O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A prefeitura de SP destinou R$ 6 bilhões em investimentos para a construção de pouco mais 38,8 mil unidades habitacionais na capital paulista
O mercado acionário brasileiro repercute nesta quinta-feira (23) os resultados da última decisão de política monetária do Banco Central. Em um cenário comum, o rumo dos juros também seria o principal fator por trás do desempenho das construtoras e incorporadoras da B3.
Hoje, porém, quem define quais companhias mais sobem e descem dentro do índice imobiliário da bolsa é uma notícia que afeta diretamente o setor. A prefeitura de São Paulo divulgou mais detalhes sobre o “Pode Entrar”, programa habitacional para famílias de baixa renda lançado neste ano.
As novidades incluem o investimento total em imóveis na primeira fase do programa — que ultrapassa os R$ 6 bilhões — e quais construtoras foram selecionadas para entregar em 24 meses as pouco mais de 38,8 mil unidades habitacionais encomendadas pela prefeitura.
Na visão do BTG Pactual, a Plano&Plano (PLPL3) foi a grande vencedora do setor até agora ao habilitar-se para a construção de 7 mil apartamentos, com um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,3 bilhão.
“O VGV desses projetos representa 106% do valor de mercado da companhia”, destaca o banco. Os analistas calculam ainda que os ganhos com o projeto podem chegar a R$200 milhões.
Já a empresa que menos se beneficiará do programa é a Tenda (TEND3), que conseguiu emplacar apenas 870 unidades e VGV de R$ 181 milhões. A companhia bem que tentou oferecer mais, mas teve empreendimentos desconsiderados por não atender às exigências do edital.
Leia Também
A prefeitura de SP priorizou as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS), áreas demarcadas para a população de baixa renda. A Tenda inscreveu imóveis nos locais corretos, mas a Secretaria de Habitação constatou que eles estavam fora das distâncias de influência definidas pelas regras do programa.
E a performance na bolsa reflete as situações distintas das duas construtoras: as ações PLPL3 avançaram 5,86%, enquanto os papéis TEND3, que chegaram a liderar as perdas do índice imobiliário da B3, encerraram o dia em queda de 15,77%.
Além delas, outras companhias também participarão do programa. A MRV (MRVE3) será responsável pela segunda maior entrega entre as empresas listadas, com 6,2 mil unidades avaliadas em R$ 1,13 bilhão. Ainda assim, as ações MRVE3 registram um recuo de 5,87% hoje.
Outra empresa negativamente afetada pelo resultado do edital é a Direcional (DIRR3). A companhia obteve o sinal verde para a construção de 1,6 mil apartamentos com VGV de R$ 341 milhões, mas opera em queda de 3,45%.
Apesar da reação do mercado, o BTG Pactual acredita que os resultados do "Pode Entrar" ainda devem ser “muito relevantes” para Tenda e MRV do ponto de vista da alavancagem.
“O índice de covenants da Tenda cairá de 66% para 41%, significativamente abaixo de seu limite de 80%, e a alavancagem da MRV recuará de 69% para 52%”, explicam os analistas.
Além disso, outra boa notícia para os acionistas das companhias que não conseguiram emplacar muitas unidades no programa é que ainda há motivos para ter esperanças: a prefeitura da capital paulista divulgará em até 20 dias um novo edital de 20 mil unidades para a segunda fase do Pode Entrar.
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações