Vibra Energia sem combustível? Saiba por que o Citi cortou o preço-alvo para VBBR3
O preço-alvo dos papéis é R$ 27 e não mais de R$ 30, o que representa um potencial de valorização de 69% em relação ao fechamento de quarta-feira (25)

A incerteza em torno da política de preços dos combustíveis da Petrobras (PETR4), que afeta diretamente o setor de distribuição de combustíveis, é a principal responsável pela decisão do Citi de cortar o preço-alvo da Vibra Energia (VBBR3).
Mas não foi só isso: as mudanças na regulamentação dos impostos sobre os combustíveis também pesaram na decisão do banco — que manteve a recomendação de compra para as ações VBBR3.
Agora, o preço-alvo dos papéis é R$ 27 e não mais de R$ 30, o que representa um potencial de valorização de 69% em relação ao fechamento de quarta-feira (25).
As ações da Vibra oscilam entre perdas e ganhos na sessão de hoje. Depois de passar a maior parte da manhã em queda, os papéis começam a tarde operando em alta, mas os ganhos não se sustentam.
- Leia também: Conselho da Petrobras (PETR4) aprova o nome de Jean Paul Prates para comando da companhia
Como será o 4T22 para a Vibra?
Segundo o Citi, a Vibra enfrentou um trimestre desafiador, já que a empresa e outros grandes players de distribuição de combustíveis começaram o período com altos níveis de estoque, mas a demanda veio abaixo do esperado. Resultado: margens de distribuição menores.
Somou-se a isso a redução no preço do combustível pela Petrobras na refinaria, gerando um efeito de perda de estoque.
Leia Também
O banco acredita que a Vibra encerrou o quarto trimestre de 2022 com um nível de estoque menor e que pode ter alguns efeitos não recorrentes, como desinvestimento imobiliário e ajustes fiscais.
- Não perca dinheiro em 2023: o Seu Dinheiro conversou com os principais especialistas do mercado financeiro e reuniu neste material as melhores oportunidades de investimentos em ações, BDRs, fundos imobiliários e muito mais. ACESSE AQUI GRATUITAMENTE
Confira as projeções do Citi para a Vibra no quarto trimestre de 2022:
- Volumes: 10 milhões de m3;
- Receita líquida: R$ 45,8 bilhões — alta de 16% em base anual;
- Ebitda ajustado: R$ 347 milhões — queda de 66% em base anual.
Outras previsões
O Citi projeta ainda um aumento de volume no varejo, atingindo cerca de 6,3 milhões de m3, um crescimento de 8% no quarto trimestre ante o mesmo período do ano anterior, principalmente devido à aceleração das vendas de gasolina no período.
O banco também espera que os negócios B2B da Vibra apresentem menor volume de vendas, devido à desaceleração de vendas para termelétricas.
No setor de aviação, o Citi projeta boa recuperação nos volumes totais — alta de 17% no trimestre —, com o querosene de aviação atingindo 1,1 milhão de m3.
BALANÇO
Lucro do Bradesco (BBDC4) sobe 14% no 3T26, a R$ 7,1 bilhões; calotes podem frear a virada?
22 de outubro de 2026 - 18:07NEGÓCIO EM ANDAMENTO
CSN (CSNA3): Agora vai? Venda da CSN Cimentos deve sair nas próximas 2 semanas, mas sem exclusividade, diz jornal
22 de outubro de 2026 - 17:58O QUE PESOU NO 3T26?
A conta chegou para a WEG (WEGE3): custos e tarifas dos EUA pressionam margens; veja o que diz a empresa
22 de outubro de 2026 - 17:18ALTA DE 22% EM DÓLAR
Petrobras (PETR4) supera gigantes globais e emplaca a maior valorização do setor em outubro. Além do petróleo, o que está por trás?
22 de outubro de 2026 - 16:42O QUE DIZEM OS ANALISTAS?
JBS (JBSS32): balanço do 3T26 deve ser fraco, mas bancos veem espaço para alta de até 41% nas ações
22 de outubro de 2026 - 14:22PÉ NO FREIO
Viagem tranquila da Motiva (MOTV3) ficou para trás: Citi corta recomendação para neutra e sobe preço-alvo; ação cai 2%
22 de outubro de 2026 - 13:31BEM RECEBIDO
Sinistralidade sobe, mas lucro fala mais alto: por que o balanço da Bradsaúde (SAUD3) agradou o mercado
22 de outubro de 2026 - 13:03NOVO CAPÍTULO
Outra reestruturação no radar? Credores pedem Chapter 11 involuntário de subsidiária da Braskem (BRKM5) nos EUA
22 de outubro de 2026 - 12:29IA CHINESA
IPO vem aí? DeepSeek capta US$ 15 bilhões em nova rodada de financiamento antes de abrir capital em Xangai
22 de outubro de 2026 - 12:00REESTRUTURAÇÃO
Raízen (RAIZ4) tenta ganhar fôlego com aumento de capital de até R$ 3,5 bilhões; veja o que muda para acionistas
21 de outubro de 2026 - 20:42BALANÇO DO 3T26
Bradsaúde (SAUD3): lucro sobe 14,4% e dividendos chegam a R$ 1 bilhão, mas ‘dor de cabeça’ volta a atacar
21 de outubro de 2026 - 18:34TEM MAIS POR VIR
A festa ainda não acabou: B3 (B3SA3) pode subir mais 27% e pagar bons dividendos, diz Santander
21 de outubro de 2026 - 16:23VISÃO DE GESTORES
“Parece que não pode ver um real sobrando”: por que acordo com o Einstein reacende dúvidas sobre uso do caixa da Ânima (ANIM3)
21 de outubro de 2026 - 14:45BALANÇO DECEPCIONOU?
WEG (WEGE3) cai mais de 7% com balanço pressionado por dólar e tarifas; exagero ou sinal de alerta?
21 de outubro de 2026 - 14:19FORA DO AR
Bons resultados da Netflix (NFLX) vêm de ‘ajuste de última hora’, e futuro preocupa, diz analista; veja os números
21 de outubro de 2026 - 14:07OPORTUNIDADE OU ARMADILHA
O pior já passou? Bradsaúde (SAUD3) encara custos maiores e lucro pressionado no 3T26. É hora de fugir ou comprar?
21 de outubro de 2026 - 11:13PRÉVIA DO BALANÇO
Bradesco (BBDC4) chega ao balanço com quase R$ 10 bilhões a mais no caixa, mas ainda precisa convencer que a virada veio para ficar
21 de outubro de 2026 - 6:13DE OLHO NA SELIC
Vamos (VAMO3) já subiu 106% no ano com a ajuda do trade eleitoral. Ainda há espaço para ganhar mais?
20 de outubro de 2026 - 18:45PÁGINA VIRADA
Americanas (AMER3) vira a página da recuperação judicial, mira nova fase e dispara 25% na B3; o que esperar da varejista?
20 de outubro de 2026 - 17:23NEGÓCIO DA CHINA?