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MERCADOS HOJE

Bolsas hoje: Ibovespa contraria NY e sobe mais de 1% com commodities metálicas, enquanto dólar fecha em queda; IRB (IRBR3) salta 10%

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23 de janeiro de 2024
7:34 - atualizado às 14:42

RESUMO DO DIA: Com o anúncio de novos estímulos na China impulsionando as commodities metálicas, o Ibovespa fechou a sessão em tom positivo e recuperou as perdas da véspera.

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O principal índice acionário da B3 subiu 1,31% hoje, aos 128.262 pontos. Já o dólar à vista recuou 0,64%, cotado em R$ 4,9552.

Por aqui, os investidores repercutiram os dados de arrecadação da Receita Federal, que vieram em linha com o esperado. Em Brasília, as negociações entre o Congresso e o governo seguem sendo monitoradas pelo mercado.

O presidente Lula e o ministro da Economia, Fernando Haddad, confirmaram que está em estudo a revisão da tabela de imposto de renda para manter isentos os contribuintes que recebem até dois salários mínimos. O anúncio deve ser feito até o fim do mês.

Lá fora, a temporada de balanços nos Estados Unidos dividiu as atenções com as perspectivas sobre a política monetária da maior economia do mundo e as bolsas fecharam sem direção única.

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Além disso, os investidores seguem aguardando a definição de juros do BCE, que serão conhecidos na quinta-feira (25). A expectativa é que as principais taxas de juros da zona do euro ficarão inalteradas pela terceira vez seguida.

Leia Também

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta após relatos de que a China está preparando um grande pacote para ajudar seus mercados de ações, que acumularam fortes perdas em pregões recentes. Já o Banco do Japão (BoJ) anunciou que mais uma vez deixará sua política monetária inalterada.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (23):

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Após exibir fortes ganhos desde a abertura, o IRB (IRBR3) terminou o pregão com o título de maior alta do Ibovespa no dia.

Impulsionadas pela notícia de que a companhia registrou lucro líquido de R$ 24 milhões em novembro de 2023, revertendo o prejuízo de R$ 48,5 milhões obtido no mesmo mês do ano anterior, as ações subiram mais de 10% hoje.

Veja abaixo quem acompanha o IRB na lista de maiores altas da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB Brasil ONR$ 41,8410,60%
BRFS3BRF ONR$ 14,617,11%
BEEF3Minerva ONR$ 7,135,63%
HAPV3Hapvida ONR$ 3,943,96%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,963,57%

Já a ponta oposta do índice foi liderada pela 3R Petroleum (RRRP3), que acompanhou o recuo do petróleo dos mercados internacionais.

CÓDIGONOMEULTVAR
RRRP33R Petroleum ONR$ 28,53-2,13%
PCAR3GPA ONR$ 4,22-1,86%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 9,11-1,41%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 29,73-0,60%
BBDC4Bradesco PNR$ 15,38-0,52%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou a terça-feira em alta. O principal índice acionário da B3 subiu 1,31% hoje, aos 128.262 pontos.

FECHAMENTO EM NY

Após operaram sem direção definida ao longo do pregão, as bolsas de Nova York fecharam mistas.

O S&P 500 e Nasdaq conseguiram engrenar no terreno positivo com o apoio do setor tecnologia — e o índice que reúne as 500 maiores empresas da NYSE quebrou recorde de fechamento pela terceira sessão seguida, aliás.

Já a recuperação do Dow Jones foi freada pela queda brusca das ações da 3M, que repercutiram um guidance que não agradou ao mercado.

Veja abaixo:

  • Dow Jones: -0,25%
  • S&P 500: +0,29%
  • Nasdaq: +0,43%
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar fechou a terça-feira em queda. A moeda norte-americana recuou 0,64% hoje, cotada em R$ 4,9552.

MERCADOS AGORA

Contrariando a volatilidade vista em Nova York, o Ibovespa segue em firme alta na tarde de hoje.

Por volta das 16h20, o principal índice acionário da B3 operava com ganhos de 1,19%, aos 128.114 pontos.

Uma fonte de apoio para a performance da bolsa são as ações ligadas às commodities metálicas. Os papéis da Vale (VALE3) e outras mineradoras e siderúrgicas listadas exibem fortes avanços após a alta do minério de ferro no porto de Dalian, na China. Veja abaixo:

  • Vale (VALE3): +2,33%
  • CSN Mineração (CMIN3): +1,69%
  • Gerdau (GGBR4): +2,01%
  • Metalúrgica Gerdau (GOAU4): +1,34%
  • CSN (CSNA3): +1,28%
ESSA GIGANTE DO PETRÓLEO VAI PROCESSAR OS PRÓPRIOS ACIONISTAS

Uma das maiores empresas de petróleo do mundo decidiu processar os próprios acionistas nesta semana. A Exxon Mobil entrou com uma ação judicial contra investidores ativistas dos Estados Unidos e da Holanda.

A queixa foi apresentada no domingo em um tribunal do Texas contra a empresa de investimentos Arjuna Capital, de Massachusetts, e o Follow This, um grupo de investidores ativistas com sede em Amsterdã.

A empresa tenta impedir os investidores ativistas de apresentar propostas de cunho ambiental durante a reunião anual de acionistas da gigante petrolífera, marcada para maio.

A petroleira norte-americana afirma que os investidores são “movidos por uma agenda extremista” e que as suas repetidas propostas não servem aos interesses dos investidores nem promovem valor para os acionistas a longo prazo.

Leia mais.

COMO ANDAM OS DIs

Os juros futuros (DIs) operam em queda nesta terça-feira (23) em toda a curva, na contramão do rendimento dos Treasurys em Nova York, acompanhando o recuo do dólar no mercado à vista. 

Veja como andam os DIs na tarde de hoje: 

CÓDIGONOMEULT MIN MAX ABE FEC 
DI1F25DI Jan/2510,09%10,05%10,11%10,08%10,07%
DI1F26DI Jan/269,78%9,75%9,83%9,79%9,79%
DI1F27DI Jan/279,94%9,92%10,00%9,97%9,97%
DI1F28DI Jan/2810,20%10,18%10,25%10,24%10,22%
DI1F29DI Jan/2910,37%10,35%10,43%10,41%10,39%
DI1F30DI Jan/3010,51%10,50%10,57%10,57%10,54%
DI1F31DI Jan/3110,61%10,60%10,68%10,66%10,64%
DI1F32DI Jan/3210,64%10,63%10,69%10,69%10,67%
DI1F33DI Jan/3310,70%10,69%10,78%10,77%10,75%
OS FUNDOS DE HEDGE QUE ENTREGARAM LUCRO RECORDE AOS INVESTIDORES

O ressurgimento do mercado de ações no final do ano passado não trouxe ânimo apenas para os pequenos investidores — esse movimento ajudou os maiores fundos de hedge do mundo, aqueles que adotam estratégias mais arrojadas do que os fundos tradicionais, a alcançarem lucro recorde em 2023. 

Por natureza, um fundo de hedge visa rentabilidades maiores do que os demais veículos de investimento, ou seja, tem mais liberdade de investir em ativos e estratégias diferentes e, por consequência, fica livre para sempre buscar o retorno máximo para seus clientes.

No geral, a indústria de gestão de fundos global registrou ganhos de US$ 218 bilhões após taxas, ou R$ 1,08 trilhão, de acordo com projeções da LCH Investments, um fundo de fundos de hedge. 

De acordo com o levantamento, os principais fundos — aqueles que tiveram melhor desempenho em dólares desde a sua criação — representaram cerca de um terço dos lucros anuais no ano passado, apesar de gerirem menos de um quinto (19%) dos ativos da indústria.

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O IRB Brasil lidera os ganhos do Ibovespa nesta tarde após reverter um prejuízo milionário de novembro de 2022 para um lucro líquido de R$ 24 milhões no mesmo mês de 2023. 

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
IRBR3IRB Brasil ONR$ 41,439,52%          39,17          41,83
BRFS3BRF ONR$ 14,385,43%          13,56          14,43
BEEF3Minerva ONR$ 7,095,04%            6,76            7,09
HAPV3Hapvida ONR$ 3,974,75%            3,82            4,01
BRKM5Braskem PNR$ 17,823,24%          17,27          17,88

As ações das petroleiras dominam a ponta negativa da bolsa brasileira, acompanhando o recuo do petróleo dos mercados internacionais.

CÓDIGONOMEULTVARMIN MAX 
RECV3PetroReconcavo ONR$ 23,04-1,96%          23,00          23,70
RRRP33R Petroleum ONR$ 28,60-1,89%          28,50          29,73
PCAR3GPA ONR$ 4,26-0,93%            4,21            4,49
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 11,22-0,80%          11,15          11,51
BBSE3BB Seguridade ONR$ 34,36-0,78%          34,22          34,75
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa segue próximo das máximas do dia nesta tarde. Por volta das 14h55, o principal índice de ações da B3 subia 1,17%, aos 128.080 pontos.

Já o dólar recuava a 0,54%, cotado a R$ 4,9624 no mercado à vista.

Por sua vez, as principais bolsas de Wall Street seguem sem direção única hoje. Confira:

  • Dow Jones: -0,38%
  • S&P 500: +0,04%
  • Nasdaq: +0,11%
GAFISA DESABA NA B3

A ação da Gafisa (GFSA3) opera entre as maiores quedas da bolsa brasileira nesta tarde.

Por volta das 14h40, os papéis recuavam 10,01%, negociados a R$ 12,41.

O recuo é resultado de rumores envolvendo um imbroglio de acionistas durante a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) marcada para 7 de fevereiro após o bloqueio pela Justiça de R$ 24 milhões em recursos que entrariam no caixa por meio de um aumento de capital.

IRB (IRBR3) SALTA 10%, MAS BTG RECOMENDA VENDA

Não tem para ninguém na concorrência pelo topo da lista de maiores altas do Ibovespa hoje: com um salto de mais de 10%, as ações do IRB (IRBR3) ocupam o primeiro lugar desde a abertura e não dão sinais de arrefecimento.

O combustível para a disparada é a notícia de que a companhia registrou lucro líquido de R$ 24 milhões em novembro de 2023, revertendo o prejuízo de R$ 48,5 milhões obtido no mesmo mês do ano anterior. Saiba mais aqui.

O BTG, porém, destaca que parte do avanço se deve ao fato de que a base de comparação é fraca.

"Nós esperamos que os resultados melhorem, mas em um ritmo mais lento, o que nos leva a reiterar nossa recomendação de venda", afirmam os analistas em relatório divulgado mais cedo.

AS DUAS AÇÕES QUE DEVEM ENTRAR PARA O "CLUBE DO LUCRO BILIONÁRIO" — E O ITAÚ BBA RECOMENDA A COMPRA

Duas ações devem entrar para um seleto clube bilionário: o das empresas que lucram pelo menos US$ 1 bilhão. De olho nelas e no potencial de aumentar ainda mais os ganhos este ano, o Itaú BBA elevou o preço-alvo — e diz que é hora de comprar esses papéis

A primeira delas é o Nubank (NU), cujas ações negociadas em Nova York tiveram o preço-alvo  revisado de US$ 10,40 para US$ 12 — o que representa um potencial de alta de 34,5% em relação ao último fechamento. 

A outra empresa do clube bilionário é o Mercado Livre (MELI), cujos papéis negociados em Nova York tiveram o preço-alvo aumentado de US$ 1.628 para US$ 2.106 — o que representa um potencial de valorização de 20% sobre o fechamento de segunda-feira (22). 

Nos dois casos, a recomendação do Itaú BBA foi mantida em compra. Por volta de 14h25, as ações NU subiam 0,22% em Nova York, cotadas a US$ 8,94. Na B3, os BDRs do Nubank(ROXO34) avançavam 0,54%, a R$ 7,51.

Leia mais.

NY NO VERMELHO

Após operarem sem direção definida ao longo da manhã, os índices de Wall Street firmaram-se em queda no início da tarde. Confira o desempenho de NY por volta das 13h45:

  • Dow Jones: -0,46%
  • S&P 500: -0,06%
  • Nasdaq: -0,04%

A piora no apetite ao risco dos norte-americanos coincide com a alta nos Treasurys, como são chamados os títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O rendimento do título com vencimento em 10 anos, por exemplo, alcançou os 4,145% nesta tarde.

A cautela nas bolsas, que têm dificuldades para sustentar os recordes registrados nos últimos dias, também ocorre às vésperas da divulgação de indicadores importantes para a economia dos EUA, especialmente dados sobre inflação e atividade.

EMPRESA DE EIKE BATISTA NO VERMELHO

As ações da OSX (OSXB3), empresa de Eike Batista, operam em queda hoje após a Justiça aprovar o novo pedido de recuperação judicial da companhia.

A empresa deixou o primeiro processo de reestruturação há quatro anos, mas entrou com pedido de uma nova recuperação no último domingo.

Com dívidas de R$ 7,9 bilhões, o prazo de "blindagem" da companhia contra cobranças de obrigações financeiras e débitos acabaria ontem.

Por volta das 12h55, os papéis caíam 2,22%, negociados a R$ 4,40.

PÃO DE AÇÚCAR (PCAR3) EM QUEDA

A ação do Pão de Açúcar (PCAR3) passou a operar em queda na bolsa brasileira. Por volta das 12h15, os papéis caíam 1,16%, a R$ 4,25.

O desempenho negativo da varejista vem na esteira da notícia de que a companhia deu mais um passo em direção à oferta de ações bilionária, com a aprovação do aumento do limite de capital autorizado.

Isso porque, no curto prazo, o papel deve ser penalizado na B3 devido à forte diluição dos acionistas que o potencial follow-on geraria.

IBOVESPA NAS ALTURAS

O Ibovespa atingiu as máximas do dia. Por volta das 12h20, o principal índice de ações da B3 avançava 0,98%, aos 127.843 pontos.

Por sua vez, o dólar arrefeceu as perdas para 0,18%, negociado a R$ 4,9804 no mercado à vista.

IBOVESPA REDUZ ALTA

O Ibovespa diminuiu o ritmo de alta na tarde desta terça-feira (23), pressionado pelo desempenho misto de Wall Street.

Apesar da piora no sentimento no exterior, as commodities metálicas no mercado internacional, especialmente do minério de ferro, mantêm a bolsa brasileira no campo positivo.

O principal índice de ações da B3 avança 0,67% por volta das 12h, aos 127.446 pontos.

CHINA PREPARA PLANO DE ESTÍMULO AO MERCADO DE AÇÕES DE QUASE US$ 300 BILHÕES, E IBOVESPA REAGE EM ALTA

O tripé política monetária americana, risco fiscal doméstico e fraqueza econômica da China tem pesado sobre o Ibovespa neste início de ano, mas nesta terça-feira (23), ao menos uma dessas pernas é fonte de boas notícias.

A China está se preparando para comprar ações no mercado local por meio das suas estatais. Segundo reportagem da Bloomberg, que cita fontes a par do assunto, o Gigante Asiático considera um pacote de resgate do seu mercado de ações apoiado em recursos que essas empresas mantêm em contas offshore.

A expectativa das autoridades chinesas, diz a publicação, é obter cerca de 2 trilhões de yuans (US$ 278 bilhões de dólares) para ajudar a estabilizar o mercado por meio da compra de ações na bolsa de Hong Kong.

Ainda de acordo com a Bloomberg, também serão reservados 300 bilhões de yuans em recursos locais para investir em ações chinesas por meio de instituições financeiras estatais.

Leia mais.

GIRO DO MERCADO

O governo Lula anunciou, nesta segunda-feira (22), o plano batizado de “Nova Indústria Brasil (NIB)”, que conta com 6 medidas de investimentos para a indústria. O setor deverá receber R$ 300 bilhões até 2026.

O mercado pareceu não gostar da novidade. O analista da Empiricus Research, Matheus Spiess, além de comentar os detalhes do novo plano, explica também a reação negativa do Ibovespa (IBOV), que chegou a perder os 127 mil pontos ontem (22).

Nas últimas semanas, também foram anunciadas mudanças na previdência privada.

O analista Alexandre Alvarenga participa do Giro do Mercado desta terça-feira (23) para comentar os impactos das novidades para os investidores que contam com o plano privado para aposentadoria.

Acompanhe:

BB SEGURIDADE (BBSE3)

As ações do BB Seguridade (BBSE3) operam em queda no Ibovespa desde a abertura das negociações.

Os papéis são pressionados por relatório do Santander, que vê riscos negativos para estimativas da companhia, com efeito do El Niño/El Niña.

BBSE3 recua 0,81%, a R$ 34,34.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram sem direção única.

  • S&P 500: +0,05%;
  • Dow Jones: -0,19%;
  • Nasdaq: +0,12%.

Os índices realizam os ganhos recentes, após Dow Jones e S&P 500 encerrarem a sessão anterior na máxima histórica.

IBOVESPA NAS MÁXIMAS

O Ibovespa vem renovando máximas com apoio de novos estímulos da China. O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,77%, aos 127.579 pontos.

O dólar segue em queda com recuo de 0,32%, a R$ 4,9716.

IRB (IRBR3) REVERTE PREJUÍZO

O IRB (IRBR3) registrou lucro líquido de R$ 24 milhões em novembro de 2023, revertendo o prejuízo de R$ 48,5 milhões obtido no mesmo mês do ano anterior. Leia os detalhes.

Em reação, os papéis da companhia lideram os ganhos do Ibovespa desde a abertura das negociações. Há pouco, o IRBR3 sobe 9,25%, a R$ 41,31.

GAFISA (GFSA3): GESTORA BLOQUEIA RECURSOS DE AUMENTO DE CAPITAL NA JUSTIÇA

No meio de uma ferrenha disputa societária, a Gafisa (GFSA3) sofreu o bloqueio pela Justiça de R$ 24 milhões em recursos que entrariam no caixa por meio de um aumento de capital.

A decisão se refere a um processo judicial anterior à briga entre a Esh Capital e o empresário Nelson Tanure na incorporadora.

Quem conseguiu o bloqueio dos recursos foi a Polo Capital. A gestora carioca cobra da Gafisa desde 2019 o pagamento referente a uma emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI).

A Polo antecipou recursos à incorporadora com a venda de apartamentos, mas alega que não recebeu os valores que os compradores das unidades deveriam pagar.

Leia mais.

ARRECADAÇÃO FEDERAL

A arrecadação do governo em 2023 somou R$ 2,318 trilhões, segundo dados da Receita Federal divulgados há pouco.

O montante veio próximo as projeções de R$ 2,312 trilhões dos analistas ouvidos pela Broadcast. Na comparação com o ano anterior, o resultado representa uma queda real — com desconto da inflação — de 0,12%.

Já as desonerações totalizaram R$ 136,877 bilhões em 2023.

Apenas no mês de dezembro, a arrecadação totalizou R$ 231,225 bilhões, a maior para o mês na série histórica iniciada em 1995.

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

O Ibovespa tenta recuperar as perdas da sessão anterior e sobe apoiada pelo avanço do minério de ferro, após o anúncio de novos estímulos na China.

Na ponta positiva, IRB (IRBR3) lidera os ganhos com os investidores reagindo aos números de novembro divulgados pela companhia. A resseguradora reverteu o prejuízo do mesmo período do ano passado.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB Brasil ONR$ 39,634,76%
PCAR3GPA ONR$ 4,433,02%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 6,642,31%
AZUL4Azul PNR$ 13,511,96%
HAPV3Hapvida ONR$ 3,861,85%

E as maiores quedas após a abertura do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
CIEL3Cielo ONR$ 4,59-0,65%
UGPA3Ultrapar ONR$ 27,49-0,58%
SBSP3Sabesp ONR$ 75,80-0,49%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 22,72-0,39%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 34,51-0,35%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,18%, aos 126.611 pontos após a abertura.

O tom positivo é impulsionado por anúncio de novo pacote de estímulos pelo governo chinês.

Além disso, os investidores locais aguardam os números da arrecadação de dezembro e do acumulado de 2023. Já as negociações entre o governo e o Congresso sobre as pautas econômica, entre elas a proposta de reoneração da folha de pagamentos, ficam em segundo plano.

Lá fora, os investidores calibram as expectativas à espera da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira (25), e uma bateria de novos dados econômicos nos Estados Unidos na reta final da semana.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras tentam acompanham o tom positivo dos índices futuros de Nova York no pré-mercado.

  • Vale (VALE): +1,32%, a US$ 13,81
  • Petrobras (PBR): 0,00%, a US$ 15,65
O QUE HADDAD DISSE DE IMPORTANTE NA ENTREVISTA AO RODA VIVA

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concedeu na noite de segunda-feira (22) uma extensa entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.

Haddad falou sobre as relações entre o governo e o Congresso Nacional, abordou as divergências em relação à reoneração da folha de pagamentos e defendeu a política de reindustrialização.

O ministro também reiterou a meta de déficit zero e afirmou que o governo está realizando uma “radiografia” e tem planos de anunciar cortes de gastos ainda este ano.

Confira a seguir os principais pontos da entrevista de Fernando Haddad ao Roda Viva.

Leia mais.

MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera em tom misto nesta terça-feira (23).

O minério de ferro fechou em Dalian, na China, em alta de 0,53%, com a tonelada a US$ 132,31.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent operam em queda de 0,64%, a US$ 79,55 o barril.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar iniciou a sessão desta terça-feira (23) em alta de 0,05%, negociado a 4,9900 no mercado à vista.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

REINVENTANDO A RODA: MUITO BARULHO POR NADA NA SUPOSTA "NOVA" POLÍTICA INDUSTRIAL?

Em um dia no qual dados econômicos relevantes são escassos no Ocidente, os investidores globais estão focados na temporada de resultados dos Estados Unidos e Europa, ao mesmo tempo em que analisam os recentes desenvolvimentos na Ásia.

No Japão, o banco central optou por manter sua política monetária inalterada, enquanto na China, o governo anunciou que estuda um substancial pacote de suporte ao mercado de ações, avaliado em quase US$ 280 bilhões.

Isso levou à valorização da maioria das ações asiáticas nesta terça-feira, seguindo o rastro de altas nos índices americanos, que bateram novos recordes impulsionados especialmente pelas empresas de tecnologia.

O destaque de hoje fica para a Netflix, que anunciará seus resultados.

Por outro lado, os mercados europeus e os futuros americanos apresentam uma queda nesta manhã, ajustando-se após ganhos recentes.

Em paralelo, as tensões geopolíticas intensificam-se, evidenciadas pelos recentes ataques aéreos dos EUA e do Reino Unido contra alvos Houthi no Iêmen, uma ação estratégica para proteger as rotas comerciais marítimas no Mar Vermelho.

Enquanto isso, o preço do petróleo Brent, que ontem atingiu os US$ 80 por barril, hoje mostra sinais de estabilização.

No cenário brasileiro, os ativos mostram uma tendência ascendente no pré-mercado americano, seguindo uma dinâmica local específica neste mês de janeiro, após o notável rali observado no final do ano passado.

A ver…

00:52 — Todo mundo tem medo do lobo mau

No Brasil, o tema fiscal continua sendo o foco das atenções, impactando significativamente o comportamento do mercado local, que se desvincula das tendências internacionais.

Essa desconexão é agravada pela apreensão com possíveis políticas econômicas mais heterodoxas no segundo ano do governo atual, particularmente após a introdução de um pacote denominado "nova política industrial", que discutirei em detalhe posteriormente.

Em meio a este cenário, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, persiste nas negociações em torno da Medida Provisória (MP) da reoneração.

É provável que a MP seja substituída por um projeto de lei que busque um equilíbrio entre diferentes interesses, visando uma transição gradual para a reoneração de certos setores.

Durante sua participação no programa Roda Viva, Haddad expressou otimismo com a direção do país (imagine se ele, membro do governo, não estivesse animado), ressaltando especialmente as medidas microeconômicas planejadas para estimular investimentos, dando ênfase ao Marco de Garantias, que visa a revitalização do crédito.

Paralelamente, há uma expectativa iminente de revisão da meta fiscal, possivelmente até março, gerando especulações sobre o valor dessa revisão e, consequentemente, sobre o possível contingenciamento de gastos pelo governo.

Sobre o tema, é importante ficar atento à divulgação dos dados da arrecadação federal de dezembro, que podem oferecer insights adicionais sobre a situação fiscal do país.

01:43 — Baú de histórias: mais do mesmo ou um ponto de partida?

Na reunião de ontem do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) no Palácio do Planalto, foi aprovado o programa "Nova Indústria Brasil" (NIB).

Este programa propõe subsídios, incentivos fiscais e a imposição de requisitos de conteúdo nacional. O plano promete disponibilizar até R$ 300 bilhões em financiamentos até 2026, estabelecendo metas e diretrizes para o desenvolvimento da indústria nacional até 2033.

Desse montante, R$ 250 bilhões seriam canalizados pelo BNDES, com R$ 194 bilhões representando novos recursos adicionais aos R$ 106 bilhões previamente anunciados em julho do ano passado.

O NIB foca em seis áreas estratégicas: agroindústria, saúde, infraestrutura, transformação digital, bioeconomia e inovação.

Apesar da ambição deste projeto, há um ceticismo perceptível quanto à sua eficácia e originalidade. Existe uma sensação de que a "neoindustrialização", conforme proposta pelo governo, não passa de uma reformulação da política industrial ultrapassada, que se baseia na utilização de fundos públicos para promover determinados campeões nacionais.

Além disso, a preocupação com as implicações fiscais de possíveis emissões do Tesouro Nacional para financiar o BNDES é real, levantando questões sobre a viabilidade fiscal do programa. Em um ambiente de questionamento sobre as intenções do governo para 2024, o projeto não é bem recebido.

Embora o NIB seja, sem dúvida, um plano robusto, há dúvidas sobre sua capacidade de trazer resultados práticos, sugerindo que pode ser mais uma repetição de estratégias industriais anteriores que não alcançaram o sucesso esperado.

Em suma, o programa parece ser mais uma compilação de medidas já existentes, agora apresentadas como uma novidade, mas que podem não passar de uma estratégia com mais aparência do que substância.

Resta ver se este será um ponto de partida efetivo ou se acabará sendo mais uma iniciativa que não atinge seu destino pretendido.

02:53 — Ninguém segura as ações de tecnologia

As ações dos Estados Unidos alcançaram novos recordes, evidenciando a crescente confiança dos investidores em assumir riscos, mesmo diante de advertências sobre a velocidade do mercado em atingir altos patamares.

Há uma aposta constante de que o Federal Reserve diminuirá as taxas de juros em 2024 e há uma crença generalizada no potencial de crescimento dos lucros impulsionados pela revolução da inteligência artificial, embora a origem exata dessa expectativa de aumento de produtividade não seja clara.

Esta semana promete ser movimentada na temporada de balanços, com grandes nomes como Netflix, Tesla e Intel programados para divulgar seus resultados.

A United Airlines, por exemplo, superou as previsões dos analistas com uma projeção de lucros otimista para este ano, anunciada após o fechamento do mercado americano na segunda-feira.

Do lado da política monetária, a ferramenta FedWatch da CME, que monitora as expectativas do mercado futuro para as taxas de fundos federais, agora indica uma probabilidade de 58,4% de que as taxas se mantenham estáveis em março.

Esse ajuste nas expectativas reflete uma abordagem mais racional, especialmente em um momento em que as autoridades do Federal Reserve têm criticado publicamente o excesso de otimismo do mercado por um iminente corte nas taxas de juros.

Embora a próxima reunião do comitê de política do Fed esteja agendada para a próxima semana, as atenções estão mais voltadas para a reunião subsequente, que pode trazer indicações mais claras sobre o futuro da política monetária.

03:39 — Trump vem aí

As eleições presidenciais americanas de 2024 foram um tópico dominante no Fórum Econômico Mundial em Davos, na semana passada, apesar de ainda faltarem vários meses para o pleito.

Logo após as convenções partidárias em Iowa, onde o ex-presidente Donald Trump garantiu uma vitória decisiva, ficou evidente a divisão de opiniões entre os participantes do fórum nos Alpes Suíços: alguns viam 2024 como mais um ano eleitoral, enquanto outros percebiam a eleição como um evento de significado extraordinário.

Davos, conhecido por reunir pessoas do mundo dos negócios e lideranças políticas, naturalmente se tornou palco de discussões sobre as eleições americanas.

Até mesmo a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, conhecida por sua relutância em discutir política, foi levada a comentar sobre as eleições quando questionada (ela teme a vitória de Trump).

Por outro lado, Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, expressou ambivalência sobre o resultado, embora reconheça a possibilidade de uma vitória de Trump (já quer costurar alguma relação, claro).

Como abordamos anteriormente, as primárias de New Hampshire, que acontecem hoje, são um momento decisivo.

Com apenas Trump e Nikki Haley na corrida, a ex-governadora da Carolina do Sul precisa de uma performance marcante para se manter viável na disputa.

Além disso, Haley pode precisar de alguma intervenção judicial na candidatura de Trump antes da Super Terça de março, que reúne várias primárias no mesmo dia.

No momento, o cenário mais provável é que Trump se mantenha como candidato principal, sendo o favorito para a eleição de novembro.

04:48 — As mais recentes movimentações asiáticas

No Japão, o mercado de ações recuou das altas recordes dos últimos 34 anos após o Banco do Japão optar por manter sua abordagem flexível na política monetária.

A taxa de juros de curto prazo permaneceu em -0,1%, sem sinalização clara do banco central sobre quando as taxas de juros negativas podem terminar.

Apesar de uma maior confiança do Banco do Japão em alcançar suas metas inflacionárias, essa decisão inicialmente resultou na desvalorização do iene contra o dólar, que mais tarde se recuperou levemente à medida que os investidores avaliavam o impacto dessa política.

Por outro lado, na China, o cenário financeiro ganhou um impulso positivo.

O governo chinês está considerando estabelecer um fundo de estabilização do mercado de ações no valor de até US$ 278 bilhões.

Este fundo tem o objetivo de comprar ações locais para prevenir uma queda acentuada nos mercados de ações, que enfrentaram um desempenho particularmente fraco na Ásia em 2023 e continuaram a lutar no início de 2024.

A economia da China, a segunda maior do mundo, ainda luta para mostrar sinais de recuperação. Caso efetivo, este plano de estabilização pode ser um marco crucial para revitalizar os mercados chineses após períodos desafiadores.

BITCOIN (BTC) CAI ABAIXO DOS US$ 39 MIL PELA PRIMEIRA VEZ EM 2024

O mau humor parece ter contaminado de vez o mercado de criptomoedas. O bitcoin (BTC) e os outros oito maiores ativos digitais do planeta intensificaram as perdas e amanheceram outra vez no vermelho nesta terça-feira (23). 

No caso do BTC, a moeda virtual perdeu o patamar de suporte de US$ 39 mil na madrugada de hoje — pela primeira vez desde que o ano começou e no nível mais baixo desde novembro de 2023.

Por volta das 9h, o criptoativo marcava uma queda de 4,6% nas últimas 24 horas, a US$ 38.883,91. Em uma semana, o recuo acumulado chegava a 9,17%.

Enquanto isso, o ethereum (ETH) caía 6,5% em um dia, negociado a US$ 2.227,03 no mesmo horário. A segunda criptomoeda mais negociada do mundo acumula uma baixa de 11,96% nos últimos sete dias.

Leia mais.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre em alta de 0,35%, aos 127,688 pontos. 

O indicador acompanha os mercados internacionais, que tentam se firmar no azul, com Wall Street repercutindo balanços de empresas como General Eletric (GE) e Netflix.

Por aqui, os investidores devem concentrar as atenções na reoneração da folha de pagamento e no anúncio da nova política industrial.

CRIPTOMOEDAS EM QUEDA

O bitcoin cai cerca de 4% e opera abaixo de US$ 40 mil por volta das 8h30, em meio a um fluxo de saída de investidores dos ETFs (fundos de índice). 

O movimento atinge principalmente a gerenciadora de ativos digitais Grayscale, que liderou a criação dos fundos, de acordo com informações do Broadcast.

Por volta das 08h06 (de Brasília), o bitcoin caía 4,70%, a US$ 38.918,69.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MAJORITARIAMENTE EM ALTA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta terça-feira.

Os investidores repercutiram rumores segundo os quais o governo da China estaria preparando um pacote de estímulo a seus mercados de ações.

As bolsas chinesas registraram fortes perdas em sessões recentes.

A exceção do dia foi a bolsa de Tóquio, que registrou uma leve queda (-0,08%) em meio a uma sucessão de altas robustas.

A bolsa de Hong Kong liderou os ganhou, com alta de 2,6%. Já a bolsa de Xangai subiu 0,53%.

As bolsas de Seul e Taiwan subiram 0,58% e 0,33%, respectivamente.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: +0,53%
  • Tóquio: -0,08%
  • Hong Kong: +2,63%
  • Kospi: +0,58%
  • Taiwan: +0,76%
BOLSAS DA EUROPA OPERAM SEM DIREÇÃO

As principais bolsas de valores da Europa até abriram em alta hoje, mas perderam o fôlego e agora oscilam entre leves altas e baixas.

Os investidores estão na expectativa em relação a indicadores sobre a zona do euro e à temporada de balanços nos Estados Unidos.

Confira as bolsas na Europa agora:

  • DAX (Frankfurt): -0,17%
  • CAC 40 (Paris): -0,24%
  • FTSE 100 (Londres): -0,18%
  • Euro Stoxx 50: -0,29%
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM DE LADO

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram de lado nesta terça-feira.

Depois de três sessões seguidas de alta em Wall Street, os índices oscilam entre leves altas e baixas à espera da continuidade da temporada de balanços.

Entre os resultados trimestrais previstos para hoje, destaque para os números da Netflix e da General Electric.

Confira as bolsas de NY por volta das 7h53:

  • S&P 500 futuro: +0,01%
  • Dow Jones futuro: -0,07%
  • Nasdaq futuro: -0,04%
BC DO JAPÃO MANTÉM TAXAS DE JUROS INALTERADAS

O BoJ, como é conhecido o banco central do Japão, manteve inalteradas as principais referências que balizam sua política monetária no país.

As taxas de juros de curto prazo foram mantidas em -0,1% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado.
Além disso, o BoJ manteve em 1% o ponto de referência para o limite superior do rendimento dos títulos do governo japonês de 10 anos.

A autoridade monetária informou ainda que espera atingir a meta de 2% para a inflação de forma "sustentável e estável, acompanhada pelo aumento de salários".

No comunicado que acompanhou a decisão, o BoJ também reduziu de 2,8% para 2,4% a projeção para o núcleo do índice de preços ao consumidor, que exclui alimentos frescos, para o ano fiscal de 2024.

COMO FECHOU O IBOVESPA ONTEM

O Ibovespa foi na contramão de Wall Street e voltou a perder fôlego. Mesmo com as bolsas de Nova York renovando máximas, o principal índice da B3 fechou em queda de 0,81%, aos 126.601,55 pontos.

No acumulado do ano, o Ibovespa já acumula baixa de quase 6%. Já o dólar voltou a encostar nos R$ 5 reais, com alta de 1,23%, no mercado à vista.

Confira por que o índice caiu ontem.

ELEIÇÃO MAIS IMPORTANTE DO ANO NÃO VAI ACONTECER NO BRASIL

No final de semana, nos Estados Unidos, ocorreu um movimento significativo no cenário político republicano: Ron DeSantis, figura proeminente do partido republicano, anunciou a retirada de sua candidatura à presidência para as eleições de 2024, simultaneamente endossando Donald Trump como seu candidato preferencial.

Esta ação vem antes das críticas primárias republicanas em New Hampshire, marcadas para hoje, e representa uma consolidação em torno da figura de Trump, aumentando suas chances de reconquistar a presidência.

De acordo com as pesquisas mais recentes, Trump detém uma sólida liderança, com 50% das intenções de voto entre os eleitores republicanos prováveis em New Hampshire. Por outro lado, Nikki Haley, ex-governadora da Carolina do Sul, tem 39% das intenções de voto.

A saída de DeSantis da corrida presidencial pode ser um momento decisivo para Haley. Se ela não conseguir ganhar tração e impulso agora, as perspectivas de uma disputa efetiva contra Trump parecem cada vez mais distantes.

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