O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Economista libertário foi empossado presidente neste domingo com promessa de choque econômico e admitindo que situação do país vai piorar antes de melhora
O libertário Javier Milei tomou posse como presidente da Argentina neste domingo (10) prometendo ajuste fiscal e um tratamento de choque para resolver os problemas econômicos do país, mergulhado numa profunda crise.
"Nenhum governo recebeu situação pior do que essa que estamos recebendo", disse, em seu discurso de posse. "Vou dizer isso de uma vez: não há dinheiro. Não há alternativas ao ajuste e ao choque."
Eleito com mais de 55% dos votos válidos, o economista alertou, em sua fala, que a situação econômica da Argentina provavelmente vai piorar antes de melhorar, mas que se trata de um "primeiro gole amargo" para começar a reconstrução da Argentina.
Segundo Milei, o ajuste será ordenado e recairá sobre o Estado, e não sobre o setor privado. "A curto prazo, a situação vai piorar", afirmou. "Sabemos que a curto prazo a situação vai piorar, mas depois veremos os frutos dos nossos esforços, tendo criado as bases para um crescimento sólido e sustentável ao longo do tempo."
De fato, Milei recebe o país com uma inflação três vezes maior que os dois governos anteriores. O país enfrenta uma hiperinflação profunda, com escassez de dólares e elevados níveis de pobreza. E as medidas econômicas propostas pelo novo presidente devem, num primeiro momento, pressionar os preços.
O libertário foi eleito com um discurso ultraliberal na economia, prometendo enxugar o Estado, cortar programas sociais, dolarizar a economia argentina e extinguir o Banco Central. Na reta final da corrida eleitoral, no entanto, embora tenha mantido vários de seus posicionamentos, Milei amenizou um pouco o discurso e conseguiu o apoio da direita mais moderada, como o do ex-presidente Mauricio Macri.
Leia Também
“A conclusão é que não há alternativa ao ajustamento, não há alternativa ao choque. Naturalmente, isso terá um impacto negativo no nível de atividade, no emprego, nos salários reais, no número de pobres e de indigentes. Haverá estagflação, é verdade, mas não é muito diferente dos últimos doze anos, o PIB per capita caiu 12%, num contexto em que acumulamos uma inflação de 5.000%, portanto vivemos em estagflação há mais de uma década, pelo que esta é a gota de água para começar a reconstrução da Argentina."
- Javier Milei, novo presidente da Argentina, em seu discurso de posse.
A cerimônia de posse no Congresso Nacional argentino começou por volta das 11h15 (horário de Brasília) ainda sem a presença de Milei e foi conduzida pela presidente do Senado e agora ex-vice-presidente Cristina Kirchner. Os parlamentares declararam Milei presidente às 11h20.
Por volta das 11h45, Milei chegou ao local após ter desfilado em carro por diversas ruas da capital argentina, Buenos Aires, sendo saudado por eleitores e acompanhado de sua irmã, Karina Milei.
Já no Congresso, ele foi saudado sob gritos de “Liberdade”, antes de fazer o juramento de seguir a Constituição e receber o bastão e a faixa presidencial do agora ex-presidente Alberto Fernández. No livro de juramento, assinou com seu bordão "Viva la Libertad, carajo!" Em seguida, posou para fotos e acenou para apoiadores, mas só discursou após sair da sede do Congresso.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi convidado para a cerimônia, mas não compareceu, enviando o chanceler Mauro Vieira para representá-lo. Já o presidente Jair Bolsonaro esteve presente.
Após sair do Congresso Nacional, Milei caminhou até a Casa Rosada para se encontrar com os presidentes de outros países e empossar seus ministros. As celebrações da posse do novo presidente da Argentina só terminam à noite, no Teatro Colón.
*Com informações da Broadcast e da Agência Brasil.
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região
O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos
Apesar do otimismo do executivo, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amargava uma queda de quase 23% até quarta-feira (26)
Apostador tinha direito ao equivalente a pouco mais de R$ 4 mil, mas governo cruzou dados, descobriu uma dívida tributária e dificultou o saque
A casa de análise pouco conhecida destacou os riscos para vários segmentos da economia global; visão risco é compartilhada pelo papa do mercado financeiro