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Segundo a Weg (WEGE3), o primeiro trimestre deste ano foi marcado por consistência das margens, com destaque parta os negócios de ciclo longo
Como sempre acontece, a Weg (WEGE3) é das primeiras companhias brasileiras a trazer seus resultados trimestrais. E, também sem surpresa alguma, a fabricante trouxe bons números no balanço referente ao primeiro trimestre deste ano.
Entre os meses de janeiro e março, a Weg anotou um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, uma alta de 38,4% na comparação anual.
Segundo o balanço trimestral disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a receita líquida da Weg foi de R$ 7,6 milhões no período, 12,7% maior do que aquela que foi registrada um ano antes.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou R$ 1,6 bilhão nos três primeiros meses do ano, o que representa um crescimento de 37% na comparação com o mesmo período de 2022.
Esse talvez seja o número que faça alguns investidores torcerem o nariz ao longo do pregão desta quarta-feira (26), já que o consenso da Refinitiv indicava uma expectativa de R$ 2,4 bilhões para essa linha do balanço.
A margem Ebitda ajustada, por sua vez, chegou a 21,9% no primeiro trimestre de 2023, um avanço de 3,7 pontos percentuais ante o que foi registrado em 2022.
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Ainda conforme o balanço disponibilizado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a receita líquida da Weg totalizou R$ 7,6 bilhões no período, uma alta de 12,7% na comparação anual.
Já o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 68,5 milhões entre janeiro e março deste ano, revertendo os ganhos de R$ 3,8 milhões de um ano antes.
Por fim, o caixa líquido da Weg no fim deste período era de R$ 2 bilhões, enquanto nos primeiros meses de 2022 essa quantia era bem menor e somava R$ 307 milhões.
Segundo a administração da Weg, os números do primeiro trimestre deste ano refletem uma boa atividade nas regiões em que atuam, tanto no Brasil quanto no mercado externo, com destaque para os negócios de ciclo longo.
O balanço ainda destaca que, internamente, o crescimento observado na receita da Weg acontece por causa da boa demanda de produtos industriais, com destaque para os setores de óleo & gás, papel & celulose e mineração.
De acordo com o balanço, essa dinâmica pode ser observada tanto nos negócios de ciclo curto, com destaque para motores elétricos de baixa tensão e componentes de automação, como também nos negócios de ciclo longo, como motores de média tensão e painéis de automação.
É interessante observar que, ao contrário do que vimos em outros trimestres, desta vez a divisão de geração solar distribuída trouxe redução de receita. A razão seria a antecipação de pedidos em 2022 e a entrada em vigência
da lei 14.300/2022 em janeiro deste ano, que altera a regulação do setor.
Assim, a área de GTD passa a representar uma participação de 38,5% na receita operacional líquida da Weg.
No exterior, a Weg destaca o crescimento de receita e boa demanda de equipamentos eletroeletrônicos industriais, assim como o desempenho do segmento de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD). Aqui, o destaque é o avanço da receita em transmissão & distribuição (T&D) na América do Norte.
"Fatores chave do modelo de negócio da companhia, como verticalização e constante busca de eficiência operacional, aliados à estabilização dos custos das principais matérias-primas e normalização da cadeia de suprimentos global, contribuíram para as boas margens obtidas e para o crescimento do retorno sobre o capital investido", escreveram os executivos da Weg na divulgação.
No pregão desta quarta-feira (26), WEGE3 reage de maneira tímida. Por volta das 12h21, o papel caía 1,16%, cotado a R$ 40,07.

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