O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para os analistas do BTG Pactual, a emissão das novas ações levará à uma diluição expressiva dos acionistas atuais — girando em torno de 24% a 47%
Mais uma empresa da B3 optou pelo caminho do aumento de capital para resolver os seus problemas de liquidez — dessa vez, a decisão veio da Sequoia Logística (SEQL3).
Na noite de ontem (25), o conselho de administração da companhia aprovou um aumento de capital que pode chegar a R$ 100 milhões — o equivalente a 66.666.667 ações da companhia.
O piso mínimo da oferta, que é de R% 50,001 milhões ( 33.333.334 papéis), já está garantido por alguns acionistas de referência e membros do conselho. O prazo para exercício do direito de preferência para a subscrição das ações será de 28 de abril a 30 de maio.
O preço da emissão será de R$ 1,50, um desconto de 16% com relação ao pregão da última segunda-feira (24). O preço foi determinado pela média da cotação dos últimos 15 pregões, com um desconto adicional de 17% para estimular a adesão dos acionistas da companhia à operação.
Apesar do aumento de capital representar um alívio para o fluxo de caixa da Sequoia, a perspectiva de diluição dos acionistas minoritários pesa sobre os papéis — e as ações SEQL3 reage em forte queda, em um recuo de 11,80%, a R$ 1,57, por volta das 13h.
Para os analistas do BTG Pactual, a emissão das novas ações levará à uma diluição expressiva dos acionistas atuais — girando em torno de 24% a 47%. Apesar disso, o banco aponta que a operação é atrativa, uma vez que por não se tratar de uma grande oferta, o capital a ser investido é pequeno.
Leia Também
No ponto de vista da empresa, os analistas apontam que a injeção de recursos tende a remover as pressões de curto prazo que hoje pesam sobre os papéis, deixando a empresa apta a melhorar as suas estratégias recentes de aquisições e também de resiliência frente aos desafios enfrentados pelo e-commerce atual.
De acordo com cálculos do Santander, o aumento de capital tem potencial de reduzir de 0,3 a 0,5x o nível de alavancagem e endividamento da empresa, mas ainda é preciso mais detalhes para considerar que o processo de reestruturação da companhia está completo.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos