O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente norte-americano considera não ir à reunião do G-7 para conseguir um acordo com o Congresso que impeça que a maior economia do mundo deixe de honrar seus compromissos
Deixar de pagar uma dívida é sempre um transtorno para o devedor e para o credor. Agora imagine o que pode acontecer quando a maior economia do mundo deve e não paga — como é o caso dos EUA.
Mais uma vez, o governo norte-americano flerta com a possibilidade de não ter dinheiro para honrar seus compromissos, e o mundo entra em estado de atenção.
O presidente dos EUA, Joe Biden, vive um verdadeiro cabo de guerra com os republicanos no Congresso, que fazem inúmeras demandas para ampliar o teto da dívida e permitir que o governo possa continuar gastando.
Nesta quarta-feira (10), Biden disse que, para atender às demandas republicanas para aprovação de um novo teto da dívida, teriam que ser cortados 22% do orçamento.
"Haveria queda de recursos para uma série de importantes programas, incluindo cuidados com saúde", afirmou Biden sobre a possibilidade.
Ainda assim, o democrata apontou que segue disposto a buscar um programa bipartidário para resolver a questão.
Leia Também
Há previsões terríveis de caos financeiro global se o Congresso dos EUA não chegar a um acordo para aumentar o teto da dívida.
Também conhecido como limite da dívida, o teto da dívida versa sobre uma lei que limita a quantidade total de dinheiro que o governo pode tomar emprestado para pagar suas contas.
Isso inclui o pagamento de funcionários federais, militares, Previdência Social e gastos com saúde pública, bem como juros sobre a dívida norte-americana e restituições de impostos.
Atualmente, esse limite é de US$ 31,4 trilhões (R$ 15,5 trilhões). Esse limite foi violado em janeiro, mas o Departamento do Tesouro usou medidas extraordinárias para fornecer mais dinheiro ao governo enquanto não se chega a um acordo com o Congresso.
Normalmente, a elevação do teto da dívida é uma formalidade para o Congresso norte-americano, mas desta vez está mais difícil se chegar a um acordo sobre os termos para isso aconteça.
Tanto é que Biden disse hoje que pode não ir à reunião do G7 (grupo que reúne EUA, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Itália, França e Japão) para tentar um acordo sobre o teto da dívida.
O presidente norte-americano deve se reunir novamente na sexta-feira (12) com líderes no Congresso para tentar destravar as negociações.
Enquanto tenta um acordo mais amplo com os congressistas, Biden também não descarta uma ampliação de curto prazo no teto da dívida para evitar o calote.
Biden, no entanto, criticou a postura de políticos e o projeto de lei condicionando o teto da dívida a cortes de gastos. Segundo ele, a proposta não detalha como os cortes seriam executados, permitindo brechas que poderiam prejudicar setores essenciais.
"Eles parecem não ter certeza do que estão propondo", afirmou.
O presidente norte-americano ainda ressaltou que seu governo reduziu parte das dívidas e prevê cortes de gastos para os próximos anos no orçamento entregue em março. Biden destacou a que a proposta equilibra cortes, retirada de determinados subsídios e impostos sobre mais "ricos", o que acredita ter potencial de "impulsionar" a receita tributária do governo.
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos
Matheus Spiess, analista da Empiricus, fala no podcast Touros e Ursos desta semana sobre a ruptura de Trump com o ambiente econômico e geopolítico das últimas décadas
Pressionada por custos elevados, petróleo barato e déficit fiscal, Arábia Saudita redesenha o megaprojeto urbano lançado em 2017
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda
Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola