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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que nem o Ministério de Minas e Energia (MME) nem a Petrobras apresentaram à pasta a nova política de preços de combustíveis e distribuição de dividendos da estatal. "A gente vai se debruçar sobre uma proposta concreta", afirmou à Folha de S.Paulo. A entrevista foi concedida na quinta-feira, mas […]

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que nem o Ministério de Minas e Energia (MME) nem a Petrobras apresentaram à pasta a nova política de preços de combustíveis e distribuição de dividendos da estatal. "A gente vai se debruçar sobre uma proposta concreta", afirmou à Folha de S.Paulo. A entrevista foi concedida na quinta-feira, mas publicada na edição de sábado do jornal.
Nesta semana, causou ruído declarações do chefe do MME, Alexandre Silveira, sobre mudanças no Preço de Paridade de Importação (PPI) da Petrobras. A estatal teve de vir a público, por meio de comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), dizer que não recebeu proposta do ministério. O Conselho de Administração também escreveu uma carta cobrando do órgão uma "diretriz de preços", conforme o Broadcast mostrou.
"O Ministério de Minas e Energia não apresentou um desenho claro para que pudéssemos discutir", disse Haddad à Folha, emendando que qualquer assunto econômico será debatido quando as áreas correlatas tiverem uma proposta formal.
"No caso do saneamento, por exemplo, o Ministério das Cidades apresentou uma proposta. Conversamos com o setor privado, estados, municípios e chegamos a um decreto assinado ontem quarta-feira, dia 5 de março, que foi celebrado como uma coisa positiva para o setor de saneamento, mantendo o comprometimento de universalização para 2033, com uma flexibilidade maior que o decreto anterior", exemplificou o ministro.
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