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Cerca de 20 veículos de uma frota de cerca de 200 foram liberados para cruzar a Passagem de Rafah na madrugada de hoje
O 15º dia da guerra entre Israel e o Hamas começou com uma boa notícia para a população afetada pelo conflito e o cerco à Faixa de Gaza: cerca de 20 caminhões com mantimentos e remédios atravessaram a passagem de Rafah, na fronteira entre o Egito e o território, neste sábado (21).
A informação de que a passagem — que é a única saída de Gaza por terra não controlada por Israel, e sim pelo Egito — seria liberada foi antecipada pela Embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém. Em comunicado, o órgão avisou que a fronteira se abriria às 10h no horário local, cerca de 04h da manhã em Brasília.
"Se a fronteira for aberta, não sabemos quanto tempo permanecerá assim para a saída de cidadãos estrangeiros de Gaza", avisou a Embaixada. E, de fato, segundo informações da imprensa internacional, a passagem de Rafah foi fechada logo após 20 caminhões atravessarem para Gaza.
"Prevemos que muitas pessoas tentarão atravessar, e os cidadãos dos EUA que tentem entrar no Egito devem esperar um ambiente potencialmente caótico e desordenado em ambos os lados da travessia", alertava o comunicado. Até agora, não há informações sobre a travessia de pessoas durante o período em que a fronteira foi aberta.
A abertura da passagem de Rafah foi costurada entre autoridades egípcias e israelenses após uma visita do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a Tel Aviv.
A cúpula de Israel recusava-se a quebrar o cerco até a derrota do Hamas, mas afirmou, após o encontro, que não impediria o trânsito de comida, água e medicamentos desde que esses suprimentos não chegassem até o grupo terrorista.
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Os veículos que atravessaram hoje fazem parte de uma frota de cerca de 200 caminhões que carregam mais de quatro mil toneladas de itens como mantimentos, água, remédios e equipamentos médicos.
O governo federal do Brasil, por exemplo, enviou na última quarta-feira (18) uma aeronave com doações que incluem purificadores de água portáteis e kits médicos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os caminhões que conseguiram transpor a passagem de Rafah transportam medicamentos e suprimentos para 1.200 pessoas e bolsas portáteis para estabilização no local de até 235 pessoas feridas.
A frota leva também "medicamentos e tratamentos para doenças crônicas para 1.500 pessoas e medicamentos essenciais básicos e suprimentos de saúde para 300 mil pessoas durante três meses", diz o comunicado publicado na conta oficial da OMS no Twitter.
A Organização destacou que trabalha com autoridades egípcias e o Crescente Vermelho da Palestina para certificar-se que os suprimentos serão entregues aos hospitais e outras instalações de saúde na região.
"Estes fornecimentos são uma tábua de salvação para pessoas gravemente feridas ou que lutam contra doenças crônicas e que suportaram duas semanas angustiantes de acesso limitado a cuidados de saúde e grave escassez de medicamentos e material médico", diz a instituição.
Mas o comunicado também alerta que os itens liberados hoje "mal começarão" a suprir às crescentes necessidades de saúde, à medida em que o confronto segue evoluindo na região.
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