🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

NO MUNDO DA LUA

Americano nunca esteve na Lua, mas ficou milionário vendendo terrenos do satélite natural da Terra

Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua

americano vende terreno na lua
Imagem: Gerada por IA -

Um estranho bate à sua porta. Ou, talvez, você recebe uma ligação de um número desconhecido que parece telemarketing. A proposta? Comprar um terreno na Lua. “Uma oportunidade única. Está baratinho. Depois todo mundo tem um e o preço sobe”, argumenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você provavelmente iria achar que é golpe. Com razão. Mas foi assim que um norte-americano aproveitou uma brecha na lei para, segundo ele, tornar-se milionário.

A história de como Dennis Hope fez fortuna começou por volta de 1980 e voltou aos holofotes agora que os astronautas enviados para cumprir a Missão Artemis 2 orbitam a Lua, que estão programados para retornar à Terra na noite desta sexta-feira (10).

Dennis Hope estava quebrado na época. Na busca por ideias de como levantar algum dinheiro, ele pensou: e se eu vendesse terrenos na Lua? Ele estudou o assunto, percebeu brechas nos tratados internacionais referentes à exploração do espaço sideral e construiu um negócio milionário.

Além de esperança, Hope teve muita habilidade

O Tratado sobre o Espaço Exterior, de 1967, elaborado pela Nações Unidas (ONU), considera que o espaço sideral é um bem comum internacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse sentido, a "província de toda a humanidade" não pode ter sua soberania territorial reivindicada por nenhuma nação.

Leia Também

FOI SEM QUERER

O ‘insuportável’ William Shockley, Prêmio Nobel que perdeu seus principais pesquisadores e criou o Vale do Silício por acidente

Conteúdo BTG Pactual

Dólar ou Selic: mesmo com juros em dois dígitos, títulos atrelados ao CDI ‘apanharam’ dos investimentos ‘gringos’; entenda 

Contudo, foi o artigo 2 do documento que deixou uma pulga atrás da orelha de Hope.

No papel, essa seção define que "a Lua e outros corpos celestes não estão sujeitos a apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, nem por nenhum outro meio".

Nas entrelinhas, o americano interpretou que, se é de todos, também não é de ninguém. Além disso, apesar de o documento dizer que nenhum país pode reivindicar a Lua, nada estava escrito sobre uma pessoa física.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eureka! Vou colonizar a Lua

Segundo Hope, ele faria tal qual seus antepassados, quando “chegaram da Europa ao Novo Mundo”. A ideia foi “colonizar” a Lua.

Para isso, ele enviou às Nações Unidas uma carta que reivindicava sua propriedade não apenas sobre a Lua, mas também de todos os planetas conhecidos do sistema solar e de seus satélites.

A ONU nunca respondeu. Mas isso não impediu Hope de seguir com seu plano original. Ele loteou e vendeu as propriedades a quem quis comprar. E deu certo.

Um corretor de imóveis de outro planeta

A partir disso, ele se tornou o primeiro corretor de outro planeta. Mesmo que a venda aconteça no espaço sideral, ele seguiu um esquema parecido com o usado na Terra: em hectares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hope contou à revista Vice que o menor lote disponível é de um acre, cerca de 0,4 hectare ou 4 mil m². Porém, ele ainda não teria vendido um lote desse tamanho.

A preferência é por terrenos de 1,8 mil e 2 mil acres, 728 e 809 hectares — cerca de 1.150 campos de futebol, para se ter uma noção.

E ele fez sucesso.

O rol de proprietários vai de estrelas de Hollywood a ex-presidentes americanos, como Ronald Reagan, Jimmy Carter e George W. Bush, segundo Hope.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda de acordo com ele, 1,8 mil grandes corporações e redes hoteleiras, como Hilton e Marriot, compraram propriedades, afinal… “vai que”.

Um bolso tão cheio que nem precisa de gravidade para chegar ao chão

Hope calcula que, até 2019, ele lucrou cerca de US$ 12 milhões, cerca de R$ 61 milhões (considerando o câmbio do dólar hoje). Desde 1995, esse é o único trabalho do americano.

Mas para alcançar esse patamar, ele precisou desenvolver um meio de “garantia” aos donos dos terrenos.

Depois de assistir a uma montagem da peça de Hamilton, Hope decidiu que não gastaria seu “one shot” (oportunidade única).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim como o primeiro defensor da constituição americana, ele elaborou um documento que considerava Hope e os proprietários parte de uma república democrática, apelidada de "Governo Galáctico".

"Na época, contávamos com 3,7 milhões de proprietários e 173.562 votos para sua ratificação. Por isso, somos hoje uma nação soberana, com uma Constituição plenamente ratificada", contou à BBC.

E o governo não faz nada?

Diferente de outros negócios exóticos, como a Avestruz Master, o americano mantém seu império de terrenos intergalácticos em pé — não só graças a gravidade.

Porém, especialistas seguem afirmando que a Lua não pertence, de modo legítimo, a ninguém.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O economista Mohamed El-Erian está sentado em uma poltrona vermelha, segurando um microfone. Atrás dele, uma estante de livros. 31 de agosto de 2026 - 13:50
Dono da Amazon Jeff Bezos Indian Creek 27 de agosto de 2026 - 16:32
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 19 de agosto de 2026 - 15:33

OPORTUNIDADE OU CILADA

Renda fixa nos EUA: vale a pena comprar Treasury com a disparada dos juros?

19 de agosto de 2026 - 15:33
Em um fundo que mescla o prédio da B3, a bandeira do Brasil e um globo, um homem de barba e terno azul está ao lado direito da imagem. No centro, a frase: Só ser barato não adianta 14 de agosto de 2026 - 14:40
Montagem representando as tarifas dos EUA contra os produtos brasileiros 14 de agosto de 2026 - 13:31
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 9 de agosto de 2026 - 17:01
Ilustração do genoma criado pela IA 7 de agosto de 2026 - 15:51
Ilustração gerada por IA de uma igreja moderna branca no meio de um campo de flores roxas. 7 de agosto de 2026 - 0:09
Em um cenário que lembra a lua, robôs humanoides e de quatro patas da Unitree estão enfileirados. 6 de agosto de 2026 - 19:51
Estátua de menina em frente ao touro de Wall Street 6 de agosto de 2026 - 19:21
Em um fundo com a bandeira dos EUA, o megainvestidor Michael Burry aparece do lado direito, em primeiro plano 5 de agosto de 2026 - 16:30

ELE ESTÁ VENDIDO

O tsunami que pode arrastar o S&P 500, segundo Michael Burry

5 de agosto de 2026 - 16:30
imagem da Ponte das Correntes que atravessa o rio Dánubio em Budapeste, na Hungria, vista de cima 5 de agosto de 2026 - 14:28
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar