O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente da Oi (OIBR3) deve ser chamado para prestar esclarecimentos sobre a situação da empresa nos próximos dias
A lista de problemas da Oi (OIBR3) não para de crescer e complicar a operadora. Desta vez, ela corre sério risco de ser alvo de uma intervenção direta pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o que significaria afastamento de toda a diretoria e a agência assumir o comando daquela que já foi uma das maiores empresas de telefonia do País.
O Estadão apurou que a possibilidade de intervenção na Oi, uma ação prevista no regimento do setor, é uma das alternativas levadas à diretoria da Anatel. A reportagem questionou um membro da alta cúpula da agência sobre qual seria hoje essa possibilidade, numa escala de zero a dez. A resposta foi "seis".
Nos próximos dias, conforme apurou a reportagem, o presidente da Oi, Rodrigo de Abreu, deve ser chamado para prestar esclarecimentos. Procurada pela reportagem, a Oi preferiu não se manifestar.
Antes de tomar qualquer decisão, a agência quer entender o que a diretoria da Oi pretende, desta vez, com o pedido de "tutela de urgência cautelar" apresentado na quinta-feira (2). A liminar, aceita pela Justiça, a protege dos credores com os quais disse ter dívidas de R$ 29 bilhões. A empresa argumenta que tentou chegar a um acordo com os credores para refinanciar sua dívida, mas até agora não obteve sucesso.
A nova cartada da Oi ocorre apenas um mês depois de a companhia sair do mais longo processo de recuperação judicial da história no Brasil, iniciado em 2017.
Para membros da Anatel e especialistas do setor, a "tutela de urgência" invocada agora não passa, na prática, de mais uma medida para, daqui a alguns dias, apresentar novo pedido de recuperação judicial.
Leia Também
No fim de 2016, quando a empresa conseguiu aprovar um plano de recuperação judicial que teria início no ano seguinte, era dona de uma dívida de R$ 65 bilhões, em valores da época. Para se ter uma ideia, cerca de R$ 20 bilhões desse estrago tinham origem em multas aplicadas pela Anatel que a operadora simplesmente não pagava, autuações que se multiplicaram em juros.
A cesta de problemas incluiu ainda o pagamento milionário de dividendos para acionistas, enquanto a empresa rolava suas dívidas, além da tomada de crédito em instituições financeiras do exterior, muitas vezes cotado em dólar.
Depois de um longo processo de negociação, a presidência da Oi finalmente conseguiu aprovar um plano de recuperação na Justiça que, naquela época, permitiu a renegociação de sua dívida, que chegou a cair para cerca de R$ 30 bilhões e que previa, de forma geral, um período de sete anos para sua quitação.
De seu lado, a companhia se comprometeu a vender parte de seus negócios — como seu braço de telefonia móvel, centros de dados e torres de transmissão —, para se voltar especificamente para os negócios de banda larga por meio de fibra óptica.
O ritmo dos negócios, porém, não se confirmou como projetado. O resultado hoje é que, mesmo depois de todas as medidas tomadas nos últimos anos, ao "valor de face" da dívida acumulada pela empresa soma R$ 34,972 bilhões.
Ao que tudo indica, não restará outra medida à Oi a não ser decretar um processo de recuperação judicial.
A Anatel acompanha a situação da empresa com extrema preocupação, devido ao "risco sistêmico" que a companhia pode gerar, porque há muitas interconexões de infraestrutura e serviços de todo o setor de telecomunicações que dependem diretamente de estruturas da Oi.
A agência também foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou.
*Com informações do jornal O Estado de S.Paulo
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição
A varejista espera que o cancelamento de registro na SEC se concretize em 90 dias
O processo para se tornar microempreendedor individual é gratuito e deve ser realizado exclusivamente pela internet
Depois de perder cerca de 90% de valor em poucos dias, as ações da Azul afundaram sob o peso da diluição bilionária e do Chapter 11. Especialistas explicam por que o tombo não significa colapso imediato da empresa, quais etapas da recuperação já ficaram para trás e os riscos que ainda cercam o futuro da companhia
Companhia é a top pick no setor de educação para o Santander em 2026; banco divulga relatório com as expectativas e lista suas apostas para o ano
A acusação de assistentes virtuais de IA é de que os Novos Termos do WhatsApp irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa, garantindo um monopólio à Meta AI
Para analistas, o setor de shoppings centers passou por uma virada de chave nos últimos anos — e agora está ainda mais preparado para uma consolidação; veja a recomendação para as ações
Apesar do marco de R$ 1,2 bilhão em vendas líquidas, ações recuam por expectativas frustradas de analistas, enquanto bancos reiteram compra citando múltiplos atrativos para 2026
A fabricante holandesa de cerveja comunicou a renúncia de seu CEO, Dolf van den Brink, após um mandato de seis anos marcado pela queda nas vendas; Heineken busca sucessor para o cargo
Novos nomes devem assumir a cadeira de negócios digitais e recursos humanos; subsidiárias também passam por mudanças
A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado que realizou mudanças no cargo de CEO, com renúncia de Décio Oddone, e na presidência do conselho de administração
Uma parte importante do plano de reestruturação financeira da companhia aérea será colocado em votação em duas assembleias nesta segunda-feira (12), inicialmente marcadas para às 11h e para às 14h
O laudo será a referência para a OPA das ações preferenciais e não representa, necessariamente, o preço final da oferta
Controlada de educação básica do grupo vai deixar a bolsa americana após encolhimento da base acionária e baixa liquidez das ações
Conselho recebeu proposta de distribuição bilionária em JCP; decisão final depende da aprovação em assembleia até abril de 2027