Eneva (ENEV3) anuncia nova emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões; veja potencial para a ação
Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais

A Eneva (ENEV3) realizará sua 14ª emissão de debêntures no valor de R$ 2 bilhões, que ainda pode ser aumentada, em caso de demanda, em até 20%, ou seja, podendo chegar em R$ 2,4 bilhões.
Segundo comunicado ao mercado divulgado na noite de sexta-feira (23), as debêntures serão simples e com valor nominal unitário de R$ 1 mil, tendo a data de emissão em 15 de janeiro de 2026. Os papéis são destinados exclusivamente a investidores profissionais.
A Eneva, focada em exploração, produção e comercialização de gás natural e líquidos, afirma que as debêntures da Primeira Série terão validade de 10 anos e as da Segunda Série, de 15 anos.
Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas, considerado como prioritário pelo Ministério de Minas e Energia, disse a empresa.
Esse projeto também será financiado pelo Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA). Com investimentos de R$ 3,2 bilhões, sendo R$ 1 bilhão de participação do FDA, o empreendimento terá capacidade instalada para gerar 590 MW de energia.
O projeto Azulão II integrará o Complexo Azulão 950. Estima-se que 5.170 postos de trabalho sejam criados direta ou indiretamente em decorrência das obras do complexo.
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Potencial para as ações da Eneva (ENEV3)
No ano passado, a companhia gerou lucros de quase 100% aos investidores a bolsa. Agora, a pergunta que começou a ganhar força é: a Eneva (ENEV3) ainda tem fôlego para ir além? Para o Itaú BBA, a resposta é sim.
O banco elegeu a companhia como sua top pick para 2026 e elevou o preço-alvo da ação para R$ 23,80 até o fim de 2026 — um salto significativo frente à projeção anterior, de R$ 16,50 para dezembro de 2025.
Com informações da Reuters e Money Times
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