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A corretora vai distribuir US$ 320 milhões em proventos, ou R$ 1,5 bilhão no câmbio atual. Por papel, os dividendos da XP são equivalentes a US$ 0,58 (R$ 2,86).
Os primeiros dividendos a gente nunca esquece — também não é para menos. A XP (XPBR31) anunciou nesta sexta-feira (01) uma bolada em proventos que serão pagos aos seus acionistas em 25 de setembro deste ano.
A corretora vai distribuir US$ 320 milhões em dividendos, ou R$ 1,5 bilhão no câmbio atual — os primeiros proventos desde a oferta inicial de ações (IPO) realizada em 2019. Por papel, os dividendos da XP são equivalentes a US$ 0,58 (R$ 2,86).
Os acionistas que estiveram na base da corretora no dia 12 de setembro deste ano terão direito aos proventos.
Vale lembrar que, após essa data, os papéis da corretora serão negociados "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Então você pode optar por comprar o papel agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao provento.
As ações da XP estrearam na Nasdaq em 11 de dezembro de 2019, com alta de 27%. O volume negociado no dia foi de US$ 33,598 milhões.
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Na véspera da entrada na bolsa, o papel havia sido precificado em US$ 27 — acima da faixa estabelecida inicialmente no prospecto da abertura de capital, entre US$ 22 e US$ 25.
Na ocasião, corretora foi avaliada em US$ 14,89 bilhões.
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Quem responde essa pergunta é o BTG Pactual. Na quarta-feira (01), o banco manteve a recomendação de compra para o papel citando uma série de motivos para estar otimista com a corretora.
O BTG citou a transição para um cenário macroeconômico mais favorável e o potencial do papel subir ainda mais.
Na ocasião, o banco elevou o preço-alvo da XP para US$ 32,50 — o que representa um potencial de valorização de 20% em 2023.
Nesta sexta-feira, as ações da XP negociadas em Nova York encerram com alta de 3,99%, cotadas a US$ 26,35. Na B3, os papéis XPBR31 subiram 2,64%, a R$ 129. No ano, esses papéis acumulam alta de mais de 20% na bolsa brasileira.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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