🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Hora da pimenta?

Tesouro Direto: Investidores se antecipam à queda da Selic e ganho dos títulos prefixados chega a 180% do CDI no ano; ainda vale a pena comprar?

Com o melhor desempenho do Tesouro Direto no ano, prefixados ganharam novo impulso com inflação abaixo do esperado – e continua interessante se posicionar nesses papéis

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
13 de abril de 2023
6:57 - atualizado às 13:07
dua setas indicam o movimento de alta e o de queda dos mercados e da bolsa
Com dólar, inflação e juros futuros em queda, títulos prefixados experimentam alta. Imagem: Shutterstock

Depois de sofrerem com a escalada da Selic, os títulos prefixados de renda fixa, como o título público Tesouro Prefixado, começaram a ressuscitar no segundo semestre do ano passado e, neste ano, já acumulam desempenhos que superam o CDI, os títulos pós-fixados, como o Tesouro Selic, e investimentos mais arriscados, como a bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com valorizações que ultrapassam os 6% ao ano, por exemplo, os títulos públicos prefixados ganham com folga dos papéis atrelados à taxa básica de juros, que sobem pouco mais de 3,5%, sem falar no Ibovespa, que acumula queda de mais de 3% em 2023.

  • Quer ter acesso a títulos de renda fixa ‘premium’? Você pode receber as melhores ofertas diariamente, direto no seu WhatsApp, assim que elas ficarem disponíveis. É totalmente gratuito. CADASTRE-SE AQUI

Melhores e piores desempenhos no Tesouro Direto em 2023

InvestimentoDesempenho no anoDesempenho em 12 meses
TESOURO PREFIXADO 20296,31%7,86%
TESOURO PREFIXADO 20266,29%11,28%
TESOURO IPCA+ 20266,14%8,82%
TESOURO PREFIXADO com juros semestrais 20275,99%11,42%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20265,93%9,00%
TESOURO PREFIXADO com juros semestrais 20295,68%9,70%
TESOURO PREFIXADO com juros semestrais 20315,46%9,12%
TESOURO PREFIXADO 20255,00%11,81%
TESOURO PREFIXADO com juros semestrais 20335,00%7,99%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20304,99%7,12%
TESOURO IPCA+ 20244,86%8,97%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20244,83%9,14%
TESOURO PREFIXADO com juros semestrais 20254,80%12,08%
TESOURO PREFIXADO 20244,32%11,81%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20324,32%6,18%
TESOURO SELIC 20273,74%13,54%
TESOURO SELIC 20253,67%13,47%
TESOURO SELIC 20243,64%13,41%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20353,51%4,69%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20403,48%2,98%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20503,06%2,03%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20552,97%1,89%
TESOURO IPCA+ com juros semestrais 20452,90%2,78%
TESOURO IGPM+ com juros semestrais 20312,54%2,28%
TESOURO IPCA+ 20352,19%1,57%
TESOURO IPCA+ 20450,40%-7,98%
Fonte: Tesouro Direto

A recuperação dos prefixados começou na segunda metade de 2022, quando o Banco Central sinalizou o fim do ciclo de alta nos juros, mas ganhou tração mesmo neste início de ano, com os primeiros sinais de inflação realmente controlada e o anúncio do arcabouço fiscal pelo governo.

  • CONVITE ESPECIAL PARA INVESTIDORES PREMIUM: liberamos vagas no nosso grupo VIP no Telegram. Nossa equipe de repórteres especiais está lá. Eles circulam entre os principais analistas e gestores do país para enviar informações e análises exclusivas por lá. Participe aqui.

Além disso, mesmo com as rusgas entre o governo federal e o BC em torno do patamar da taxa de juros e as críticas ao arcabouço fiscal, cresce no mercado a percepção de que a Selic não conseguirá ficar nesse nível tão alto por muito mais tempo, sob o risco de estrangular a economia.

Dos Estados Unidos, o crescimento do temor de recessão e a recente crise bancária também elevam a percepção de que o Federal Reserve não poderá apertar muito mais a política monetária, além de levar a uma desvalorização da moeda americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo isso contribui para uma queda dos juros futuros que valoriza os prefixados, alta esta que foi turbinada pelos dados de inflação abaixo do esperado divulgados nesta semana, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

Leia Também

É hora de comprar títulos prefixados, ou já subiu tudo que tinha que subir?

Em matéria publicada em junho do ano passado aqui no Seu Dinheiro, dissemos que se posicionar em prefixados ainda era meio arriscado, considerando tudo o que se poderia ganhar em papéis atrelados à Selic e ao CDI, com praticamente nenhum risco em um cenário de juros tão elevados.

Entretanto, para os dispostos a arriscar, a analista de renda fixa da Empiricus, Laís Costa, indicava os prés com prazo de cinco ou sete anos (vencimentos em 2027 ou 2029).

Outra fonte daquela reportagem, Ulisses Nehmi, CEO da gestora especializada em renda fixa Sparta, lembrou, na ocasião, que os prefixados tendem a ficar realmente atrativos quando já se tem uma inflação controlada ou em baixa, com uma perspectiva já visível de queda de juros à frente, o que ainda não era o caso naquele momento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas e agora, depois desses dados de inflação abaixo do esperado, será que é? Ou já subiu tudo que tinha que subir? Afinal, apesar da queda nos juros futuros e da alta da bolsa vistos ontem, sinalizando um mercado animado, as instituições financeiras não mudaram realmente as suas perspectivas para Selic e IPCA neste ano.

Bem, Ulisses Nehmi acredita que sim, agora é um bom momento para adicionar um pouco de risco na carteira de renda fixa, o que quer dizer se posicionar em títulos prefixados.

O gestor explica que o fundo Sparta Infra (JURO11), que investe em debêntures de infraestrutura, estava totalmente protegido para se comportar como um ativo pós-fixado até o final de fevereiro deste ano, quando finalmente voltou a se comportar como um fundo indexado à inflação, cujo desempenho costuma se assemelhar ao dos títulos prefixados.

  • Já sabe como declarar seus investimentos no Imposto de Renda 2023? O Seu Dinheiro elaborou um guia exclusivo onde você confere as particularidades de cada ativo para não errar em nada na hora de se acertar com a Receita. Clique aqui para baixar o material gratuito.

Além disso, a Sparta acaba de lançar outro fundo de debêntures incentivadas que se comporta como um prefixado de até dois anos. Sinal de que a casa está apostando nesse tipo de ativo. "É nosso primeiro fundo com indexador pré", diz Nehmi.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O gestor lembra que, de fato, está muito confortável para o investidor ficar "esperando" com o dinheiro "parado" em ativos indexados ao CDI ou a Selic, uma vez que a inflação está na casa dos 5% e a Selic em 13,75%, o que implica um retorno real (acima da inflação) enorme.

"Os mais otimistas estão de olho nessa inflação na casa de 5% nos últimos 12 meses, que deve abrir espaço para a queda da Selic. Os mais conservadores talvez estejam de olho num núcleo do IPCA ainda elevado e nas expectativas que não estão exatamente onde deveriam para o BC começar a reduzir os juros. Mas a pressão é grande! Então achamos que já dá pra começar a colocar um pezinho [nos prés] sim."

Ulisses Nehmi, gestor da Sparta.

Laís Costa, da Empiricus, também está otimista com os títulos públicos prefixados, apesar de ainda indicar que a pessoa física mantenha boa parte da sua carteira de renda fixa em pós-fixados, o que aliás, tem sido a recomendação geral dos analistas da casa.

"(...) temos ficado mais otimistas com os títulos prefixados de prazo intermediário, apesar de ainda vermos uma relação de risco-retorno favorável aos pós-fixados de curto prazo para a pessoa física", escreveu a analista em relatório publicado logo após a divulgação do último IPCA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SAÍDA EM MASSA

Shell e Cosan soltaram a mão da Raízen (RAIZ4)? Investidores acreditam que sim e bonds derretem com venda em massa

5 de fevereiro de 2026 - 14:01

Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell

RENDA FIXA EM DÓLAR

Bonds da Raízen (RAIZ4), Aegea e Brava (BRAV3): as escolhas do BTG para a carteira de renda fixa internacional em fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 10:45

Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas

RENDA FIXA

Títulos do Tesouro Direto ganham novos prazos: veja o que muda para o investidor

3 de fevereiro de 2026 - 15:35

Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento

RENDA FIXA

Tesouro Direto: A ‘janela de ouro’ do Tesouro IPCA+, que pode render até 91% com a queda dos juros

2 de fevereiro de 2026 - 16:45

Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa

RENDA FIXA

Mais rentável que a poupança e tão fácil quanto um ‘cofrinho’: novo título do Tesouro Direto para reserva de emergência já tem data para estrear

30 de janeiro de 2026 - 17:25

O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança

ENERGIA PARA A EMPRESA

Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação

26 de janeiro de 2026 - 12:35

Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

RENDA FIXA

Como garantir retorno de 1% ao mês antes do corte da Selic? Veja simulações de taxas e títulos de renda fixa

11 de dezembro de 2025 - 6:02

O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo

CARTEIRA RECOMENDADA

Última chamada do ano para maiores retornos na renda fixa: carteira de dezembro vai de CRAs da Minerva a CDB prefixado de 14% ao ano

8 de dezembro de 2025 - 14:58

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar