O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em um documento de 76 itens, a "Declaração dos Líderes de Nova Déli" destaca o sofrimento humano e outros aspectos negativos do conflito

Os líderes do G20, que se reuniram na Índia neste sábado (9), chegaram a um consenso sobre a declaração conjunta sobre a necessidade do desenvolvimento sustentável, da cooperação econômica e científica, de ações contra desigualdade e da redução do sofrimento causado pelas guerras.
Em um documento de 76 itens descritos em um pouco mais de 80 parágrafos, a "Declaração dos Líderes de Nova Déli", entretanto, omitiu palavras do comunicado do ano passado que condenavam abertamente a agressão russa contra a Ucrânia.
Neste ano, os líderes preferiram destacar o sofrimento humano e outros aspectos negativos do conflito, "no que diz respeito à segurança alimentar e energética global, às cadeias de abastecimento, à estabilidade macrofinanceira, à inflação e ao crescimento, o que complicou o ambiente político para os países, especialmente os países em desenvolvimento e menos desenvolvidos que ainda estão a recuperar da pandemia de Covid-19".
A expressão “a maioria dos membros condenou veementemente a guerra” estava entre as mudanças. Em vez disso, os Estados membros do G20 concordaram em apoiar-se nos princípios da Carta das Nações Unidas sobre a integridade territorial e contra o uso da força.
"Todos os Estados devem abster-se da ameaça do uso da força ou procurar a aquisição territorial contra a integridade territorial e a soberania ou a independência política de qualquer Estado. O uso ou ameaça de uso de armas nucleares é inadmissível."
Vale ressaltar que a declaração conjunta não menciona a Rússia.
Leia Também
Apesar do líderes do G20 não condenarem expressamente a agressão da Rússia à Ucrânia, o consenso para a Declaração foi considerado um passo importante na colaboração internacional.
Isso porque existia o temor de que as divisões mais profundas sobre o conflito atrapalhassem o progresso em questões como a segurança alimentar e a cooperação global em matéria de mudanças climáticas.
Como o previsto o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping, não estiveram presentes no encontro. O chefe chinês foi representado pelo primeiro-ministro Li Qiang.
A declaração considera a crise global, e aponta um comprometimento com o trabalho digno e políticas de proteção social. “Aumentaremos os nossos esforços para a eliminação do trabalho infantil e do trabalho forçado ao longo das cadeias de valor globais”.
Consta, inclusive, na declaração, um compromisso de apoiar os trabalhadores migrantes e os refugiados “garantindo o pleno respeito pelos direitos humanos e pelas suas liberdades fundamentais, independentemente do seu estatuto migratório”.
Ao fim do extenso documento, os líderes assumem o compromisso com o G20 como o principal fórum para a cooperação econômica global com base no consenso, em que todos os membros participam em condição de igualdade.
“Esperamos nos encontrar novamente no Brasil em 2024 e na África do Sul em 2025, bem como nos Estados Unidos em 2026, no início do próximo ciclo”.
Houve o consenso também de que as emissões globais de gases com efeito de estufa continuam a aumentar, com alterações climáticas, perda de biodiversidade, poluição, seca, degradação dos solos e desertificação, ameaçando vidas e meios de subsistência.
“Desafios globais como a pobreza e a desigualdade, as alterações climáticas, as pandemias e os conflitos afetam desproporcionalmente as mulheres e as crianças, bem como os mais vulneráveis.”
Um entendimento presente no texto é que nenhum país deveria ter de escolher “entre combater a pobreza e lutar pelo planeta”.
Os países se comprometem a encontrar “modelos de desenvolvimento que implementem transições sustentáveis, inclusivas e justas a nível mundial, sem deixar ninguém para trás”.
Por fim, os líderes entendem que devem haver ações concretas para “acelerar um crescimento forte, sustentável, equilibrado e inclusivo”.
*Com informações de Agência Brasil e CNBC
UM BC 2.0
ENTRAM EM CAMPO
FIM DO DINHEIRO BARATO?
ESQUEÇA AS BARRAS DE OURO
ENTRAM EM CAMPO
COMMODITIES NA CARTEIRA
COMPUTAÇÃO EM NUVEM
ROUBO AO LONGO PRAZO
SEGUNDA DE JOGOS
PAZ À VISTA?
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
BRASIL ENTRA EM CAMPO
ABERTURA DE CAPITAL
O FUTEBOL ESTÁ NO AR
DISPUTA INTERNACIONAL
COMEÇA A PARTIDA
REBAIXAR NÃO É ABANDONAR
FUJA DO ÍNDICE, FOQUE NAS AÇÕES
CENÁRIO INTERNACIONAL