O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A sereia parece estar se debatendo para nadar nas águas dos cinemas globais, com uma arrecadação de apenas US$ 68,3 milhões fora dos EUA
Após 34 anos desde a primeira aparição de Ariel nas telonas, o live-action de A Pequena Sereia, da Disney, chegou aos cinemas com uma bilheteria global de US$ 185,8 milhões (R$ 929,6 milhões) no fim de semana de estreia, segundo o Box Office Mojo.
“Onde eu nasci. Onde eu cresci. É mais molhado. Eu sou vidrado por tudo aqui”. A maior parte da arrecadação no lançamento se deve aos cinemas dos Estados Unidos, que somaram US$ 117,5 milhões no fim de semana.
O remake do clássico animado de 1989 superou, com larga vantagem, a concorrência no que diz respeito à bilheteria nos EUA.
A jovem sereia conquistou o primeiro lugar na bilheteria doméstica, acima de Velozes e Furiosos X, que arrecadou US$ 28,6 milhões no segundo fim de semana nos cinemas.
Seja com pernas ou com barbatanas, a filha de Tritão encontrou dificuldade de reproduzir suas danças e cantos graciosos no “mundo real” — e o desempenho de Ariel nas bilheterias internacionais deixou a desejar.
A sereia parece estar se debatendo para nadar nas águas dos cinemas globais, com uma arrecadação de apenas US$ 68,3 milhões em 51 mercados, incluindo a Alemanha, Coréia, China e França.
Leia Também
Aqui no Brasil, o live-action somou apenas US$ 4 milhões (R$ 20 milhões) desde a estreia. Enquanto isso, a produção registrou a menor bilheteria de estreia da Disney na China, com apenas US$ 2,3 milhões (US$ 11,51 milhões).
Vale lembrar que a adaptação do clássico da Disney ainda tem um oceano a percorrer para render lucro à dona das princesas, uma vez que custou US$ 250 milhões (R$ 1,25 bilhão) para ser produzida.
É importante considerar também que, daqui para frente, a disputa pelas bilheterias ficará ainda mais complicada — e Ariel terá outros personagens além de Úrsula como “rivais” na competição pelos cinemas.
Isso porque as próximas semanas reservam lançamentos de franquias já adoradas pelo público, como Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, novo filme animado do super-herói que estreia em 1º de junho nos cinemas do Brasil, e Transformers 7: O Despertar das Feras, que será lançado em 8 de junho.
Não bastasse a estreia mais fraca que o esperado no exterior, o live action ainda lida com uma corrente marítima de críticas. No site Rotten Tomatoes, a produção conta com uma avaliação média de 67% pelos críticos. Por outro lado, a audiência aprovou o filme, com uma aprovação de 95%.
A avalanche de avaliações negativas fizeram portais internacionais que reúnem críticas de cinema, como é o caso do IMDb no Reino Unido, Brasil e México, publicarem avisos sobre um número incomumente alto de críticas negativas para A Pequena Sereia.
“Atividade incomum: Nosso mecanismo de classificação detectou atividade incomum de votação neste título. Para preservar a confiabilidade de nosso sistema de classificação, um cálculo de ponderação alternativo foi aplicado”, escreveu o site.
No IMDb, a classificação chegou a 7/10, considerando mais de 27 mil avaliações.
Na Alemanha, o site Moviepilot mostrou uma classificação de 0,7 em 10 antes do lançamento de A Pequena Sereia nos cinemas, pontuação muito abaixo dos níveis para qualquer título. Ao longo do fim de semana, a classificação passou para 5/10.
É importante lembrar que a escolha da atriz Halle Bailey para interpretar Ariel no live action foi recebida com reação racista desde o primeiro anúncio do elenco.
Entretanto, a atuação de Bailey foi elogiada por críticos ao redor do mundo. Uma das principais críticas ao live action atualmente faz menção aos efeitos visuais.
*Com informações de Collider e Deadline
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País