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Embora tenha colocado panos quentes sobre o que chamou de incidente, Pequim também subiu o tom contra Washington
O mundo ainda não conseguiu dar um fim na guerra entre Rússia e Ucrânia e se vê — mais uma vez — às voltas com a escalada da tensão entre EUA e China. Dessa vez, o motivo é um balão.
Tudo começou na última quinta-feira (2), quando um balão chinês misterioso apareceu nos céus do estado norte-americano de Montana. Desde então, Pequim e Washington enfrentam uma crise diplomática.
A reação dos EUA foi imediata. Depois de derrubar o balão, o governo de Joe Biden não economizou nas palavras, classificando a situação como um ato irresponsável e que violava a soberania norte-americana e o direito internacional.
A China, por sua vez, disse que não passava de um aparato tecnológico usado para pesquisas meteorológicas, mas que foi desviado pelos ventos.
Mas a crise já estava instalada e o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, resolveu adiar indefinidamente sua viagem a Pequim — a previsão inicial era de que ele visitasse a China no domingo (5) e nesta segunda-feira (6).

Em meio à escalada de tensão, a China mandou hoje um recado para os EUA. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, pediu a ambos os lados que mantenham a calma.
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“O que quero enfatizar em relação a esse acidente inesperado é que ambos os lados, especialmente os EUA, devem manter a calma”, disse Mao na primeira coletiva após Blinken resolver adiar a viagem a Pequim.
A porta-voz enfatizou ainda a natureza acidental da trajetória de voo do balão e disse que a China perdeu o controle de outros veículos desse tipo.
Quando questionada sobre quem ou que tipo de empresa fez o balão, Mao se recusou a compartilhar detalhes.
Mao reiterou ainda os apelos da China por “respeito mútuo, coexistência pacífica e cooperação ganha-ganha” no relacionamento bilateral.
Mas não foi só de palavras amenas que o recado da China foi feito — Pequim também subiu o tom contra a decisão de Washington de derrubar o balão.
Após passar dias sobrevoando o território norte-americano, o balão foi derrubado no mar no estado da Carolina do Sul no final de semana.
O plano inicial era derrubá-lo dentro do estado de Montana, mas os EUA decidiram que seria melhor esperar ele chegar no mar para que não houvesse a possibilidade de destroços caírem sobre áreas habitadas.
Depois disso, o Ministério das Relações Exteriores da China expressou "forte insatisfação e protesto contra o uso da força pelos EUA para atacar aeronaves civis não tripuladas".
De acordo com o jornal japonês Sankei, Washington teria sugerido ainda a implantação de mísseis de médio alcance no Japão como parte de um plano para reforçar as defesas contra a China.
O caso do balão gerou uma nova crise entre as duas maiores potências do mundo — reforçada pelo cancelamento da visita do secretário de estado norte-americano a Pequim.
Os planos para a viagem de Blinken foram anunciados em novembro, depois que o presidente chinês, Xi Jinping, e Biden tiveram seu primeiro encontro pessoal durante o atual governo.
A notícia da reunião e as expectativas de que Blinken visitaria Pequim aumentaram as esperanças de mais estabilidade no tenso relacionamento EUA-China.
Antes da visita de Blinken, o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ned Price, disse a repórteres que um dos objetivos das conversas de alto nível com Pequim era a “gestão responsável” do relacionamento bilateral “mais importante” do mundo.
Essas conversas, acrescentou, visam garantir que “a competição não se transforme em conflito”.
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