O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (4) pelo The Wall Street Journal mostra quais são as maiores fraquezas do atual chefe da Casa Branca
A idade de Joe Biden sempre esteve na berlinda. Seu principal rival político nos EUA, Donald Trump, colocou inúmeras vezes em dúvida a capacidade do democrata, de 80 anos, de comandar a maior economia do mundo — e, agora, o coro do republicano foi reforçado.
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (4) pelo The Wall Street Journal mostra que a idade de Biden e sua gestão da economia são as maiores fraquezas do atual chefe da Casa Branca.
Essas preocupações podem ser o que está arrastando a aprovação geral de Biden como presidente para 42%, contra 57% que desaprovam, segundo o levantamento feito com 1.500 eleitores registrados entre os dias 24 e 30 de agosto.
Pior: 60% dos eleitores registrados indicaram que não consideram Biden mentalmente preparado para o cargo de presidente. Outros 73% disseram que Biden é velho demais para concorrer à presidência — uma resposta muito mais elevada do que a que deram sobre Trump, que tem 77 anos.
A pesquisa tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais e foi conduzida pelo pesquisador democrata Michael Bocian e por Tony Fabrizio, pesquisador da campanha de Trump em 2016.
O problema de Biden não é só a idade, segundo a pesquisa. A maioria dos eleitores registrados disse desaprovar a forma como o democrata administrou a economia (59%), a inflação (63%) e a classe média (58%).
Leia Também
Os entrevistados ficaram divididos quanto ao esforço de Biden para criar empregos — uma preocupação primordial para o governo, que tem trabalhado para recuperar a nação do impacto da mortal pandemia do novo coronavírus.
Os eleitores também deram a Biden índices negativos sobre a forma como lidou com a guerra na Ucrânia e com as negociações com a China.
PODCAST TOUROS E URSOS - A estatal ou a ex? O que esperar das ações da Petrobras e da Eletrobras no governo Lula
Na semana passada, uma pesquisa conduzida pelo instituto de pesquisa Norc em parceria com a Associated Press (AP) mostrou que Biden é associado à velhice por 26% da população norte-americana, enquanto Trump é associado à corrupção por 15%.
Segundo o levantamento, a visão sobre Trump está sendo influenciada pelos diversos casos em que ele está sendo julgado — a maioria sobre tentativas de reverter o resultado das eleições presidenciais de 2020.
Cerca de 15% dos entrevistados veem Trump como corrupto, enquanto 8% associam o ex-presidente a termos como “mentira”, “desonestidade” e “não confiável”. Outros 8% associaram Trump a termos positivos.
Na pesquisa de hoje do The Wall Street Journal, os eleitores estavam divididos igualmente sobre qual candidato apoiariam se as eleições de 2024 fossem realizadas agora — com Trump e Biden obtendo 46% de apoio.
Os dois líderes partidários são vistos de forma igualmente desfavorável na sondagem, com 58% dos inquiridos com uma opinião negativa sobre ambos e 39% dizendo que viam os candidatos de forma favorável.
O maior adversário republicano de Trump nas primárias, o governador da Flórida, Ron DeSantis, teve uma pontuação ainda mais baixa na pesquisa, com 37% dos eleitores expressando uma opinião favorável sobre ele.
Trump obteve uma vantagem de 39 pontos sobre DeSantis entre os eleitores republicanos nas primárias — 59% dos quais disseram que escolheriam o ex-presidente se votassem hoje.
Apenas 13% dos eleitores republicanos disseram que votariam em DeSantis, uma queda de 11 pontos em relação ao levantamento de abril.
*Com informações da CNBC e da CNN
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração
Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil
A empresa que provocou a queda de gigantes do software aqui e lá fora conseguiu levantar US$ 30 bilhões em financiamento
Evitado a tempo, o crime candidato a “roubo do século” no Uruguai foi desbaratado quando criminosos já haviam escavado um túnel de 300 metros mirando agência do maior banco do país
Depois de décadas de sono profundo, a economia japonesa acordou — e o estrago pode ser sentido da bolsa ao câmbio; entenda como a guinada nos juros por lá e os planos de gastos do governo criam um “aspirador de dólares” global
O medo de que a inteligência artificial torne o software tradicional obsoleto provocou uma liquidação generalizada no setor de SaaS; bancos veem exagero e apontam onde estão as chances de bons retornos
Veja onde o vírus Nipah está ativo no momento e quais são os sintomas conhecidos da doença que pode matar até 3 em cada 4 pessoas infectadas
O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, participou de um painel da CEO Conference, evento do BTG Pactual, nesta terça (10); confira os principais pontos da sua fala
Pesquisa realizada em conjunto por cientistas espanhóis, japoneses e belgas e lança luz sobre como a água de Marte evaporou ao longo do tempo
Relatório do banco norte-americano mostra que o S&P 500 pode sair dos 6.900 pontos e chegar em 7.600 pontos até o fim do ano, mas há armadilhas nesse caminho; veja como se proteger
As ambições chinesas na Lua vão além de apenas deixar pegadas no satélite; elas incluem a impressão de tijolos em 3D que sirvam para construir uma base no satélite
Enquanto a China tenta reproduzir o sol na Terra, um estudo analisa até onde a promessa da fusão nuclear resiste fora do laboratório
Depois de romper a barreira de US$ 5.600, o metal precioso está sendo cotado abaixo de US$ 5.000. Segundo o banco, a hora é de comprar na queda, mas não qualquer ação
Segundo o secretário do Tesouro norte-americano, os investidores estrangeiros continuam comprando a dívida dos EUA com apetite — mas os movimentos do mercado contam outra história
O braço direito de Donald Trump participa da CEO Conference 2026, que acontece nos dias 10 e 11 de fevereiro, em São Paulo. Ele bate um papo com André Esteves, chairman e sócio sênior do banco, no primeiro dia do evento, em painel às 11h30.
Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, participou de uma coletiva de imprensa e destacou a relevância da Argentina para o mercado de minerais críticos
Imóvel usado como casa de Walter White na série Breaking Bad foi colocado à venda por US$ 400 mil após encalhar com pedida milionária
O banco mexeu na carteira do mês para tentar capturar a onda de crescimento da economia norte-americana, e uma das novidades é a Tesla de Elon Musk; entenda as teses de investimento