O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas do Bank of America decidiram cortar o preço-alvo das ações do Pão de Açúcar (PCAR3) de R$ 15 para R$ 3,50 e manter a recomendação de venda
A cisão das operações da rede colombiana Éxito (EXCO32) no mês passado nem de longe deve ser suficiente resolver os problemas para o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3). Ao contrário, a expectativa do Bank of America (BofA) é que a rede opere com prejuízo até 2027.
Desse modo, os analistas do banco decidiram cortar o preço-alvo das ações do GPA de R$ 15 para R$ 3,50. O valor indica um potencial de queda de quase 20% em relação às cotações de fechamento de ontem (R$ 4,35).
Além de reduzir o preço-alvo, o BofA manteve a recomendação underperform (equivalente a venda) para PCAR3.
No pregão desta terça-feira, as ações do Pão de Açúcar (PCAR3) operavam em forte queda de 5,29% por volta das 15h30, a R$ 4,12.
O Pão de Açúcar vem adotando uma série de iniciativas em busca de eficiência. Além da separação do Éxito, o grupo anunciou a venda de imóveis e a negociação da participação da empresa de comércio eletrônico CNova.
“Infelizmente, a alta estrutura de custos do GPA, a perda de escala e a concorrência continuam a pressionar os resultados”, escreveram os analistas do BofA.
Leia Também
As estimativas do BofA consideram que o Pão de Açúcar vai conseguir levantar aproximadamente R$ 1 bilhão com a venda de ativos. Mas uma parte relevante desse valor deve ser compensado por despesas com contingências trabalhistas, de acordo com os analistas.
Como se não bastasse, o GPA ainda possui R$ 16 bilhões em possíveis contingências fiscais não provisionadas, cujo valor presente o banco calcula em R$ 600 milhões.
"O GPA já assumiu contingências possíveis e remotas no passado e acreditamos que esses passivos poderiam eclipsar o equity", ainda de acordo com os analistas do Bofa.
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento