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Ação da Weg já subiu mais de 15% nos últimos 12 meses, mas pode se valorizar ainda mais na visão dos analistas do Credit Suisse
A ação da Weg (WEGE3) é frequentemente apontada como uma das queridinhas da bolsa brasileira. Mesmo quando analistas a consideram próxima do limite de valorização, fazem questão de apontar como ela pode ser útil na defesa do patrimônio e mantêm a recomendação de compra.
Em grande medida, isso ocorre por causa da atuação da Weg na vanguarda das inovações no campo das fontes renováveis de energia, o que garante à empresa catarinense mercado não apenas no Brasil, mas também no exterior.
De um ano para cá, WEGE3 acumula alta de pouco mais de 15% na B3. No pregão de ontem, a ação fechou a R$ 38,21. Na avaliação da equipe do Credit Suisse, porém, há espaço para que WEGE3 avance mais de 20% nos próximos meses.
O banco de investimentos atualizou hoje seu preço-alvo para o papel de R$ 41 para R$ 46.
Para os analistas Regis Cardoso, Marcelo Gumiero e Henrique Simões, a transição para os veículos elétricos tem grande potencial para impulsionar as ações da Weg no decorrer dos próximos meses.
De acordo com eles, o Brasil possui a oitava maior frota de carros leves e a quarta maior frota de veículos pesados do mundo.
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“No futuro, mesmo uma transição gradual pode significar um impulso potencial para uma demanda substancial por recarga de veículos elétricos no Brasil”, escrevem os analistas.
A equipe do Credit Suisse chama a atenção para o fato de a Weg ser a única fabricante de equipamentos originais a produzir carregadores para veículos elétricos no Brasil.
Nesse sentido, mais do que desenvolver uma rede, a Weg tende a se beneficiar da venda desses equipamentos para distribuidoras como a Vibra, a Ipiranga e Raízen, pontua o Credit Suisse.
“Isso pode se traduzir em vantagem competitiva no relacionamento com os clientes e capilaridade para distribuir produtos por meio de uma rede estabelecida.”
O cenário desenhado pelo Credit Suisse para a Weg pode ser colocado em risco em três situações, entretanto:
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
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