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Terá direito ao pagamento, que será feito até 31 de agosto deste ano, quem estiver na base acionária do Itaú em 23 de março
Após quebrar o próprio recorde com o lucro apresentado no balanço divulgado mês passado, o Itaú Unibanco (ITUB4) voltou a alegrar os acionistas nesta segunda-feira (13) ao anunciar o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP).
O banco não informou o valor total dos proventos, mas distribuirá R$ 0,262 por ação para os investidores. A cifra é a bruta, pois o JCP está sujeito à retenção de Imposto de Renda (IR) na fonte — após a mordida do leão, o pagamento por papel cai para R$ 0,2227.
Terá direito ao depósito, que será feito na conta dos acionistas até 31 de agosto deste ano, quem estiver na base acionária do Itaú na próxima semana, em 23 de março.
Após a data de corte informada, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Então você pode optar por comprar os papéis agora e ter direito ao dinheiro ou esperar a data de corte e adquirí-los por um valor menor, mas sem o crédito do JCP.
Além dos proventos, as últimas novidades sobre o Itaú incluem o sinal verde do Banco Central para que o banco adquira uma participação na Carbonplace.
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Sediada em Londres, a Carbonplace é a única plataforma de créditos de carbono formada exclusivamente por bancos, que exercem papel de sponsor de seus clientes e fazem a liquidação financeira.
O Itaú é, aliás, o único brasileiro dentre os nove co-fundadores da plataforma: BBVA, BNP Paribas, CIBC, National Australia Bank, NatWest, Standard Chartered, SMBC e UBS. Cada um deles possui participação societária igualitária na empresa.
Para viabilizar a operação, a Carbonplace captou em fevereiro US$ 45 milhões numa rodada estratégica de investimento com os bancos fundadores. O valor será utilizado para aprimorar o desenvolvimento da plataforma, que conecta compradores e vendedores de créditos de carbono ao redor do mundo por meio dos bancos sócios e usuários.
O investimento faz parte da agenda estratégica de impacto positivo do Itaú, dentro do escopo ESG.
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