86-12,20%
EZTC3EZTEC ONR$ 16,55-11,50%
GOLL4Gol PNR$ 8,01-10,70%
CVCB3CVC ONR$ 3,18-9,14%
SOBE E DESCE DO PREGÃO

O Ibovespa avançou e retomou os 132 mil pontos com apetite ao risco nas bolsas de Nova York, após dados mistos da economia dos Estados Unidos.

Por aqui, a volatilidade dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano refletiu no avanço dos juros futuros em toda a curva brasileira — o que movimentou as ações das companhias mais sensíveis aos juros.

A valorização do petróleo e a baixa do minério de ferro também foi repercutiu sobre as empresas do setor de commodities.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,384,57%
CIEL3Cielo ONR$ 4,834,32%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 7,604,11%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,273,89%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,603,32%

E as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 4,10-7,87%
BRKM5Braskem PNR$ 20,11-2,71%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 40,92-2,55%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 50,48-1,81%
TIMS3Tim ONR$ 17,20-1,43%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

A bolsa brasileira encerrou o pregão em tom positivo acompanhando o apetite ao risco dos índices de Nova York.

O Ibovespa fechou com alta de 0,61%, aos 132.022 pontos. Na semana, o índice recuou 1,61%.

Hoje, o destaque do dia foram dados de comércio exterior do Brasil.

A balança comercial brasileira, que é a diferença entre exportações e importações, fechou 2023 com saldo positivo e recorde de US$ 98,8 bilhões. Os dados forma divulgados mais cedo pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

As atenções, por sua vez, foram voltadas aos Estados Unidos, com dados sobre o setor de serviços e mercado de trabalho.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York encerraram o quatro pregão da semana em tom positivo, em reação a dados mistos no setor de serviços e mercado de trabalho.

  • Dow Jones: +0,07%, aos 37.466,11 pontos;
  • S&P 500: +0,18%, aos 4.697,24 pontos;
  • Nasdaq: +0,09%, aos 14.524,07 pontos.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços dos Estados Unidos caiu de 52,7 em novembro para 50,6 em dezembro, informou o Instituo para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês). A desaceleração foi próxima das projeções dos analistas de 52,6.

O recuo do setor acima do esperado é considerado positivo pelo mercado, calibrando as expectativas após o payroll de dezembro.

Os Estados Unidos criaram 216 mil vagas de emprego em dezembro, segundo o relatório oficial do mercado de trabalho, o payroll. O dado veio acima da abertura de 175 mil vagas esperada pelo mercado.

A taxa de desemprego, por sua vez, se manteve estável em 3,7%, menor que as expectativas de 3,8%.

Além disso, a abertura de vagas de emprego nos meses anteriores, de outubro e novembro, foram revisadas para baixo. Em outubro, os postos de trabalho criados caíram de 150 mil para 105 mil; já em novembro, de 199 mil para 173 mil.

Ou seja, um quadro de crescimento menos robusto do que o precificado anteriormente. Essa é uma das explicações para o "bom humor" dos investidores hoje ao longo do pregão.

Na semana, os índices de Nova York interromperam a sequência de nove semanas de alta consecutivas em meio à cautela sobre a trajetória dos juros ao longo de 2024. O S&P 500 caiu 1,4%; Dow Jones recuou 0,7% e Nasdaq registrou baixa de 3% no acumulado dos últimos quatro pregões.

Vale lembrar que a semana foi marcada pela divulgação de PMIs e da ata da mais recente reunião do Federal Reserve (Fed) foram divulgadas nesta semana — o que movimentou as incertezas dos investidores.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,73%, a R$ 4,8722, no mercado à vista.

A moeda norte-americana foi pressionada pelo avanço do petróleo. Os dados de atividade econômica do setor industrial dos Estados Unidos, que desacelerou em dezembro ante novembro, e o relatório oficial do mercado de trabalho, o payroll, também fez com que a moeda perdesse força na comparação com as divisas globais.

Na semana, o dólar acumula alta de 1,02% ante o real.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo encerraram a sessão em alta acima de 1%, com temores sobre a oferta em meio à escalada de conflitos no Oriente Médio, sobretudo, na região do Mar Vermelho.

Os futuros do petróleo Brent, referência mundial, para março terminaram o dia com alta de 1,50%, a US$ 78,76 o barril na Intercontinental Exchange (ICE). Na semana, o petróleo avançou 2,23%.

Já os futuros do petróleo WTI, referência para os Estados Unidos, fecharam com ganhos de 2,24%, a US$ 73,81 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o WTI subiu 3,01%.

“POUSO SUAVE” NOS EUA

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse mais cedo que o país já conseguiu o "pouso suave" na economia, isto é, reduziu a inflação sem impor drásticos danos à atividade e ao mercado de trabalho.

"Tivemos 23 meses seguidos com o desemprego abaixo de 4%, algo que não víamos há 50 anos", disse, em entrevista à CNN.

Yellen reconheceu que ainda há mais trabalho a ser feito no processo de estabilização de preços. (Estadão Conteúdo)

VALE (VALE3) EM QUEDA

As ações da Vale (VALE3) operam com baixa de 1,34%, a R$ 74,61, e figura entre as maiores quedas do Ibovespa na reta final do pregão.

Os papéis da mineradora são pressionados pela desvalorização do minério de ferro. A commodity  encerrou as negociações em Dalian, na China, com baixa de 1,38%, com a tonelada cotada a US$ 139,68.

IBOVESPA PERDE OS 132 MIL PONTOS

Com redução dos ganhos dos índices de Nova York e fraqueza das ações da Petrobras (PETR4), o Ibovespa sustenta alta, mas com avanço menor.

O índice sobe 0,50%, aos 131.881 pontos.

O dólar comercial segue em queda no mercado à vista ainda repercutindo a desaceleração do setor de serviços nos Estados Unidos, além da forte valorização do petróleo e os investidores calibrando as expectativas sobre a trajetória dos juros na maior economia do mundo após o relatório do mercado de trabalho, o payroll.

Sendo assim, a moeda norte-americana cai 0,73%, a R$ 4,8722.

Na comparação com uma cesta de seis moedas globais, entre elas euro e libra, o dólar recua 0,08%, com o indicador DXY aos 102.341 pontos.

BALANÇA COMERCIAL RECORDE

A balança comercial brasileira, que é a diferença entre exportações e importações, fechou 2023 com resultado recorde de US$ 98,8 bilhões. Os dados forma divulgados mais cedo pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Na visão do economista-chefe da Warren Investimentos, Felipe Salto, "o resultado de 2023 é bastante expressivo e revela o forte desempenho do agronegócio. O saldo da balança, pouco inferior a US$ 100 bi, é positivo do ponto de vista da solvência externa, do crescimento econômico e da perspectiva para a taxa de câmbio e a inflação".

Para ele, em 2024, o saldo deve ser "um pouco mais baixo, possivelmente, com uma contribuição menor do setor primário, mas talvez um crescimento das exportações de maior valor agregado, na esteira da redução dos juros e da alta dos investimentos, que devem beneficiar a indústria de transformação".

SOBE E DESCE DA IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CIEL3Cielo ONR$ 4,844,54%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,654,24%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 7,573,70%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,263,65%
ASAI3Assaí ONR$ 13,693,63%

E as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 4,20-5,62%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 50,30-2,16%
BRKM5Braskem PNR$ 20,24-2,08%
WEGE3Weg ONR$ 35,62-2,04%
VALE3Vale ONR$ 74,25-1,81%
BALANÇA COMERCIAL DO BRASIL

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 9,36 bilhões em dezembro. No ano, o país ficou com saldo positivo de US$ 98,838 bilhões.

O resultado anual é um recorde, e 60,6% maior do que o registrado em 2022.

POR QUE O S&P 500 BATEU RECORDE APÓS O PAYROLL

O dado de emprego dos EUA de dezembro, mais uma vez, estava sendo muito aguardado — e a reação da bolsa também. Os números divulgados nesta sexta-feira (5) vieram fortes: a economia norte-americana criou 216 mil vagas, bem acima do projetado, e a taxa de desemprego se manteve em 3,7%. 

Olhando só para esses dados do famoso payroll, tudo indicava que as bolsas de Nova York abririam em baixa, com a possibilidade de um aperto monetário ainda vivo sobre a mesma. Mas não foi o que aconteceu. 

Wall Street até abriu próximo da estabilidade, mas não demorou muito para que o Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq se firmassem em campo positivo. Agora, o Dow é o que mais oscila entre perdas e ganhos.

Por aqui, a reação foi parecida: o Ibovespa caiu na hora da divulgação do dado e renovou a mínima aos 130.578 pontos, enquanto o dólar foi à máxima de R$ 4,9391. 

Leia mais.

PETRÓLEO EM ALTA

Após fechar em queda na véspera, o petróleo acelera os ganhos ainda repercutindo a escalada do conflito na região do Mar Vermelho.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, que são referência mundial e para a Petrobras (PETR4) avançam 1,62%, com o barril cotado a US$ 78,87. Já os futuros do WTI, referência para o mercado norte-americano, sobem 2,09%, a US$ 73,70 o barril.

Em reação, as petroleiras estendem os ganhos da sessão anterior e operam entre as maiores altas do Ibovespa, com exceção de Prio (PRIO3). Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 21,112,03%
RRRP33R Petroleum ONR$ 26,311,90%
PETR3Petrobras ONR$ 40,210,42%
PETR4Petrobras PNR$ 38,660,08%
PRIO3PRIO ONR$ 46,34-0,17%

No caso de Prio, os investidores repercutem dados operacionais da companhia. Em dezembro, a produção total de petróleo atingiu 101.576 barril de óleo por dia, uma alta de 2,27% na comparação com novembro.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias encerraram o pregão sem direção única, com os investidores reagindo a dados de inflação na Zona do Euro e dados de atividade e mercado de trabalho nos Estados Unidos.

Confira o fechamento dos principais índices da Europa:

  • DAX (Frankfurt): -0,14%, aos 16.594,21 pontos;
  • CAC 40 (Paris): -0,40%, aos 7.420,69 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): -0,43%, aos 7.689,61 pontos;
  • Stoxx 600: -0,27%, aos 476,38 pontos.

A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da Zona do Euro acelerou para 2,9% em dezembro de 2023, ante 2,4% em novembro, divulgada mais cedo pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O dado ficou abaixo da expectativa dos analistas ouvidos pela FactSet, que previam alta de 3,1%.

Já o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da zona do euro caiu 8,8% em novembro, na base anual, ante 9,4% de outubro. O mercado também esperava uma queda anual maior, de 9,1% no mês.

O recuo desta sexta-feira (5) intensificou as perdas da semana.

S&P 500 NA MÁXIMA

Com o apetite ao risco impulsionado após dados nos Estados Unidos, o índice S&P 500 opera no maior nível desde março de 2022 — com apoio do avanço do setor financeiro.

O índice opera aos 4.710,34 pontos, com alta de 0,46%.

O Dow Jones e o Nasdaq também aceleram os ganhos ao longo do pregão, com avanço de 0,19% e 0,50%, respectivamente.

COMPANHIAS MAIS SENSÍVEIS AOS JUROS AVANÇAM

As companhias mais sensíveis aos juros, como os setores de varejo e educação, operam em alta beneficiadas pelo alívio na curva de juros brasileira.

Em destaque, Magazine Luiza (MGLU3) lideram os ganhos da ponta positiva do Ibovespa. No setor, apenas GPA (PCAR3) recua, em realização após forte o avanço recente.

Confira as maiores altas do índice:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,077,25%
YDUQ3Yduqs ONR$ 21,725,95%
ASAI3Assaí ONR$ 14,016,06%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 7,705,48%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,715,35%
CIEL3Cielo ONR$ 4,875,18%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 28,344,04%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,374,46%
COGN3Cogna ONR$ 3,394,31%
ARZZ3Arezzo ONR$ 61,033,86%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,263,65%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 10,723,57%

ALÍVIO NOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) aliviam os ganhos em toda a curva e recuam em relação ao fechamento anterior, com redução da alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos após dados de desaceleração do setor de serviços no país norte americano.

Os juros projetados para a dívida norte-americana com vencimento de 10 anos, referência mundial, recuam a 3,966%. Já os de 30 anos, referência para o mercado de hipotecas dos EUA, caem a 4,133%.

Confira o desempenho dos DIs agora:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/2510,03%10,05%
DI1F26DI Jan/269,64%9,70%
DI1F27DI Jan/279,76%9,83%
DI1F28DI Jan/2810,01%10,06%
DI1F29DI Jan/2910,17%10,20%
DI1F30DI Jan/3010,30%10,32%
IBOVESPA SOBE 1%

O principal índice da bolsa brasileira alcançou os 132 mil pontos há pouco, com apoio do petróleo no mercado internacional e aceleração dos ganhos em Nova York.

Lá fora, Wall Street reage positivamente à revisão de abertura de postos de trabalho nos meses de outubro e novembro, menor do que o apresentado na época. Soma-se a isso, a desaceleração do setor de serviços em dezembro — o que calibrou as expectativas de corte nos juros nos Estados Unidos a partir de março.

Por aqui, a agenda esvaziada permite o índice acompanhar o apetite ao risco do exterior.

O Ibovespa sobe 1,01%, aos 132.553 pontos.

BTLG11 FECHA ACORDO MILIONÁRIO PARA VENDA DE IMÓVEIS

Depois de encerrar o ano passado desembolsando dinheiro para quitar dívidas, o fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11) inicia 2024 fazendo exatamente o oposto: com uma oportunidade de fortalecer o caixa ao fechar um acordo milionário para a venda de galpões.

De acordo com um comunicado enviado ao mercado na última quinta-feira (4), o FII celebrou um memorando de entendimentos para desfazer-se de sua participação em dois ativos do portfólio.

A potencial venda dos imóveis, localizados nos estados da Bahia e de São Paulo, deve render R$ 133 milhões. O total será dividido em uma parcela de R$ 71 milhões a ser paga no fechamento do negócio, que ainda está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, e outros depósitos a partir do sexto mês pós-conclusão.

Segundo a gestão, o nome do comprador e demais detalhes do negócio não foram divulgados "dado as questões de confidencialidade acordada entre as partes", mas virão a público após o fechamento das tratativas.

Leia mais.

ATIVIDADE NOS EUA

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços dos Estados Unidos caiu de 52,7 em novembro para 50,6 em dezembro, informou o Instituo para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês). A desaceleração foi próxima das projeções dos analistas de 52,6.

O recuo do setor acima do esperado é considerado positivo pelo mercado, calibrando as expectativas após o payroll de dezembro.

Com o dados, as bolsas de Nova York aceleraram os ganhos:

  • S&P 500: +0,46%;
  • Dow Jones: +0,25%;
  • Nasdaq: +0,50%.

Por aqui, o Ibovespa avançou aos 132 mil pontos.

POR QUE NY SOBE APESAR DE PAYROLL FORTE?

O relatório mais importante do mercado de trabalho, o payroll, veio mais forte do que o esperado — o que impactou imediatamente os futuros de NY, o dólar e os rendimentos dos Treasurys instantes após a divulgação.

Contudo, ainda na análise dos dados, os mercados acionário de Wall Street operam em tom positivo, contrariando a cautela esperada com um payroll mais robusto. Mas há pontos a serem considerados: a abertura de postos mais forte é acompanhada do avanço dos salários acima da inflação, com uma taxa de desemprego estável em 3,7% em dezembro.

Sendo assim, na visão do estrategista-chefe da Avenue, Willian de Castro, "o dado reforça a visão de que as apostas mais agressivas em cortes de juros logo no início do ano (reuniões de janeiro e março) podem não fazer sentido em um cenário" como esse.

Além disso, a abertura de vagas de emprego nos meses anteriores, de outubro e novembro, foram revisadas para baixo. Em outubro, os postos de trabalho criados caíram de 150 mil para 105 mil; já em novembro, de 199 mil para 173 mil. Ou seja, um quadro de crescimento menos robusto do que o precificado anteriormente. Essa é uma das explicações para o "bom humor" dos investidores no pregão.

Agora, mercado deve focar agora nos dados de inflação, o CPI, que será divulgado na próxima semana para uma nova interpretação sobre a trajetória dos juros.

GIRO DO MERCADO

No Giro do Mercado desta sexta-feira (5) o analista Enzo Pacheco, da Empiricus Research, revela as suas melhores recomendações de BDRs para investir em janeiro.

Enzo também explica algumas mudanças feitas na carteira, como a retirada de Amazon (AMZO34) e inclusão de uma nova gigante de tecnologia.

Acompanhe:

IBOVESPA NA MÁXIMA

Com apoio do petróleo, o Ibovespa vem renovando máxima intraday e se aproxima dos 132 mil pontos.

O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,47%, aos 131.835 pontos.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram o pregão em linha de estabilidade, mas tentam reduzir as perdas recentes com leve alta após a abertura. Os investidores digerem os dados sobre o mercado de trabalho apresentados pelo payroll de dezembro, divulgado mais cedo.

  • S&P 500: +0,23%;
  • Dow Jones: +0,04%;
  • Nasdaq: +0,25%.

Os Estados Unidos criaram 216 mil vagas de emprego em dezembro, segundo o relatório oficial do mercado de trabalho. O dado veio acima da abertura de 175 mil vagas esperada pelo mercado.

GAFISA (GFSA3) SOBE 7%

As ações da Gafisa (GFSA3) estendem os ganhos da véspera, enquanto os investidores monitoram a disputa societária.

Ontem (4), o conselho de administração da construtora atendeu ao pedido da Esh Capital e convocou uma assembleia de acionistas (AGE) para o dia 7 de fevereiro. Leia os detalhes.

Hoje na B3, os papéis GFSA3 registram alta de 7,63%. a R$ 10,44.

JUROS FUTUROS AVANÇAM

Os juros futuros (DIs) estendem os ganhos na cauda mais longa, acompanhando o rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos após a abertura de vagas de emprego mais forte do que o esperado em dezembro, apontado pelo payroll.

Os juros projetados para a dívida norte-americana com vencimento de 10 anos, referência mundial, avançam a 4,051%. Já os de 30 anos, referência para o mercado de hipotecas dos EUA, sobe a 4,20%.

Confira o desempenho dos DIs após o payroll nos EUA:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F25DI Jan/2510,06%10,05%
DI1F26DI Jan/269,69%9,70%
DI1F27DI Jan/279,83%9,83%
DI1F28DI Jan/2810,07%10,06%
DI1F29DI Jan/2910,23%10,20%
DI1F30DI Jan/3010,36%10,32%
SMART FIT (SMFT3) NO “SHAPE”

Se as pessoas procuram engatar o “projeto verão” próximo do fim de ano, a Smart Fit (SMFT3) conseguiu terminar 2023 no “shape”. A rede de academias cresceu 18% em relação ao ano anterior, com a abertura de 215 unidades.

Desse total, 72 unidades foram inauguradas no Brasil, 64 no México e 79 na região “Outros América Latina” — que inclui operações próprias da Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Paraguai, Peru, Panamá e Uruguai e as franquias de El Salvador, Equador, Guatemala, República Dominicana e Honduras.

Além disso, das novas unidades, 177 academias se tratavam de unidades próprias, enquanto as 38 restantes eram franquias. 

“O ano foi marcado pela aceleração no ritmo de abertura de academias e pelo atingimento de patamar recorde na expansão”, escreveu a empresa.

Leia mais.

IBOVESPA IGNORA NY

O Ibovespa segue renovando máximas, com a recuperação dos 131 pontos na esteira da alta da Petrobras (PETR4) e ignora a cautela de Nova York após payroll.

O índice sobe 0,28%, aos 131.599 pontos.

REAÇÃO AO PAYROLL

Com o payroll mais forte que o esperado, os índices futuros de Nova York aceleraram a queda:

  • S&P futuro: -0,14%;
  • Dow Jones futuro: -0,14%;
  • Nasdaq futuro: 0,18%.

O dólar ganhou força ante divisas globais e o real. O indicador DXY, que compara a moeda norte-americana a uma cesta de moedas fortes como euro e libra, avança 0,54%, aos 102.975 pontos. Instantes após o payroll, o índice atingiu a máxima intraday com alta de 0,66%.

Ante o real, o dólar opera a R$ 4,9126 (+0,10%).

As perdas, porém, estão sendo calibradas conforme os investidores digerem dados do relatório de emprego, além da abertura de vagas.

A manutenção da taxa de desemprego a 3,7% e o avanço do salário médio por hora menor que o esperado na comparação mensal reduzem o efeito negativo da forte criação de postos de trabalho em dezembro.

O Ibovespa perdeu os 131 mil pontos instantes após o payroll. Há pouco, o índice recuperou o patamar com apoio do petróleo.

RELATÓRIO DE EMPREGOS NOS EUA

Os Estados Unidos criaram 216 mil vagas de emprego em dezembro, segundo o relatório oficial do mercado de trabalho, o payroll.

O dado veio acima da abertura de 175 mil vagas esperada pelo mercado.

A taxa de desemprego, por sua vez, se manteve estável em 3,7%, menor que as expectativas de 3,8%.

Por fim, o salário médio por hora avançou 0,4% em dezembro ante novembro, ante a previsão de avanço de 0,30%. Na base anual, o salário por hora subiu 4,1%, mais que a projeção de alta de 3,9%.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em queda de 0,10%, aos 131.218 pontos.

Com a agenda local ainda esvaziada, o índice estende a cautela da sessão anterior na expectativa do relatório oficial de empregos nos Estados Unidos, o payroll. O indicador deve calibrar as perspectivas sobre o cenário econômico do país norte-americano, reforçando ou não a leitura do mercado de início de cortes no juros a partir de março.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras negociados em Nova York, operam sem direção única no pré-mercado.

Os papéis acompanham o desempenho das commodities: Vale recua com a baixa do minério de ferro na China e Petrobras avança na esteira do petróleo.

  • Vale (VALE): -0,71%, a US$ 15,32;
  • Petrobras (PBR): +0,49%, a US$ 16,43
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera, pela primeira vez no ano, sem direção única.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, com baixa de 1,38%, com a tonelada cotada a US$ 139,68.

Já os contratos mais líquidos do petróleo Brent sobem 0,71%, com, a US$ 78,15 o barril.

ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro começou o dia em queda de 0,12%, aos 132.315 pontos. Já o dólar à vista sobe 0,03% após a abertura, cotado a R$ 4,9095.

AGENDA DO DIA
HorárioPaís / RegiãoEvento
7hZona do EuroÍndice de preços ao consimidor (CPI) de dezembro (preliminar)
8hBrasilIGP-DI de dezembro da FGV
9hBrasilIBGE divulga a produção industrial de novembro
10h30Estados UnidosPayroll de dezembro
15hBrasilBalança comercial de dezembro
Fonte: Broadcast e Investing.com
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho hoje.

Depois de um fechamento misto na véspera em Wall Street, os investidores aguardam os dados do payroll.

O resultado do relatório mensal do mercado de trabalho é um dos principais dados monitorados pelo Fed para pautar sua política monetária.

Confira:

  • S&P 500 futuro: -0,19%
  • Dow Jones futuro: -0,20%
  • Nasdaq futuro: -0,25%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta sexta-feira.

Os investidores aguardam números da inflação da zona do euro e dados sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos.

Confira:

  • DAX: -0,82%
  • FTSE 100: -0,90%
  • CAC 40: -1,09%
  • Euro Stoxx 50: -1,00%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM QUEDA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam majoritariamente em queda nesta sexta-feira.

Os investidores colocaram as barbas de molho antes da divulgação do payroll, relatório mensal sobre o mercado de trabalho norte-americano.

A exceção foi a bolsa de Tóquio, que subiu 0,27%.

Veja como fecharam as outras bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: -0,85%
  • Hang Seng: -0,70%
  • Kospi: -0,35%
  • Nikkei: +0,27%
VENDAS NO VAREJO ALEMÃO CAEM MAIS QUE O ESPERADO

As vendas no varejo da Alemanha caíram mais do que se esperava em novembro de 2023.

O indicador recuou 2,5% na passagem de outubro para novembro.

Na comparação anual, a queda foi de 2,4%. Em ambos os casos, analistas esperavam recuo de 0,5%.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

No terceiro pregão do ano, os investidores seguiram ajustando as expectativas com a divulgação de dados econômicos nas principais economia do mundo. A bolsa brasileira acompanhou a cautela.

O Ibovespa fechou em queda de 1,21%, aos 131.225 pontos. Já o dólar terminou o dia a R$ 4,9079, com recuo de 0,15%, no mercado à vista.

Por aqui, a agenda foi mais esvaziada. Logo, as atenções continuaram voltadas ao exterior.

Lá fora, a ata da última reunião de 2023 do Federal Reserve, divulgada na quarta-feira (03), reforçou que o ambiente ainda é de cautela.

Os cortes na taxa de juros nos Estados Unidos devem acontecer, mas sem perspectiva de quando o afrouxamento terá início.

Hoje, novos dados contribuíram para a perspectiva de que a economia norte-americana continua aquecida.

Entre eles, o relatório ADP, que retrata o mercado de trabalho no setor privado, apontou a criação de 164 mil vagas em dezembro, acima do previsto.

Além disso, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto, que engloba os setores de serviços e indústria, avançou a 50,9 em dezembro, ante 50,7 em novembro, segundo a leitura final divulgada pela S&P Global.

Agora, os olhos — e a preocupação — dos investidores se voltam para o relatório oficial do mercado de trabalho, o payroll, que será divulgado amanhã.

Confira a seguir o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (4).

QUATRO AÇÕES DISPUTAM O PÓDIO DAS PREFERIDAS DE 13 CORRETORAS PARA JANEIRO

Virada de ano é uma época tradicional de se estabelecer metas e traçar mudanças de rota. O mesmo vale para os investimentos. Após o rali de alta de mais de 20% do Ibovespa em 2023, a visão dos analistas é que a bolsa tem espaço para mais, como nós mostramos nesta reportagem. Mas quais as melhores ações para ter em janeiro?

No levantamento exclusivo que o Seu Dinheiro faz todos os meses com corretoras e casas de análise, duas ações aparecem como as mais indicadas nas carteiras recomendadas de 13 analistas para abrir o ano. 

Vivara (VIVA3) e Vale (VALE3) dividem o título de ações do mês de janeiro, cada uma com quatro indicações. BTG Pactual (BPAC11) e Petrobras (PETR4) tiveram três recomendações cada e dividem o segundo lugar entre as preferidas. 

Confira a seguir as principais apostas dos analistas de cada corretora para janeiro:

Leia mais.

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