O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Abalada por um processo de fusão complexo e um alto endividamento, a empresa do setor de saúde vai receber uma dose de recursos que pode chegar a R$ 2,1 bilhões
Uma injeção faz efeito mais rápido e se for uma dose que pode chegar a R$ 2,1 bilhões, esse efeito é quase imediato — e foi o que aconteceu com a Hapvida. A operadora de saúde será socorrida por seu principal acionista e agora vê a melhora da recomendação para as ações HAPV3.
O JP Morgan passou de neutra para compra a indicação para os papéis da empresa, embora tenha cortado o preço-alvo de R$ 5,00 para R$ 3,50 — o que representa um potencial de valorização de 33% em relação ao fechamento de terça-feira (28).
O banco justificou a atualização com o múltiplo de 32 vezes o preço sobre o lucro (P/L) para 2023 e de 11 vezes o P/L em 2024 que, segundo o JP Morgan, mostra como a recompensa de risco está distorcida para cima.
Além disso, o banco acredita que houve um exagero na reação do mercado com relação as ações da Hapvida — HAPV3 caiu cerca de 51% desde que os resultados do quarto trimestre de 2022 foram divulgados contra 5% do Ibovespa no mesmo período.
Ontem, as ações da operadora de saúde dispararam com o anúncio do resgate bilionário que será feito pela Família Pinheiro, chegando a beirar uma alta de 20%. Hoje (29), no entanto, HAPV3 opera em baixa. Confira a nossa cobertura de mercados.
Abalada por um processo de fusão complexo e um alto endividamento, a Hapvida vai receber uma injeção no caixa — que pode chegar a R$ 2,1 bilhões — que será aplicada pela família Pinheiro, principal acionista da operadora de saúde.
Leia Também
A expectativa do mercado pela entrada de dinheiro novo na Hapvida já era grande após a série de dificuldades em que a companhia se meteu. Apenas neste ano, a operadora acumula uma perda de mais da metade do valor de mercado.
A solução para equacionar o endividamento da empresa passará por duas operações: a venda de dez imóveis e uma potencial oferta de ações na B3. Confira os detalhes do negócio.
Embora o JP Morgan tenha a Rede D'Or (RDOR3) como a favorita do setor de saúde na América Latina, o banco acredita que agora é a hora de levar HAPV3 para casa.
Segundo o JP Morgan, o fato de o grupo fundador comprar dez imóveis da Hapvida com o compromisso de alugá-los para a própria operadora em seguida, o chamado sale and leaseback, limita a potencial diluição de minoritários.
Além disso, o banco acredita que as operações anunciadas ontem removem a gestão de passivos dos holofotes pelo menos no curto prazo, permitindo que a empresa se concentre totalmente na integração com a NotreDame Intermédica e suas sinergias.
O JP Morgan acredita ainda que a Hapvida possa acumular ganho de capital com a transação e espera que os impostos relacionados sejam pagos com créditos existentes, não envolvendo desembolso de caixa.
Assim como qualquer paciente que sai da internação, a Hapvida precisa tomar alguns cuidados para evitar problemas que comprometam sua saúde financeira no futuro.
Por isso, o JP Morgan revisitou as estimativas para a operadora após o quarto trimestre para incluir as transações anunciadas.
Agora, o banco projeta um preço por ação ajustado para 2023 de R$ 0,07 — o que representa um corte de 53% em relação à estimativa anterior. Para 2024, a estimativa de preço por ação ajustado passou para R$ 0,21, 26% abaixo da estimativa anterior.
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro