O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A economia potencial vem em boa hora, já que a Marisa encerrou o ano passado com um endividamento líquido de R$ 560 milhões
Em situação financeira delicada, a rede de lojas de vestuário Marisa (AMAR3) anunciou uma ampla reorganização interna, incluindo um novo programa de corte de custos. Mais precisamente, a varejista projeta uma economia de R$ 50 milhões anuais com as mudanças.
A economia potencial vem em boa hora, já que a Marisa encerrou o ano passado com um endividamento líquido de R$ 560 milhões. O prejuízo líquido da companhia em 2022 foi de R$ 391 milhões.
Em meio à crise, a Marisa anunciou em fevereiro a contratação da BR Partners para assessorar a companhia na renegociação da dívida. A empresa também conta com a Galeazzi Associados para apoiá-la no aperfeiçoamento da estrutura de custos.
Enquanto isso, as ações da Marisa (AMAR3) acumulam uma perda da ordem de 50% na B3 neste ano e de mais de 70% nos últimos 12 meses.
Dentro da reorganização anunciada hoje, a Marisa decidiu unificar os comitês de assessoramento de Estratégia com o de Finanças do conselho de administração. A fusão inclui o acompanhamento do processo de reestruturação em curso. Essa estrutura ficará sob a coordenação de Luiz Paulo Rosemberg, presidente do conselho.
Além disso, a empresa criou um comitê exclusivamente dedicado ao acompanhamento do MBank, a financeira ligada à varejista. Mas a companhia ainda não definiu quem será o conselheiro responsável por essa estrutura.
Leia Também
Aliás, por falar em MBank, a Marisa informou recentemente que o Banco Central aprovou o plano de capitalização de R$ 90 milhões da financeira. A unidade tem sido uma das fontes de dor de cabeça para a varejista em meio ao cenário de juros altos e aumento da inadimplência.
Por fim, a estrutura ligada ao conselho inclui ainda o comitê de pessoas e sustentabilidade, coordenado por Marcio Goldfarb, e o de auditoria, riscos e compliance, que segue com Sergio Moreno.
Em outro passo da reorganização interna, a Marisa separou a área comercial da área de operações. A primeira cuidará de todas as atividades relacionadas com a formulação, precificação e o planejamento de vendas (incluindo marketing, sourcing e canal digital), de acordo com comunicado da companhia.
Já a área de operações (incluindo Logística e Engenharia) ficará responsável pela execução das vendas (operação das lojas) e incorporará a área de Tecnologia.
Junto com a mudança, a Marisa eliminou o cargo de vice-presidente e nomeou Alexandre Abreu de Andrade como diretor de operações e tecnologia.
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast